Mulheres. Ah... as mulheres. Por que tantos homens caem nas graças delas, fazem o que querem, lambuzam-se, servem-se, obtém o máximo de prazer, e acham que a contrapartida não existe?
O caso do goleiro Bruno é só mais um caso, entre milhares no Brasil e no mundo. A prepotência, arrogância e os instintos primitivos do homo-sapiens, fazem com que os homens esqueçam da sua função social, das leis que existem no país, e principalmente, que as mulheres hoje, já não mais dependem deles.
Eliza Samúdio, usada à vontade pelo arqueiro flamenguista, deu o troco, engravidando e criando um vínculo que perdura para a vida inteira. Ela, não mais seria “mais um caso” de Bruno, seria enfim, a mãe de um de seus filhos. Quer queira, quer não: deveria ter o mínimo de respeito.
Se foi amor, paixão e necessidade, ou mera capacidade de aproveitamento por parte de Eliza, não se sabe. Sabe-se que o enredo real trata-se de uma história de traição, de envolvimento, e agora provavelmente, de morte.
Na comprovação da culpa de Bruno, haveria uma explicação: a palavra pensão para um homem despreparado e afim apenas de um festejo momentâneo, seria como citar Adolf Hitler aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Estragar um relacionamento estável, uma carreira promissora e uma imagem de respeitabilidade perante a sociedade causou em Bruno o furor; a necessidade de evitar que esses pensamentos desagradáveis se tornassem realidade.
Não é o primeiro, e nem será o último caso em que um homem tentando conter danos, acaba fazendo dez vezes pior. Principalmente porque é nessa hora que as coisas tendem a ruir. Quando ele dispensa ajuda de qualquer pessoa, ficando à mercê de uma responsabilidade enorme, cujo conhecimento prévio deveria ser administrado de forma eficaz, evitando assim, a tragédia que provavelmente será anunciada nas próximas semanas.
Se ele matou ou não, não sabemos. O que sabemos é que o cerco está fechando, e o caso ainda será resolvido provavelmente logo.