<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697</id><updated>2012-02-16T01:42:24.663-08:00</updated><title type='text'>.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-479463280851792706</id><published>2010-08-24T19:22:00.001-07:00</published><updated>2010-08-24T19:42:23.236-07:00</updated><title type='text'>CRÔNICA: Realidade IV – A fisiologia dos metacarpos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NOTA: Antes de começar a quarta crônica, quero deixar claro, que nem tudo que se passa com o protagonista da série, que sequer tem um nome, tem a ver comigo. Não me preocupo se as pessoas emitirem juízo de valor após lerem os textos, mas espero que saibam que nem tudo tem relação com o autor, no caso, eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAFresInI/AAAAAAAAAJQ/w4rH-EIh50s/s1600/01.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 285px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAFresInI/AAAAAAAAAJQ/w4rH-EIh50s/s320/01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509169079240106610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;oje é dia de esquecer a realidade. Hoje é dia de comemorar. Comemorar o quê? Não ter o que fazer, não precisar conversar com ninguém, não ter que atender ao telefone, não levar &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;esporro&lt;/span&gt; de patrão mal humorado, e principalmente, por não ser obrigado a fixar os pés fora da cama. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Sábado é dia de viagem astral. Esquecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; que meu time é o último na tabela do campeonato nacional, esquecer que na mesa da sala de estar tem três ou quatro contas pra pagar, e todos os infortúnios que estão me esperando, mas me darei ao luxo de só atende-los na segunda-feira. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Moro só. Posso andar de cueca, ou sem ela. Tenho uma cadeira de balanço maravilhosa, voltada à janela da sala, e me dá uma vista maravilhosa da rua. O que eu consigo ver? Quase nada. Na verdade, vejo alguns postes, fiações, pessoas andando pela rua, e algumas delas podem até me fitar se insistirem muito, mas isso não acontece. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Disse em outras oportunidades que eu costumo passar despercebido, mesmo que eu esteja sentado numa janela, seminu, e fumando um charuto enorme de maconha. Eu não falei que ia viajar? Esse momento é único. Melhor que a masturbação; o processo de auto-conhecimento é rico de belezas, é estreitamente casual, mas oportuno, e lhe propícia o verdadeiro gozo que não vem do suco vital, e não suja o chão, nem as mãos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAQAsxz7I/AAAAAAAAAJY/XyVWQRwb2CY/s1600/03.bmp"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 139px; height: 292px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAQAsxz7I/AAAAAAAAAJY/XyVWQRwb2CY/s320/03.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509169256735035314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Toda vez que eu fico chapado, sem exceções, penso na fisiologia dos metacarpos. Sabe-se que em nós, os homens, é o metacarpo que sustenta a palma da mão. A partir daí, podemos sentir as coisas, apalpá-las, e enfim, segurá-las. Os metacarpos são culpados pela nossa obsessão pela posse.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Mas não é de hoje a minha neurose por eles: desde que fumei meu primeiro baseado, a frase “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A FISIOLOGIA DOS METACARPOS&lt;/span&gt;”  ficam estampadas na minha cabeça, e eu juro por Deus ou por Alá  - seja lá qual for seu Deus – que eu não faço a mínima idéia de onde é que veio isso, mas acabei dando à eles, a importância que realmente merecem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Quando você está em plena viagem, as coisas mais absurdas passam pela sua cabeça, quase nada se relaciona. Já imaginei Einstein descendo de rolimã por uma ladeira extremamente íngreme, e claro, mostrando a língua. Certa vez, pensei ter imagino Hitler beijando a mão de cada Judeu que sobreviveu na Alemanha, e pedindo desculpas. Mais absurdo ainda, foi vê-lo ser perdoado por todos, tendo um deles como melhor amigo e dando dinheiro ao filho mais novo dele em seu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bar Mitzvá&lt;/span&gt;, pode uma coisa dessas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Pensei na inutilidade das guerras que o mundo foi obrigado a suportar. Imaginei que eu, franzino e sem um pingo de patriotismo, caso tivesse que ir à guerra, gostaria de ser o cara dos mantimentos. Fingiria-me de morto, me esconderia, e esperaria a guerra terminar até alguém vir me resgatar. Isso se eu não me misturasse ao povo nativo; seja de onde for. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Se eu sou covarde? Claro que eu sou. Eu já vi muitos salvadores da pátria com facas encravadas em seus crânios sendo cuspidos pelos seus adversários. Esses grandes patriotas ganham do Governo uma medalha de ouro, que a mãe recebe em mãos, em troca de seu filho subtraído numa batalha sem sentido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;As pessoas têm tempo, mas elas não querem parar pra pensar na fisiologia dos metacarpos.  Elas deixam a beleza da vida passar. Assim nasceram os burocratas; criando empecilhos, acirrando disputas, deixando pessoas sem um lar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Apesar de não parecer no dia a dia, eu acredito na paz. Eu acredito que existam pessoas que estão aí fora no mundo lutando por alguma coisa maior do que elas, pensado em outras pessoas, e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAZAmAiHI/AAAAAAAAAJg/SDp5ZB3--a0/s1600/04.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 182px; height: 165px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAZAmAiHI/AAAAAAAAAJg/SDp5ZB3--a0/s320/04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509169411325462642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; nas futuras gerações que habitarão um mundo cada vez mais deteriorado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Dentro da minha própria ignorância, acredito que faço a minha parte não atrapalhando a benevolência dos outros. Eu vivo em constante contradição no meu profundo ceticismo, mas a minha viagem hoje, serve justamente para reencontrar o ser humano que resta aqui. Só acho um equivoco que a perpetuação desse bem, seja baseado em medos que representam o receio das retaliações que a fé impõe. O que falta ao mundo hoje, principalmente nas pessoas, é o desinteresse, o desapego ao material, que elas façam algo sem esperar nada em troca – isso sim, é ser genuinamente bom –, se eu pudesse  citar um exemplo, deixando claro que não sou espírita, diria que Chico Xavier foi uma dessas  pessoas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Da janela, dá pra ver o sol se pondo.  O sono me pega de jeito, e os pensamentos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pseudo-filosóficos&lt;/span&gt; agora dão lugar a uma intensa e negra névoa de um profundo nada. É hora de aterrissar. No domingo tenho uma pilha de pratos pra lavar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-479463280851792706?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/479463280851792706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=479463280851792706' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/479463280851792706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/479463280851792706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/08/cronica-realidade-iv-fisiologia-dos.html' title='CRÔNICA: Realidade IV – A fisiologia dos metacarpos'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/THSAFresInI/AAAAAAAAAJQ/w4rH-EIh50s/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-2074561532943224858</id><published>2010-08-24T11:22:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T11:26:21.278-07:00</updated><title type='text'>CRÔNICA: REALIDADE III - DO DINHEIRO, DA FÉ E DA FIDELIDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acordei monossilábico hoje. Sem saco pra bater-papo. Sem saco pra fidalguia. Sem saco pra ouvir ou falar. Enfim, estou emasculado pra vida. Mas, pra quem vive de empreguinho, quem não estudou, quem não se dedicou, não pode fazer outra coisa se não se preparar para os rituais do dia a dia. Falando em rituais, hoje é dia de pagar o aluguel. A dona Lúcia vai começar a me ligar exatamente às 15h. Como eu sei? Bem, todo dia 30, desde que moro nesse apartamento, exatamente esse horário, meu telefone toca. Só posso imaginar que a dona Lúcia é uma solteirona daquelas que moram com doze ou quinze gatos, e um papagaio que fica na cozinha cagando, enquanto ela come a pizza de ontem que recém esquentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou deixar pra pensar numa desculpa esfarrapada na hora. Ainda é de manhã cedo, minhas remelas estão secas e impregnadas nos meus olhos, e mau humor é a última coisa que eu quero somada a essa maldita preguiça que insiste em me assolar todas as manhãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, pela intensidade da fadiga, opto por ir de ônibus – o que é bem raro. Sem preconceito, mas os primeiros ônibus da manhã, lotados, sem espaço nem pra respirar, só não são piores que os do meio-dia, quando todos resolvem se unir, colando-se uns aos outros pelo suor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho cartão de integração, já que não costumo usar o transporte público. A taxa é de R$ 2,39. Pago o cobrador com uma nota de dez, e espero meu troco pacientemente. Nesse meio tempo, enquanto espero, a catraca vai rodando, e eu vou sendo empurrado contra minha vontade á frente do ônibus, e ficando cada vez mais longe do meu dinheiro. Grito de longe: “ – Cobrador, cadê meu troco!?”. Ele responde: “ – Senhor, estou sem trocado, espera um momentinho, já lhe dou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega minha parada, estou longe do cobrador, e atrasado pro trabalho. Enfim, estou R$ 7,61 mais pobre, e as empresas de ônibus R$ 7,61 mais ricas. Com esse dinheiro, poderia pegar o ônibus mais três vezes, ou comprar uma carteira de cigarros e ainda me sobrariam alguns centavos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que é nesse desperdício de pequenas quantias que ficamos mais empobrecidos, afinal de contas, o dinheiro gasto com as despesas mensais estão contabilizadas, e achamos um absurdo que não sobre nada. Credito também isso, ao preconceito com as moedas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, entrou um novo cara na empresa em que trabalho. Boa pessoa, inteligente e até mesmo cordial. Mas, como não poderia deixar de ter algum defeito, revelou-se um evangélico daqueles radicais. No começo, trocava idéias, e até gostava de algumas conversas aleatórias. De repente, o infeliz decidiu que tinha uma tarefa ali naquele escritório, justo no lugar em que eu trabalhava, e a vítima claro, era eu. A tarefa? Bem, me evangelizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que notei suas intenções, decidi que era hora de desfazer uma amizade. Afinal de contas, não se pode manter todo mundo ao redor, se você decidir pela honestidade e sinceridade. As pessoas não gostam do enfrentamento à uma realidade que difere das delas. &lt;br /&gt;Infelizmente, algumas pessoas tem reações completamente inesperadas aos seus pensamentos e isso pode variar de  uma tristeza sublime até uma raiva descontrolada cujo extravaso se atém exclusivamente a espancar o seu ‘opressor’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive sorte, o cara apenas se assustou um pouco com minhas concepções, mas resolveu me largar de mão. Quando terminei o meu discurso e determinei um ponto final na minha posição em relação à fé e religião, ele deu de ombros e apenas disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ – É uma pena, mais uma alma perdida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não creio que existam almas perdidas, principalmente depois da invenção do GPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vivo dentro das normas que a sociedade estipulou. Vivo conforme a legislação determina que as pessoas devam viver. Descreio de quase tudo que é imaterial, para mim, o tato é o melhor dos sentidos, pois traça o paralelo entre o real e o irreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas lamúrias queixosas, meu cotidiano atarefado e monótono, traçam uma vida repetitiva, sem novidades, sem aventuras, mas seguidamente satisfatória, por eu poder ser hoje, quem eu realmente quis ser sem arrependimento algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se existe mesmo o livre arbítrio, e se as pessoas são livres para escolher o que querem e o que não querem fazer de acordo com sua consciência – que é construída basicamente de princípios e conhecimento empírico – acredito piamente, que mesmo não acreditando em Jesus Cristo, Deus, ou qualquer outra nomenclatura divina, mesmo que eu esteja errado, não posso ir para o inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi dizer que para entrar no reino dos céus, basta a sincera redenção dos pecados. E não me entra na cabeça, que um estuprador, assassino, ladrão, enfim, que um criminoso reunindo toda a capacidade de fazer mal  aos outros, possa se safar tão fácil assim do que chamam de inferno, e eu, simplesmente  por ser cético, pereceria a eternidade nas labaredas de Lúcifer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje me basta acreditar que se existe algo próximo dessa luta entre o bem e o mal, representados respectivamente por Deus e Diabo, ou Céu e Inferno, nada mais é do que a própria consciência, que de fato, tem dois pesos e duas medidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me ocorre também, que todos nós – seres  humanos – temos um lado mórbido, que ocasionalmente pode ser chamado de maldoso, mas que por se tratar de instinto, não poderia ser denominado assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existir uma pessoa cem por cento boa está fora de cogitação, tanto quanto está fora de cogitação uma  pessoa ser fiel a outra. Os raríssimos casos em que isso ocorre, trata-se de uma luta completamente sem sentido e desnecessária de algumas pessoas buscando ser algo que não são. A palavra fidelidade é a retratação FIEL da controvérsia humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-2074561532943224858?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/2074561532943224858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=2074561532943224858' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2074561532943224858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2074561532943224858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/08/realidade-iii-do-dinheiro-da-fe-e-da.html' title='CRÔNICA: REALIDADE III - DO DINHEIRO, DA FÉ E DA FIDELIDADE'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-208136610324823128</id><published>2010-08-16T10:20:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T13:20:06.620-07:00</updated><title type='text'>CRÔNICA: Realidade II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Às vezes me bate a insônia. Ok, tudo bem, é normal. Muitas pessoas têm insônia, não? Mas o estranho, é que a maioria delas são operários-padrões, que tem de acordar todos os dias cedo, e labutar. Nada mais a dizer, com exceção dessa ressalva. O normal nesses casos seria eu levantar, ir até a geladeira, encher um copo de leite, acender um cigarro, e tentar aos poucos voltar a dormir. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nada, não desta vez. Mudando um pouco do plano padrão aos casos de falta de sono, ligo a televisão em busca de entretenimento barato; filmes dublados, ou qualquer outra coisa que eu já tenha visto tantas vezes, que ao menos por nostalgia possa me alegrar, acalentando, até que enfim, eu consiga dormir. Mas, ao invés de achar qualquer coisa do tipo, me deparo com uma espécie de cartel bíblico. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não importa o canal, a cena é sempre a mesma: um sujeito, um livro nas mãos, um público fiel, falatórios, gravata, e charlatanismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mais legal disso, é que mesmo que você não seja religioso, e que tudo aquilo que esteja sendo dito seja em sua opinião, um monte de besteiras cuspidas, ao menos as performances dos pastores lhe atraem. Ah, e como atraem!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O meu assunto favorito é o apocalipse. Sempre lembrando que meu conhecimento bíblico é extremamente superficial. Mas quem nunca ouviu falar no fim do mundo: as bestas do apocalipse, Lúcifer, e toda aquela galera malvada que vai sair da terra e puxar os de comportamento ruim pra junto deles?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No final, não é tudo tão ruim. A carga de energia que eu gasto na hora que o pastor pede para os fieis sacaram de seus bolsos talões de cheque e entregarem no altar, me faz cair no sono como se eu tivesse levado um soco daqueles bem fortes e certeiros no rosto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;07:30. Hora de acordar. Remela nos olhos, bafo desproporcional, preguiça dos diabos, e todo um roteiro a ser seguido em menos de meia-hora. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Hoje não vai dar pra tomar café em casa, tem que ser na rua, e rápido. Paro na padaria na esquina do trabalho, olho ao redor e encontro o cara mais chato da cidade: o Ítalo. – Meu Deus –, penso. – É hoje...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vou explicar o desanimo. Com certeza alguém conhece no mínimo algum leitor de Paulo Coelho. Pois é. Mais detalhes? Tá certo. O Ítalo Gusmão é engomado; engravatado, postura em 90º, se auto-intitula erudito, e gosta muito, mas muito mesmo, de encher o saco. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De dez livros que ele me indica, nove são de autoria do Paulo Coelho, e um deles, do Augusto Cury.  Eu não sei quanto a vocês, mas eu com certeza creio que essa é a receita perfeita pro suicídio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pra piorar, ele tem no seu quarto um quadro enorme do Tony Belotto, e a série completa do tal do Bellini, personagem-título de seus livros. Credo!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Resumindo: Ítalo Gusmão é a personificação do mau gosto, e é o tipo de pessoa que quero bem longe de mim. Além de tudo, convenhamos: puta cara chato, né ? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Consigo me desvencilhar dele, corro pro trabalho e chego atrasado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pergunta é inevitável: - Atrasado, de novo!?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Beleza, também é natural levar uma &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;escroteada&lt;/span&gt; de vez em quando. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Começa então, uma emocionante tarde, com ações que variam de sentar na cadeira e escrever, levantar e buscar café, ir pra fora e fumar cigarros. Todos os malditos dias. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Às vezes reclamo das visitas: representantes de sindicatos de todos os tipos, associações, políticos perdedores e os de carreira. De fato, nenhum deles me empolga. Mesmas mentiras, caras e bocas, interesseiros, e sem retorno financeiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas também tem o lado hilário disso tudo. Quem tem boca fala o que quer, mas eles exageram nas doses, e os alvos somos nós, que somos praticamente obrigados a ouvir. Às vezes dou indiretas bem diretas, interrompo discursos colocando minha playlist pra tocar no volume mais alto, desvio o olhar, finjo estar longe, até que a pessoa se toque, e pare de falar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No final do expediente, bolsa nas costas, caminho longo pra casa, a pé.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Paro na farmácia pra comprar analgésicos e relaxantes musculares. No fim do dia, já moído, é normal estar com as costas travadas. Encontro a Joana, farmacêutica, bonita e atenciosa que sempre me alerta a possíveis alterações no meu cérebro de tanto tomar remédios. Por incrível que pareça, a adoro. Uma mulher chata, que ao menos tenta me alertar sobre a minha saúde, mesmo que não tenha aprendido em quase um ano, que os alertas a esse respeito, não surtem efeitos em mim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ela me atrai. Mas meus pensamentos pecaminosos sempre me levam a um trágico momento de reflexão, cujo único objetivo é projetar os momentos dolorosos do pós-coito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fico pensando: - Malditos cientistas. Cadê a porra do tele-transporte? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então, para evitar possíveis infortúnios, conversas esfarrapadas, e gastos desnecessários, ao invés de lhe dar uma cantada, e a convidar para ir à minha casa, dou de ombros, e saio da Farmácia. Sozinho, de novo, com muito chão pela frente, muitas idéias na cabeça, e o peso do mundo em minha consciência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pensar de mais é um problema pra qualquer pessoa. Todos sabem que toda a ação tem uma conseqüência, mas nem sempre elas são ruins. Pra mim, invariavelmente, mesmo descrendo da fé dos outros, e não havendo minha própria fé, acredito em algo abstrato. Aliás, duas coisas abstratas: sorte e azar. Minha explicação é razoável até certo ponto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Coisas do cotidiano não costumam dar certo pra mim. Por exemplo: se eu perco um dos meus tênis e demoro a encontrá-lo, depois de muito tempo, quando o encontro, noto que também perdi o meu relógio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se chego a um restaurante com vontade de comer frango, a garçonete me avisa que infelizmente só estão servindo bife. Se eu vou ao cinema e quero ver filmes de ação, a sessão já está lotada, e a única opção é o dramalhão mexicano de diretor desconhecido. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de chegar em casa, entro na tabacaria como de costume, e peço:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Um Marlboro vermelho, por favor? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o atendente me diz: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Só temos Derby cinza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Viu? Então, se alguém pergunta se eu acredito em algo, e se tenho em que me apegar, não tenho outra escolha se não responder que sou crédulo do azar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Chego em casa, paro no portão, retiro as correspondências e voilá: contas de energia, água, banco, telefone e TV por assinatura. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas, não fico triste, nem com raiva, e muito menos apreensivo. Tudo se resolve, e eu já me sinto bem confortável com essas situações do dia-a-dia. De manhã cedo comprei um litro de leite para tomar a noite. E a idéia de me saciar com um copo bem gelado daquele saboroso líquido me movia feliz até entrar em casa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de abrir a porta, meu vizinho sobe o muro e diz: - Olá vizinho, faltou luz a tarde inteira, rapaz. Tá complicado aqui, só voltou agora. – puxa assunto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já senti que ele vai me pedir alguma coisa, afinal de contas, não tenho nenhum motivo pra conversar com ele, e ele também nenhum motivo pra me alertar sobre as coisas do dia a dia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Tem como me arrumar sabão em pó e um pouco de arroz pra janta?  - pede. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu, sem muito que poder fazer, e também pra não parecer tão pão duro, lhe dou o que me pediu e finalmente posso voltar a pensar no leite: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- Ah, agora é minha vez de me divertir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Abro a geladeira, pego a faca, corto bem devagar a embalagem do leite. Pego o meu melhor copo, e o encho até a borda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de beber, quando se aproxima da minha boca, sinto um cheiro estranho, de mofo, e penso: - Deve ser do sofá, ou das paredes da casa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando engulo, sinto a fatalidade: além de o leite estar quente, por ter passado a tarde inteira no refrigerador sem energia elétrica, ele também azedou, e mofou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa é minha segunda dose de realidade diária, que eu chamo de: o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;azar&lt;/span&gt; como amigo.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-208136610324823128?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/208136610324823128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=208136610324823128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/208136610324823128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/208136610324823128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/08/cronica-realidade-ii.html' title='CRÔNICA: Realidade II'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-3781140507459705395</id><published>2010-08-10T12:51:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T13:07:35.049-07:00</updated><title type='text'>CRÔNICA: Realidade</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando eu acordo, não posso esquecer de escovar os dentes, pentear os cabelos, fazer a barba e cuspir resíduos de cigarro que fiquei pigarreando a noite inteira. Entro no box do banheiro, olho o meu pinto murcho, dou risada, acho tudo engraçado, falta tesão, falta ereção, mas não falta humor. Meia hora de água caindo na cara. A higiene aqui não conta. Na verdade, só o que conta é o prazer que eu sinto ao notar que minha mente foi pra outro lugar, bem longe, incolor, inodoro e imensurável. Quando volto, lembro que não tenho poço artesiano, e que há muito tempo pago contas exorbitantes de energia elétrica e água. Eu não sou rico, eu sou pobre, um pobre coitado, que não pode esquecer de uma outra coisa muito importante antes de sair de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abrir a geladeira, vejo uma cebola cortada ao meio e uma garrafa d’água já pela metade, parece gelada, mas só parece. Sinto o cheiro de queimado, olho atrás da geladeira e confirmo: queimou. Mas não ligo. É só mais um gasto, eu já estou gasto, o mundo está gasto, e o bolso está escasso. Além do mais, o cheiro me faz lembrar comida – mesmo que seja queimada –, e nada melhor que comida queimada, com um copo de pinga, com dois dedos da boa, pura e velha realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dou importância, não sigo frases de filosofia, e não vivo um dia de cada vez. É tudo monótono, mas ao mesmo tempo tão engraçado. As pessoas riem de mim; elas dão risada porque vêem os pombos cagar na minha cabeça, ou porque os carros passam na água e me molham enquanto ando na calçada. A Polícia ri de mim; ela ri porque sou certinho, mas gravei alguns cd’s e esqueci de pagar aos autores seus devidos direitos autorais, e os deixei no carro: fui preso. As crianças riem de mim; eu sou corcunda, meu ombro esquerdo é mais abaixo do que o direito, e elas estão acostumadas com pessoas perfiladas, não só com os seus corpos, mas com as pessoas em sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres riem de mim. Minhas olheiras, falta de dinheiro, de vontade, de libido, me tiram qualquer chance de ter sucesso com elas; mas elas riem de mim, caçoam de mim, e no fundo, me adoram. Por que me adoram? Porque eu ainda perco meu tempo exaltando suas qualidades. Elas gostam disso. Mas o prazer morre na falta de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ser notado é maravilhoso. Eu gosto disso. Aliás, essa seria a idéia de vida perfeita para mim. Mas como já disse anteriormente, mesmo que com uma conotação ruim, as pessoas, a Polícia, as mulheres e crianças não me deixam em paz. Alvo. Essa é a palavra. Os outros não gostam de ver que eu ando em dissonância em relação ao mundo. Gosto de atravessar a rua devagar. Isso causa revolta nos motoristas: eles querem mostrar o quão poderosos são com suas máquinas carburadas, então eles aceleram pra ver se eu apresso o passo, mas nunca apresso. Por sorte, ainda não morri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei qual é a relação que tenho com o restante do mundo. Minha indiferença causa espanto nas pessoas, e esse espanto se torna raiva, ou qualquer tipo de aversão. Só sei que não gostam de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vou pra faculdade, muito, mas muito do mais do mesmo: os estudantes do meu curso, o Direito, a partir do 3º período, desfilam nos corredores da Universidade. Todos eles, praticamente sem exceção, andam engravatados, com seus Vade Mecum na mão, com olhar de superioridade, e esquecendo o detalhe mínimo, de que a maioria deles sequer irá finalizar o curso, e que são assim como a maioria da população mundial, grandes perdedores em potencial. Mas claro, com elegância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me remete ao processo fúnebre. Qual a motivação de enterrar alguém de terno e gravata? Pelo que me consta, ainda existe uma maioria populacional que carece de comida e vestimenta. Para manter tradições, e para respeitar o corpo desalmado – que irá apodrecer no máximo em um mês, completamente –, veste-se o morto de cima a baixo, caracterizando-o, e fazendo com que chegue aos portões do céu com boa aparência. E como seria isso? Relativo a uma entrevista de emprego? Não sei, é cada uma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao voltar pra casa, o cheiro de queimado já se alastrou por todos os cômodos. Já estou sem fome. Estou gripado, meu nariz tampado, e como o paladar é feito 90% de olfato, me livro de ter que pensar no que eu poderia estar comendo, e não posso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí tem a cama. E claro, o teto. O teto do meu quarto é o que tenho de mais emblemático na minha vida: ao acordar, o vejo e antes de dormir, também. Algumas coisas mudam, assim como nos seres humanos. Mas a não ser com toques de remodelagem, eles tendem a ruir, criar fissuras, e alguns casos – principalmente os mais envelhecidos – até cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como penso muito nisso, os meus sonhos são feitos basicamente de metáforas análogas ao meu teto. Morro de tédio; não bebo mais. O cigarro ainda é meu amigo, mas ele também é infiel, pois me deixa só quando falta dinheiro. Penso: - Mulheres e cigarros, me deixam saciado por 10 ou 15 minutos, enjôo, mando-os embora, e menos de meia-hora, os quero de volta. Enfim, vícios inerentes à minha existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fecho os olhos. Demoro muito a conseguir dormir, e enquanto isso eu penso no dia que passou, mas nunca penso no dia que vai vir. Não adianta criar conjecturas sobre o futuro. As pessoas sabem que um dia, o mundo irá acabar. Isso sim é realidade e sólido. Mas e o resto? O resto na verdade, é o espaço que é preenchido entre o início da sua vida e o fim do mundo. O engraçado disso, é que se espaço foi feito para ser preenchido, como então muitas pessoas preenchem sua vida de solidão? Não dizem que a solidão é vazia? E como é ser cheio de vazio? Taí outra coisa que não entendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra deixar a situação ainda pior, meus sonhos são assim como minha vida, muito monótonos. Não há gnomos, nem viagens astrais. Não há volta ao passado, nem a oportunidade de ser outra pessoa. Não tem prospecção ao futuro, nem auto-análises frutíferas; e são inveriavalmente escassos de entusiasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, tudo se repete: essa é a minha dose diária de realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;VINICIUS CANOVA PIRES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-3781140507459705395?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/3781140507459705395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=3781140507459705395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3781140507459705395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3781140507459705395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/08/realidade.html' title='CRÔNICA: Realidade'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7652523985383149274</id><published>2010-08-03T13:44:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T13:49:04.586-07:00</updated><title type='text'>Estados Unidos da América contra John Lennon</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;beatlemaníacos&lt;/span&gt; com certeza se entristecem ao relembrar o dia 8 de dezembro de 1980. Entretanto, os que não nasceram na época, e nem contemplaram a magnitude do grupo inglês, também sentem um enorme baque. Isso porque, historicamente, os Beatles traçaram um linha imaginária na música: antes, e depois deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos com seus respectivos talentos singulares, foram durante décadas, e ainda são, os pilares de sustentação pra qualquer pessoa que tenha um bom gosto musical, e claro, paixão pela vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns ainda atribuem o desmanche dos Beatles à entrada de Yoko Ono na vida de Lennon, fazendo-o rumar para outros campos culturais, despontando em carreira solo, e principalmente, por se envolver cada vez mais nas questões políticas do mundo. No caso, dentre todas as suas críticas, era mais enfaticamente contra a Guerra do Vietnã, cantarolando votos de paz e amor ao mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso eu discordo da maioria. No fim das contas, Ono completou John Lennon. Ele era a própria letra de suas músicas, ela no entanto, era todo o resto, da harmonia até a genialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Lennon bateu de frente com Nixon. O único Presidente do Estados Unidos à renunciar ao seu cargo por denúncias comprovadas que o desmoralizaram e que o marcaram historicamente como protagonista do caso Watergate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, apesar da descoberta, e da saída estratégica de Nixon, é impossível dizer que o republicano não exercia um poder enorme sobre os Estados Unidos da América, tendo em seu percalço, somente a sombra de uma juventude que se rebelava, justamente contra a guerra. A voz que se levantava contra o sangue derramado e as milhares de vidas jogadas fora de forma desnecessária, num enfrentamento considerado por muitos historiadores, uma causa ridícula e até mesmo inexistente, era o único modo de protesto válido e eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-líder dos Beatles era uma ameaça ao Governo americano, que ia perdendo o seu prestígio à medida que as pessoas paravam para ouvi-lo cantar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Give Peace a Chance&lt;/span&gt;, e principalmente, quando as pessoas sentiam que a mensagem que a música passava, deveria ser levada no mundo todo, cantada em uníssono para que todos pudessem ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senadores, o próprio Nixon, e até o FBI decidiram que era hora de dar fim à influência que Lennon – o pacifista –, exercia sobre os jovens norte-americanos. Essa decisão teve que ser tomada com caráter emergencial, principalmente, depois que John Lennon conseguiu libertar através de sua música, o ativista John Sinclair, que fora preso e condenado a dez anos de prisão, por portar dois baseados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou assim uma batalha intensa que durou cinco anos. A imigração queria deportar John Lennon, usando o argumento pífio de que a sua vida pregressa o vinculava com narcóticos, e os Estados Unidos da América não tolerariam esse tipo de imigrante em sua própria casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, a guerra acabou, o filho de John Lennon e Yoko Ono nasceu, e eles gozaram – mesmo que por muito pouco tempo – o melhor que a vida tem à oferecer: paz, tranqüilidade e sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que o músico foi assassinado, as pessoas se reuniram em todo o mundo para cantar “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Give Peace a Chance&lt;/span&gt;”, e para muitos deles, a partir dali, John Lennon havia deixado de ser única e exclusivamente um artista de sucesso, para tornar-se também um pilar da conscientização humana, sempre ponderando pontos em prol da paz, e usando de forma consciente a sua fama para dar no futuro, dias melhores para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7652523985383149274?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7652523985383149274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7652523985383149274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7652523985383149274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7652523985383149274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/08/estados-unidos-da-america-contra-john.html' title='Estados Unidos da América contra John Lennon'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1344959737284396289</id><published>2010-07-19T17:56:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T18:09:56.162-07:00</updated><title type='text'>Cabeça de gordo</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acho que eu nunca escrevi sobre esse tema. Não sei se inconscientemente discrimino a situação, ou se eu quis deixar pra trás essa fase da minha vida, digamos assim: nada feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, com quinze anos e estrondosos 127 quilos (é isso mesmo), tive que optar pela cirurgia bariátrica para salvar a minha pátria, e talvez a sanidade dos meus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças com tendências à obesidade vivem numa maratona medicinal que inclui: médicos (endocrinologistas principalmente), psicológicos, nutricionistas e demais profissionais do ramo. Não é o meu caso, mas há quem tente também evocar as forças do “além”, mas é claro, não deve dar muito certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao ano de 2004: numa incursão um tanto quanto arriscada para uma “criança”, decidi firmemente fazer a cirurgia, e desde então, minha vida mudou muito, e pra melhor. Opa, melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos à parte sensível deste tema: um pré-adolescente de quinze anos, com certeza ainda não passou por ¼ das experiências que a vida proporciona, tanto para o bem, quanto para o mal, por isso é  imprescindível o acompanhamento psicológico (isso mesmo, de novo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema para a maioria dos obesos, ou das pessoas acima do peso – e ascendendo –, é a tal da ansiedade em demasia. E essa ansiedade é tão prejudicial e perigosa quanto o próprio procedimento cirúrgico em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estomago reduzido pela metade, ou às vezes, muito menos do que isso, não agüenta receber grandes quantidades de alimento, mas a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cabeça&lt;/span&gt;, não lhe deixa exercer o papel de fiscalizador de suas próprias atitudes; daí o risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem remédios, milagres ou intercessão religiosa quando não temos a capacidade de nos controlar. Por isso, Cid Penteado Jr. é meu ídolo pessoal quando o assunto é cirurgia de redução de estomago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cid Penteado Jr. foi minha grande inspiração: chegou a pesar 300kg, fez a cirurgia, passou por uma reestruturação na sua vida, e hoje mantém o portal http://exgordo.com.br, que foi para mim - e para tanto outros -, a enciclopédia de informações em 2004, quando fiz a opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ex gordo”&lt;/span&gt;, não sei se foi Cid que inventou o termo, mas ele é extremamente oportuno quando se fala de pessoas que já foram obesas e hoje, atingiram o seu peso ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu portal, Cid tem uma explicação própria para isso, e bate diretamente com a idealização que faço sobre o mesmo tema. Não somos magros, magrinhos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;buchudos&lt;/span&gt;, nem magérrimos. Somos Ex Gordos, o estomago é reduzido, mas a cabeça continua a mesma, os cuidados e precauções devem nos deixar antenados 24h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A cabeça do gordo” &lt;/span&gt;é e será eternamente indisciplinada. Não há métodos de controle sobre isso, e nem sequer remédios tarjados com o mais negro invólucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz a cirurgia de redução de estomago, voltei a engordar - não tudo, é claro -, e faço um alerta a todos que acham que a vida é resolvida com golpes de bisturi e pílulas farináceas: controlem-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa postagem é em homenagem a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cid Penteado Jr&lt;/span&gt;., brasileiro, determinado, e que chegou aonde queria chegar: &lt;a href="http://exgordo.com.br/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;http://exgordo.com.br &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1344959737284396289?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1344959737284396289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1344959737284396289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1344959737284396289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1344959737284396289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/07/cabeca-de-gordo.html' title='Cabeça de gordo'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7936400222421212600</id><published>2010-07-13T15:03:00.000-07:00</published><updated>2010-07-13T15:10:01.479-07:00</updated><title type='text'>Em cima do muro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/TDzj6Dwol-I/AAAAAAAAAIU/r6UVYxx9ZEY/s1600/vinicius-canova.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/TDzj6Dwol-I/AAAAAAAAAIU/r6UVYxx9ZEY/s320/vinicius-canova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493516232066373602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu sou apolítico&lt;/span&gt;” – essa é uma frase que costumo ouvir bastante por aí, principalmente hoje em dia, tempos em que o jovem, utilizando o advento da internet e o inconformismo causado pela puberdade, dá vazão a uma raiva inexistente e esboça o clima de “odeio a tudo e a todos”, em pleno século XXI.&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Em minha opinião, essa frase nada mais expressa do que uma metáfora coloquial que deixa claro que essas pessoas não têm opinião. Existem também aquelas que têm, mas não sabem expressá-las, ou não têm coragem de defendê-las, muitas vezes, por puro comodismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na política, não são raros os comentários e os posicionamentos difamatórios em relação aos políticos, eu concordo com as críticas, mas tudo tem um jeito de ser feito, ponderando opiniões, argumentando e dialogando. Eu inclusive, por diversas vezes, critiquei – claro, sem generalizar – os políticos de carreira que nada fizeram, nada fazem, e nada farão, a não ser é claro, que essa atitude ajude a engordar seus próprios bolsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato, é real, é incontestável. Mas e aí, caro leitor: ao invés de buscar soluções, pesquisar uma forma efetiva de como mudar este quadro – que pelo que me consta, ainda não é irreversível – a maioria dos apolíticos (em cima do muro) se escondem atrás de ofensivas e depredações de prédios públicos como Assembléias Legislativas, Palácios do Governo, Câmaras de Vereadores, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de protesto anárquico tem como principal motivação a demonstração do lado bestial do ser humano, que o faz esconder o seu lado intelectual, pensante; o único determinante para que as mudanças aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez, aos 21 (vinte e um) anos, estou escolhendo um candidato para apoiar, principalmente porque tive chance de conviver com ele durante 1 (um) ano inteiro, ponderando qualidades e defeitos. Everaldo Alves Fogaça, ou simplesmente Fogaça como é conhecido no meio da imprensa, é jornalista, empresário e bacharel em Direito, formado em Rondônia. Algumas pessoas podem desdenhar: - Grandes coisas! Claro, é normal do ser humano fazer isso. Antes as críticas, depois as apresentações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o desdém só viria das pessoas que claro, não conhecem as suas raízes, e o quanto foi preciso lutar e abdicar da vida para chegar aonde chegou. Na infância, Everaldo não tinha outra diversão, se não, o próprio trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inquietação causada pela vida monótona e humilde em Ministro Andreazza – até então, ainda distrito da cidade de Cacoal – fez com que saísse cedo das asas dos pais e fosse se aventurar no mundo, se dedicando exclusivamente ao trabalho. Quem o conhece, sabe que ao acordar pela manhã, e até pouco antes de dormir, a preocupação em trabalhar cada vez mais, o motiva a lutar pela causa justa das pessoas menos afortunadas do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, foi através da imprensa, pelo jornal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O OBSERVADOR&lt;/span&gt; que Everaldo Fogaça deu os primeiros passos para tornar o Estado de Rondônia um lugar melhor, fiscalizando, denunciando e elogiando quando lhes cabiam elogios, os políticos e funcionários públicos que fizeram e fazem parte da Administração Pública de Rondônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a minha experiência pessoal me permite fazer um adendo em relação a algo que considero de suma importância: a oportunidade. Provavelmente Everaldo Fogaça nunca tenha encontrado uma porta escancarada em sua frente, e suas chances para crescer na vida dependeram unicamente do seu esforço integral, da sua força de vontade e capacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa dessa dificuldade que encontrou no mundo, Everaldo Fogaça desde que o conheço, recebe seja quem for de braços abertos: para ouvir, para entender, incentivar e alguns casos, até dar chances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse foi o meu caso. Uma mão na frente, e outra atrás. Fogaça me recebeu assim pela primeira vez em seu escritório, na época em que eu procurava desesperadamente um emprego, uma chance, uma oportunidade única de dar seguimento ao amor que tenho por escrever. Baseado apenas em meu blog na internet, recebi de Fogaça o seu aval para começar a trabalhar no mesmo dia, e cá estou eu, um ano depois, trabalhando no que considero um grande veículo de comunicação de utilidade pública, o jornal eletrônico &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O OBSERVADOR&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somando a vontade de trabalhar provada pela sua história de vida e as oportunidades que Fogaça faz questão de conceder – desta vez, comprovada pela minha história de vida –, deixo claro que nessas eleições eu não estou em cima do muro: meu voto é pelo meu amigo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Everaldo Fogaça Nº 65 789&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog Oficial da Campanha: &lt;a href="http://www.blogdofogaca.com.br"&gt;http://www.blogdofogaca.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7936400222421212600?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7936400222421212600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7936400222421212600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7936400222421212600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7936400222421212600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/07/em-cima-do-muro.html' title='Em cima do muro'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/TDzj6Dwol-I/AAAAAAAAAIU/r6UVYxx9ZEY/s72-c/vinicius-canova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1542533323060920144</id><published>2010-07-07T18:42:00.000-07:00</published><updated>2010-07-07T18:43:13.814-07:00</updated><title type='text'>Da lambança ao chiqueiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O homem ainda é um atrativo para humanidade, mesmo que, no íntimo de cada um de nós, já se possa antever as atitudes da maioria deles em relação à “N” assuntos. Movido basicamente à libido e instintos naturais, o gênero masculino continua dando ênfase a essa previsibilidade, e cometendo ainda, os maiores absurdos da história de humanidade, mesmo com históricos que não representam bons índices de sucessos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres. Ah... as mulheres. Por que tantos homens caem nas graças delas, fazem o que querem, lambuzam-se, servem-se, obtém o máximo de prazer, e acham que a contrapartida não existe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso do goleiro Bruno é só mais um caso, entre milhares no Brasil e no mundo. A prepotência, arrogância e os instintos primitivos do homo-sapiens, fazem com que os homens esqueçam da sua função social, das leis que existem no país, e principalmente, que as mulheres hoje, já não mais dependem deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliza Samúdio, usada à vontade pelo arqueiro flamenguista, deu o troco, engravidando e criando um vínculo que perdura para a vida inteira. Ela, não mais seria “mais um caso” de Bruno, seria enfim, a mãe de um de seus filhos. Quer queira, quer não: deveria ter o mínimo de respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se foi amor, paixão e necessidade, ou mera capacidade de aproveitamento por parte de Eliza, não se sabe. Sabe-se que o enredo real trata-se de uma história de traição, de envolvimento, e agora provavelmente, de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na comprovação da culpa de Bruno, haveria uma explicação: a palavra pensão para um homem despreparado e afim apenas de um festejo momentâneo, seria como citar Adolf Hitler aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Estragar um relacionamento estável, uma carreira promissora e uma imagem de respeitabilidade perante a sociedade causou em Bruno o furor; a necessidade de evitar que esses pensamentos desagradáveis se tornassem realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é o primeiro, e nem será o último caso em que um homem tentando conter danos, acaba fazendo dez vezes pior. Principalmente porque é nessa hora que as coisas tendem a ruir. Quando ele dispensa ajuda de qualquer pessoa, ficando à mercê de uma responsabilidade enorme, cujo conhecimento prévio deveria ser administrado de forma eficaz, evitando assim, a tragédia que provavelmente será anunciada nas próximas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele matou ou não, não sabemos. O que sabemos é que o cerco está fechando, e o caso ainda será resolvido provavelmente logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1542533323060920144?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1542533323060920144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1542533323060920144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1542533323060920144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1542533323060920144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/07/da-lambanca-ao-chiqueiro.html' title='Da lambança ao chiqueiro'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5602572436464986096</id><published>2010-07-05T20:41:00.001-07:00</published><updated>2010-07-05T20:41:57.181-07:00</updated><title type='text'>Linhas sutis que nos definem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Inúmeras foram às vezes que declarei neste espaço a minha aversão à auto-ajuda. Vou me contradizer hoje, e tentar esboçar algumas coisas referentes ao humor, que é o que dá vazão a centenas de pensamentos desagradáveis, ou soberbos, oportunos e inoportunos, que podem influenciar das mais diversas formas em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descarto a pecha de pseudo-psicólogo, uma vez que não tenho a pretensão de analisar ninguém, muito menos tentar apontar um caminho para as pessoas que ainda não encontraram nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, mais cedo ou mais tarde, as pessoas que possuem autocrítica e sensibilidade, conhecimento e compreensão, irão se questionar em algum momento da vida: - Que diabos eu faço agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As opções parecem diversas, o curto tempo de escolha, e a pressão aumentam a cada minuto, fazendo com que planejamentos, objetivos, sonhos e divagações se resumam a uma perspectiva torpe de fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lampejos de uma vida boa tomam sua cabeça, dando a impressão de uma realidade cada vez mais distante, e dando espaço ao que você definirá como mundo real, mas que, na verdade, não passa de reflexo de uma vida pautada em desventuras, irrealidades, e insatisfação. Neste momento, você aceitou o fim, se resignou ao padrão, buscou baixo e deixou de arriscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha sutil entre o fundo do poço e uma reviravolta, é a sutileza que existe nas suas relações diárias. Amigos, família, colegas, ou qualquer pessoa que lhe estimule com um sorriso; um aceno positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cabeça erguida nem sempre é sinônimo de desdém, às vezes, a visão panorâmica proporcionada por essa posição, é a imagem literal e eficaz de uma vida nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5602572436464986096?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5602572436464986096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5602572436464986096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5602572436464986096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5602572436464986096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/07/linhas-sutis-que-nos-definem.html' title='Linhas sutis que nos definem'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5719416983464074680</id><published>2010-06-14T20:19:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T20:20:41.044-07:00</updated><title type='text'>Em rede nacional, Eduardo Valverde cai em pegadinha do programa CQC e dá parecer favorável à inclusão de cachaça em cesta-básica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não é novidade que muitos de nossos deputados não sabem o que estão assinando, ou sequer sabem abordar assuntos aos quais deveriam no mínimo ter conhecimento básico. Até aí tudo bem, afinal de contas, nem todos sabem de tudo, e é difícil estar a par de toda a matéria que tramita na Câmara Federal, apesar de ser o papel deles. Mas, em campo desta vez, está o pré-candidato ao Governo do Estado, o deputado federal pestista Eduardo Valverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa CQC – Custe o que Custar –, exibido nacionalmente através da rede Bandeirantes, ao realizar uma matéria com a repórter Mônica Iozzi, resolveu aplicar uma ‘pegadinha’ nos deputados que perambulam os corredores do Congresso Nacional. A tal brincadeira consistia em testar os deputados, para ver se eles afinal de contas, sabem ou não sabem o que estão assinando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de uma petição assinada a pedido da produção do programa, os deputados que caíram no trocadilho deram sinal verde à inclusão de uma garrafa de cachaça ao Bolsa-Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado pela repórter, Eduardo Valverde não soube dizer que item adicionou a cesta básica do bolsa-família, e ao descobrir, se limitou a dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ – Aí você está sendo preconceituosa em relação ao trabalhador que precisa de cachaça.” – finalizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não foi só Valverde que caiu na pegadinha, e para todos os efeitos, foi o mais receptível a brincadeira. Praticamente todos os deputados não sabiam responder o que haviam rubricado, alguns se estressaram, sendo que um deles, o deputado federal Nelson Trad (PMDB/MS) agrediu a equipe do programa na última quarta-feira, dia 9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5719416983464074680?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5719416983464074680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5719416983464074680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5719416983464074680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5719416983464074680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/06/em-rede-nacional-eduardo-valverde-cai.html' title='Em rede nacional, Eduardo Valverde cai em pegadinha do programa CQC e dá parecer favorável à inclusão de cachaça em cesta-básica'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-9135303703506554320</id><published>2010-05-20T09:20:00.000-07:00</published><updated>2010-05-20T09:21:16.762-07:00</updated><title type='text'>Páreo duro!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sinceramente, 2010 é o ano da incógnita. E é por isso, que o torna tão  interessante do ponto de vista político, por exemplo. Sem esquecer que  esse ano também tem a Copa do Mundo na África do Sul, que também, temos  de convir, que não dá pra especular praticamente nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As raposas velhas da política têm caminho certo a trilhar, já os  aspirantes seja porque são novatos, seja porque querem outro cargo  político, são obrigados a reestruturar seus planos de campanha, ou  pré-campanha, se assim deseja ler o Judiciário. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a grande verdade, é que o ano de 2010, principalmente em outubro,  aguarda ainda muitas surpresas. Expedito Júnior se mostra muito forte,  não só na Capital, mas no interior também. Além da militância do PSDB,  que além de pomposa é muito forte e trabalhadora, o próprio carisma e o  trabalho exercido por Júnior enquanto Senador já o fortalece de todos os  lados. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confúcio Moura, de todos os pré-candidatos ao Governo, tem um lastro  político respeitável e muita gente o considerado muito bem preparado  para o posto que almeja. Para constatar isso, basta fazer uma visita a  Ariquemes e perguntar para qualquer cidadão, o que era o Município antes  de sua administração.  &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Cahulla, o atual governador, vem com um cabo eleitoral de luxo, o  ex-governador Ivo Cassol, que vai percorrer o Estado falando na  dobradinha e pedindo votos para ambos. Cahulla, em seu primeiro cargo de  comando, reúne em torno de si uma dezena de partidos e quer chegar lá.   &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora temos o PT, que surpreende em grandes escaladas, e em todos os  rincões do país. Se o candidato não apraz a opinião pública, o partido  ainda tem destaque entre a classe baixa do país. O Prefeito de Porto  Velho, por exemplo, carinhosamente apelidado pela mídia de ‘Candidato  Anônimo’, antes de ser eleito em sua primeira candidatura, mostrou que  do anonimato à Prefeitura, bastava uma visita do Presidente Lula. Esse  quesito ainda é poderoso, a imagem de Lula ainda pode escancarar portas  para Eduardo Valverde. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há ainda a incógnita chamada Acir Gurgacz, hoje senador, um poderoso  empresário que certamente quer entrar na briga com toda a estrutura  empresarial que o cerca e buscar o poder em Rondônia.   &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, essa incógnita continua sendo difícil de resolver: são  pré-candidatos de peso, andando pelo Estado de Rondônia inteiro, e com  uma missão em comum. Se existe alguma vantagem, ela deve ser atribuída  aos que já fizeram alguma coisa pelo Estado, nada a ser citado em  especial, afinal de contas, o eleitor já está careca de saber quem faz, e  quem não faz. Páreo duro!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-9135303703506554320?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/9135303703506554320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=9135303703506554320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9135303703506554320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9135303703506554320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/05/pareo-duro.html' title='Páreo duro!'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1475319737603128787</id><published>2010-04-23T08:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T08:35:25.280-07:00</updated><title type='text'>A volta do homem de Neandertal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com a frase “O crack destrói o Homo sapiens”, o psiquiatra Eduardo  Kalina, 71 anos, e um dos vários médicos que ajudaram a tratar o  problema de Maradona com as drogas, em entrevista ao jornal gaúcho Zero  Hera, define bem o que acontece com o ser humano que enverga para o lado  dos entorpecentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo “resguardadas as devidas proporções” não existe para Kalina,  sabe que todo ser humano reage de diferentes formas às variadas reações  das drogas, e é defensor do que pra ele já é mais do que uma teoria, é  lei: - A única cura para o usuário de drogas hoje, é abdicação total da  droga e dos fios condutores tal como: álcool e cigarros.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psiquiatra defende também a postura dos pais perante os filhos, deixa  claro que a postura exercida no dia-a-dia influi diretamente no  comportamento de um jovem, principalmente em relação aos pais, que são  na verdade, espelhos do que os seus filhos gostariam de ser. Mas deixa  claro: “Um pai que toma um copo de vinho no jantar não está criando um  filho toxicômano. Porém, um pai que está todo dia fumando e que bebe  muito por qualquer explicação não pode dizer ao filho que não consuma,  porque ele está consumindo”. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o mais importante em relação às drogas, Eduardo Kalina faz questão  de deixar claro: a ingestão diária de entorpecentes como cocaína e crack  resultam em danos às vezes irreversíveis numa área do cérebro que é  definida como cérebro frontal. Kalina explica: “ - Quando esses meninos  têm danos importantes no cérebro frontal, eles deixam de funcionar como  pessoas, são como macacos. Nós tratamos com medicamentos e fazemos  trabalhos cognitivos para fazer a região voltar a funcionar. Quando ela é  atrofiada, a pessoa vira um gorila. Você precisa da parte frontal para  pensar em Deus, ter espiritualidade, crenças, filosofia, ver o sentido  da vida. Os meninos que ficam com dano nessa zona, a maioria dos que  entram em crack e cocaína, viram animais. Eles matam porque gostam de um  tênis que a pessoa usava. Pegam o tênis e vão embora, não importa se  mataram uma pessoa que tem família, não importa nada”.  &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo na detecção de tais problemas, é importante lembrar o  descaso das autoridades políticas brasileiras, que ao não se importarem  com o que vem acontecendo, e fechando os olhos para as crianças que  estão nas ruas se prostituindo, matando e roubando para se saciar com as  drogas, estão corroborando com um futuro próximo onde só o que se verá,  é a deterioração da raça humana. Já estamos vendo, já sentimos, e não  fazemos nada. Mais uma vez, perdemos tempo e dinheiro com coisas banais,  enquanto os responsáveis utilizam de subterfúgios teóricos para não  intercederem. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1475319737603128787?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1475319737603128787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1475319737603128787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1475319737603128787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1475319737603128787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/04/volta-do-homem-de-neandertal.html' title='A volta do homem de Neandertal'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-2056278536901646275</id><published>2010-04-20T18:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T18:43:26.136-07:00</updated><title type='text'>Aos fãs de Coldplay,</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A era moderna implicou numa nova tendência. Os jovens e seu arsenal de  coisas novas, o mundo novo, o patamar acima do subsolo onde todos nós –  os seres humanos em desvantagem – vivemos, está infestado de modernismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O choroso canto composto de arranjos feitos especialmente para  vomitar lamúrias, está acabando com o que há de melhor nas pessoas.  Reclamar é vital; melhor ainda, é visceral. Mas o chororô copioso,  odioso, e desesperado já está deixando o subsolo revirado, a ponto de  causar em breve, um movimento brusco de placas tectônicas e dilacerar as  ruas do mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todo mundo tem que reclamar”, satirizava  Raul Seixas, todo mundo agora, tem que andar cabisbaixo, tem que  proclamar: eu sou um perdedor. Sim, invariavelmente, todos os fãs de  Coldplay são assim. Mas, ainda assim, devo tirar meu chapéu, porque ao  ser a melhor banda entre as piores, já deveria ser algo majestoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$  300,00 para ouvir cover de Joe Satriani? Eu prefiro comprar uma caixa  de DVD do Gênero Pornô Bizarro, a trilha sonora do bate-estaca  sincronizada ao som das “bombadas” ainda é melhor do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  a imprensa brasileira e os cientistas políticos gostam de falar por aí  que só o brasileiro é burro e não sabe eleger seus representantes, o  resto do mundo pode ser considerado ainda pior – leia-se: apadeutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao  receber sete prêmios no Grammy Awards nas categorias: Melhor Álbum de  Música Alternativa (2002), com o albúm Parachutes; Melhor Performance em  Duo ou Grupo com Vocal (2003), pela música In My Place; Melhor Álbum de  Música Alternativa (2003), pelo álbum A Rush of Blood to the Head;  Gravação do Ano (2004), pela música Clocks; Canção do ano (2007), com a  música Viva la Vida; Melhor Pop Performance Vocal em Duo ou Grupo  (2007), pela mesma música e Melhor Álbum de Rock (2009), por Viva la  Vida or Death and All His Friends, o mundo atesta seu certificado de  ignorância, porque é pelo gosto musical – e não duvidem – que conhecemos  as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva La vida, asnos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-2056278536901646275?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/2056278536901646275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=2056278536901646275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2056278536901646275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2056278536901646275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/04/aos-fas-de-coldplay.html' title='Aos fãs de Coldplay,'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1761505720273529993</id><published>2010-03-04T11:22:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T11:23:02.376-08:00</updated><title type='text'>Leigo ou não, não tem perdão</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Confesso que não sou um dos maiores entendedores de futebol no  Brasil. Não só não jogo, como também, nunca usei meu tempo para aprimorar meus  conhecimentos sobre. Na verdade, o que sei é simples: são onze jogadores de cada  lado, fazendo a alegria de toda uma nação. É isso que eu observava nas copas de  2002 (13 anos), 1998 (09 anos), e 1994 (05 anos, ano em que comecei a me  entender por gente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil pára. As pessoas desatinam a correr  buscando a televisão mais próxima. Para os boêmios, o barzinho é a melhor  escolha. Já para os pais de família, estar ao lado dos filhos e da esposa; ou  seja lá quem for, é também muito satisfatório. Agora, sinceramente, quando  observei o último amistoso da seleção brasileira contra a Irlanda, não sei se  fui só eu no Brasil todo que sentiu, mas não consegui ficar entusiasmado com  partida. Às vésperas da Copa, todo jogo anunciado se desenha como mais um longo  e tedioso ensaio ao que veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O feijão-com-arroz proporcionado por  Dunga, é o suficiente para manter um bom ritmo de jogo. Não há grandes craques.  Não há o jeito incisivo de Ronaldo, as firulas de Ronaldinho Gaúcho, a bomba de  Roberto Carlos, a objetividade de Rivaldo, enfim. Nenhum dos jogadores  convocados por Dunga é capaz de despertar nem sequer curiosidade, muito menos  aquela velha ânsia de acordar de madrugada no dia do próximo jogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repito: se tratando de futebol, sou basicamente um asno. Mas assim como  todo mundo, eu sei o que é um espetáculo, e com certeza, o que eu e toda a  população brasileira temos visto, é um time meia-boca e disposto a jogar para  ganhar todos os jogos de 1x0, se assim tiver que ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do povo  também não tem vez na seleção de Dunga. Ronaldinho Gaúcho está fora, Ronaldo  Fenômeno também. Por mais que não sejam os mesmos de oito anos atrás, ainda  proporcionam um espetáculo à parte quando entram em campo. Nossa confiança e  entusiasmo eles têm de sobra. Agora, na minha concepção, Dunga será eternamente  um personagem tímido de histórias infantis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1761505720273529993?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1761505720273529993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1761505720273529993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1761505720273529993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1761505720273529993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/03/leigo-ou-nao-nao-tem-perdao.html' title='Leigo ou não, não tem perdão'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8629638391313392130</id><published>2010-02-11T06:49:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T06:50:26.319-08:00</updated><title type='text'>Irresponsabilidades à parte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que o brasileiro tem o velho e bom costume de tripudiar em cima da própria vida, todo mundo já sabe. O problema é quando essa irresponsabilidade toma proporções gigantescas, e acaba atingindo outras pessoas. Principalmente aqueles que ainda sequer têm o discernimento para compreender certas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema com os banhos já é antigo. Não só em questões de afogamentos, a mistura fatal de bebedeiras e jet skis, mas também da falta de atenção em relação a algo muito simples: estamos em meio a selva amazônica. Vivendo entre cobras, jacarés ou se preferir, Wallygators. A tragédia em Guajará Mirim, onde um Jacaré de quase 5 metros devorou uma criança de 11 (onze) anos pode não ser a primeira, e talvez nem a última.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não podemos lutar contra o ecossistema (e nem devemos), o que podemos fazer? Não é possível criar uma área de recreação com parâmetros de habitat natural sem que as pessoas precisem literalmente morrer? Com o mínimo de segurança, pessoas treinadas para realizar salvamentos em caso de afogamento, sem a presença da fauna amazônica com fome e com certeza não importe se as pessoas são responsáveis ou não? Claro que é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas precisam justamente parar de pensarem que nada de ruim ira acontecer com elas, justamente porque só acontece com os outros. Todos estão passíveis à este tipo de acontecimento se fecharem pra sempre os olhos. Se até Steve Irwin, o famoso naturalista australiano especialista em animais selvagens, se encontrou com a morte após levar uma ferroada de arraia, porque não nós meros mortais que nada sabemos nem do trato mínimo com bichos domésticos? Complicado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8629638391313392130?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8629638391313392130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8629638391313392130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8629638391313392130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8629638391313392130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/02/irresponsabilidades-parte.html' title='Irresponsabilidades à parte'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-3023903188788417952</id><published>2010-02-04T05:30:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T05:32:09.576-08:00</updated><title type='text'>Blackout, filas e prisões</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;1º - Não dá pra entender!  São 05 (cinco) dias úteis na semana e, em todos eles eu costumo sair de casa às 7:30h no máximo e retorno por volta das 18 ou 19h. Os transformadores e a rede elétrica que fornece eletricidade ao bairro São João Bosco – bairro em que resido, fazem questão de não estourarem nesse meio tempo. Chega sábado e domingo, vuolá! Bummm! O mesmo transformador, o mesmo problema, o mesmo remendo mal feito (oriundo do trabalho das empresas terceirizadas que prestam serviços à CERON (Centrais Elétricas de Rondônia). Ou seja, além do azar – já que é sempre nos arredores de onde eu moro, há ainda, total má vontade por parte das pessoas responsáveis em resolver o problema. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Nós cidadão comuns, que suamos para pagar dívidas, impostos, e que mal usufruímos dos supérfluos podemos contestar sim, e devemos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;2º - Outro problema que já não é obra do azar, é a espera nas filas dos Bancos em Rondônia. Provavelmente é assim no Brasil todo, ou na maior parte dele. Mas, aqui em Porto Velho vemos que não há comprometimento algum por parte dos funcionários dos bancos para nos fornecer o mínimo de conforto, enquanto a espera maçante acaba com o resto do nosso dia, e do nosso bom humor – se é que ainda resta humor, creio eu, que apenas a perspectiva de ter que ir até o banco, já acaba com qualquer um.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Sabemos que todos os bancos, de acordo com suas arrecadações até bilionárias, podem sim oferecer melhor estrutura física e colocar mais gente para atender, é pura falta de bom senso e respeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;3º Quero me retratar neste tópico aqui. Por muitas vezes eu critiquei e ainda irei criticar muito as leis, também costumo criticar o sistema prisional e a própria polícia e sua eficiência. Mas hoje o dia é de congratulações. Além de recebermos diariamente vários boletins da Polícia Militar e Federal denotando toda sua eficiência na capital e em todo interior do Estado, devemos celebrar a Operação Camaleão. Foram 42 delegados de Polícia, um efetivo com cerca de 200 policiais (entre civis e militares) que cumpriram 34 mandados de busca domiciliar e 25 mandados de prisão temporária contra funcionários públicos e policiais civis e militares que compõem uma rede de estelionato (a informação é do rondoniaovivo). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Até o momento em que escrevo este texto, já foram efetuadas 19 prisões que envolveram funcionários do Detran, Correios, Policiais Militares e Civis. Então, parabéns ao corpo profissional que participou desta operação. São casos assim que lavam a alma dos brasileiros, e ainda ajudam a fazer com que acreditem um pouco mais no futuro, nas leis, e na ordem.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-3023903188788417952?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/3023903188788417952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=3023903188788417952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3023903188788417952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3023903188788417952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/02/blackout-filas-e-prisoes.html' title='Blackout, filas e prisões'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-3126663372581812082</id><published>2010-02-01T06:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-01T06:45:01.157-08:00</updated><title type='text'>Entre terremotos, enchentes e a censura ditatorial, fico com a parcimônia brasileira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Planejar viagens com certeza não é o meu forte. No final do ano – época de férias, eu vou pra aonde o dinheiro me permite ir, e para aonde a vontade indica. Nem sempre é um lugar distante de Porto Velho. Minha última aventura, por exemplo, foi a 477 km de Porto Velho, mais precisamente o município de Cacoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada muito confortável ou diferente; mas de qualquer forma, também não foi nada trágico. Antes do terremoto no Haiti, das enchentes do Peru, só não antes do Chaves na Venezuela, eu e alguns amigos pretendíamos viajar para as Ilhas Margaritas, nadar no mar do caribe, e depois conhecer Macchu Picchu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda idéia já está descartada, já que o período válido para ir é exatamente quando o pau d’água começa por lá. A idéia de ficar ilhado esperando resgate não é de todo ruim, adiar o retorno, faltar trabalho, mesmo que passando dificuldades é bem coisa de brasileiro, e eu me encaixo perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Venezuela precisamos entrar mudos e sair calados, sob pena de sermos enxotados, espancados, mortos ou até mesmo cancelados pela ditadura Chavista. Eu não tenho nada contra o Chaves além do que todo resto do mundo têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho mais raiva do meu representante cujo apelido é a denominação popular de um molusco. Além de compactuar com Chaves, botar panos quentes no que vêm acontecendo e andar de mãos dadas por colheitas usando chapéu de agricultor ao lado de um facínora sorridente, não faz a mínima diferença para ele se isso acabar por nos atingir, remontando épocas negras que já açoitaram o povo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, no final das contas, entre tragédias naturais e cala-bocas ditatoriais, eu prefiro a parcimônia brasileira. Já que admitimos e aceitamos por nos resignar, por que então alardear o inevitável? O que podemos fazer é ficarmos longe dos problemas que cercam outros países, outras pessoas, outras culturas, enfim. Nós não temos nada que ver com isso, não é mesmo amigo (a) brasileiro (a)? Aqui não é muito diferente. Nossos terremotos e enchentes são diários. As casas caem no Rio de Janeiro e em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prefeitos viajam de helicóptero para dar entrevistas nos locais das tragédias. E o que se faz? Absolutamente nada. A imprensa quando manifesta apoio ao Governo Lula está representando bem o seu papel, segundo ele próprio. Quando critica, está usando seu poder para denegrir sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o incômodo casual de nosso presidente representa a infecção do nosso país pelos novos ditadores da América Latina, que fizeram intensivão com Fidel e cia? Veremos, muitas águas vão rolas, muitas casas vão cair, e chãos irão se abrir até vermos em que vão o nosso próprio país irá cair. É só uma questão de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-3126663372581812082?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/3126663372581812082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=3126663372581812082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3126663372581812082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3126663372581812082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/02/entre-terremotos-enchentes-e-censura.html' title='Entre terremotos, enchentes e a censura ditatorial, fico com a parcimônia brasileira'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8593585260842906508</id><published>2010-01-25T10:37:00.000-08:00</published><updated>2010-01-25T10:40:09.207-08:00</updated><title type='text'>O Brasil também é o país dos trogloditas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se existe algo de repulsivo no ser humano, e principalmente no homem, é a covardia. Mas, atitude mais covarde do que se esconder atrás dos próprios impulsos, é dar vazão a eles, e colocar em prática os seus ímpetos desumanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes homens covardes gostam de açoitar mulheres; de espancá-las e maltratá-las. E o que mais deixa o povo perplexo é a falta de vigilância em relação a um problema que há muito já pode ser considerado epidêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“A mão que afaga é a mesma que apedreja”,&lt;/span&gt; não se pode traduzir Augusto dos Anjos literalmente, mas se há um significado objetivo para contextualizar tal situação, pode-se contar com a frase embutida no poema “Versos Íntimos” do escritor paraibano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desculpa para matar e para viver? O amor. Se já não é o bastante o perigo que representa um ex-marido ciumento e alucinado – principalmente se este nunca aceitou o fim do relacionamento –, o que não representaria um pedido da vítima para sua própria proteção? Se a polícia é acionada, afasta o sujeito momentaneamente, mas basta a viatura policial virar a esquina, e lá esta o meliante novamente, armando o próximo ataque, mancomunando sua covardia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que uma das primeiras matérias que escrevi trabalhando no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O OBSERVADOR&lt;/span&gt; foi pautada em casos de violência doméstica contra as mulheres. Em julho de 2009, entrevistei a delegada titular da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher e Família, Edna Mara que em dados superficiais, disse que são no mínimo 06 (seis) mulheres agredidas por dia só na capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na época, a delegada já afirmava: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- A porta de entrada da violência é a delegacia. E, é apenas o começo. O agressor continua sendo agressor, e a vítima continua sendo vítima. Cada um com suas características. O que precisa ser feito é um tratamento nesses agressores, algo como uma própria reabilitação para que possam conviver novamente com outras mulheres. Existem casos em que o homem comete o mesmo delito, mas a vítima é diferente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a recuperação tanto do agressor, quanto da vítima, deveria passar por uma série de tratamentos. Uma verdadeira reciclagem, mas isso é utopia, quando se pensa que nem o que deveria ser feito preliminarmente, por exemplo: o simples cumprimento de uma ordem judicial é efetivado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há interesse político e nem social de fazer com que as determinações da justiça sejam cumpridas. Se há separação de corpos, não há quem fiscalize que ele seja sumariamente respeitado. Afinal de contas, despacho em papel não tem olhos, nem braços, nem armas, e por isso é desdenhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas aquele clamor passageiro, a ladainha de sempre que se fala quando acontece uma tragédia de grandes proporções. Mas nós temos memória fraca, assim como vamos esquecer do Haiti em breve, como esquecemos do Collor, da Isabella Nardoni, do João Hélio, e de tantos outros casos que de supetão nos interessam e logo mais perdem o glamour &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"midiático"&lt;/span&gt; e evaporaram no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8593585260842906508?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8593585260842906508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8593585260842906508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8593585260842906508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8593585260842906508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/01/o-brasil-tambem-e-o-pais-dos.html' title='O Brasil também é o país dos trogloditas'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1431716205159851099</id><published>2010-01-19T13:30:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T13:31:04.130-08:00</updated><title type='text'>Um humilde pedido para quem já sofreu tanto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“ – &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: verdana;"&gt;Parece que da balsa pra cá, simplesmente não existe&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;”. A frase é do empresário e ex-deputado estadual pelo Acre, Valdomiro Sóstenes, ao falar sobre a energia elétrica que não chega onde e como deveria chegar. Mas, para falar a verdade essa é só uma das mais de mil situações em que a população da Ponta do Abunã precisou aprender a conviver para levar uma vida relativamente normal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Para se ter idéia do que os moradores da região passam, não adianta ler jornais, ouvir nas rádios ou ver na televisão. É preciso ir para lá, e estar frente-a-frente com os personagens que ajudaram a desenvolver cada centímetro dos distritos que formam a Ponta do Abunã. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Existe unanimidade no depoimento de praticamente todo cidadão entrevistado, seja ele empresário, trabalhador braçal, ou dona de casa: É difícil o acesso a bancos, correios, falta distribuição de energia elétrica, torre de celular e o puro e simples esquecimento das autoridades públicas já fazem jus à movimentação e a determinação das pessoas que lutam pelo “SIM”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Como negar um pedido de um povo fadado ao esquecimento? Andar mais de 300 km para resolver problemas burocráticos duas vezes por semana além de um desgaste físico tremendo, somam-se todos os riscos que acarretam a travessia via BR-364, e o povo deixa de ganhar dinheiro. Segundo André Aparecido dos Santos – sócio da madeireira Abunã Madeiras, uma ida ao centro de Porto Velho representa três dias de trabalho perdidos, e um gasto de no mínimo R$ 500,00 por pessoa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Outro personagem interessante é o Zé Gaúcho. Ele é morador de Extrema, mas peregrina durante quase 24 horas a Ponta do Abunã inteira tentando convencer a população a votar no 55 e confirmar, representando assim, uma vontade que pode até ser da maioria, mas ninguém ainda fez esforço que representasse tal querer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O plebiscito acontecerá no dia 28 de Fevereiro, e todos os portovelhenses deverão votar pelo mérito. Lembrando que pela última vez, um distrito poderá se emancipar através de plebiscito, já que o objeto já tramita há muito tempo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; É a chance que a população de Fortaleza do Abunã, Vista Alegre, Extrema e Nova Califórnia terá de se tornar independente, de produzir e compartilhar, de ter chances de evoluir. É uma condição que todos nós deveríamos ter, e os que têm deveriam se compadecer e levar esse tipo de informação adiante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Eu voto “SIM”, o povo sofrido e trabalhador da Ponta do Abunã merece ter perto de suas casas tudo aquilo que nós podemos desfrutar. Se não podemos tentar melhorar o mundo sem sermos convocados, eu espero sinceramente que cada um contribua com isso em sua pequena parcela de obrigação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1431716205159851099?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1431716205159851099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1431716205159851099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1431716205159851099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1431716205159851099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/01/um-humilde-pedido-para-quem-ja-sofreu.html' title='Um humilde pedido para quem já sofreu tanto'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-444781037993218433</id><published>2010-01-12T07:53:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T07:54:16.601-08:00</updated><title type='text'>Incapaz?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.oobservador.com/userfiles/bauby.gif" alt="" width="250" align="left" height="185" /&gt;“Eu não posso”, “eu não consigo”, “eu já perdi”, “não me resta mais o que fazer”, entre outras frases célebres entre os declarados perdedores, ecoam na cabeça das pessoas que enfrentam suas primeiras dificuldades e fraquejam. Eu não gosto de qualquer tipo de texto de auto-ajuda, acho que eles vão completamente na contra-mão da funcionalidade; todavia, existe uma história real em particular que vale a pena ser contada exatamente para uma finalidade motivadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Scaphandre et le Papillon (O escafandro e a borboleta) filme europeu dirigido por Julian Schabel e com roteiro baseado no livro de Jean-Dominique Bauby – editor da revista francesa Elle – e protagonista do filme, tira a idealização da “pena de si mesmo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 43 anos Jean-Do (como é chamado pelos amigos mais próximos) sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) enquanto andava de carro com seu filho, ficando em coma por aproximadamente vinte dias. Ao acordar, a junta de médicos designada para cuidar de seu caso, constata que ele está em uma condição de enfermidade rara: a síndrome do locked-in.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de Locked-in faz com que os pacientes permaneçam cientes e despertos, mas incapazes de se mover ou de se comunicar dada a paralisia que atinge praticamente todos os músculos voluntários do corpo. Esta condição é resultado de uma lesão no tronco cerebral na qual a parte ventral da ponte é danificada. A síndrome de Locked-in é descrita como "a coisa mais próxima de ser enterrado vivo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, com a ajuda de seus médicos que utilizaram uma técnica de comunicação até então nova, Jean-Dominique &lt;img src="http://www.oobservador.com/userfiles/23333.jpg" alt="" width="180" align="right" height="120" /&gt;começou a se comunicar piscando uma vez para toda letra que quisesse usar e que fosse pronunciada pelo seu interlocutor, formando frases e fazendo com que Jean, dez dias antes de sua morte, visse a capa de seu livro pronto, conquistado com muito suor e descrevendo não só o sofrimento, mas a beleza de poder usar a extensão máxima de sua imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, será mesmo que você não consegue nada? Será que é impossível ir mais a frente? Não se sabe o quão bem se está, até estarmos nestas condições limitadas, mas ainda sim, podemos concebê-las ao ler, ver e ouvir relatos como estes. Você realmente é incapaz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Vinicius Canova Pires &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;viniciuscanova@live.com &lt;/span&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-444781037993218433?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/444781037993218433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=444781037993218433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/444781037993218433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/444781037993218433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/01/incapaz.html' title='Incapaz?'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-4951403592338866860</id><published>2010-01-04T07:41:00.000-08:00</published><updated>2010-01-04T07:44:32.126-08:00</updated><title type='text'>Uma nova tendência</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Ordem DeMolay pode ser vista por vários prismas: algumas pessoas têm medo, outras sabem do que se trata (ao menos em sua superfície), e outros, fazem parte dela. E dentre todos os boatos, mentiras e verdades, o que deixa um saldo positivo disparado, é a realização de atividades filantrópicas, sem a pretensão do “receber algo em troca”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordem DeMolay é uma organização filosófica, fraternal e iniciática, para jovens - do sexo masculino - com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. Isso não significa que aos 21 você é obrigatoriamente, destinado a partir da sua fraternidade, mas deixa de estar ligado de forma obrigatória com as tarefas que se propôs a realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, meu contato com a Ordem foi rápido, mas em qualquer lugar do mundo em que eu tenha buscado contemplação nas minhas incursões em busca de conhecimento e saber, superaram os ensinamentos que tive enquanto estive lá, e os que ainda recebo enquanto amigo dos atuais freqüentadores. É obviamente um lugar que faz com que você extraia espontaneamente o melhor de si, mas não para guardar e sim, para contribuir com essa parcela de benevolência ao mundo que hoje está sendo tão malévolo para tantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ver também, que as boas ações não precisam estar ligadas ao medo e receio de duras penitências pós-morte, nem a bem-vindas restituições religiosas, ou até mesmo monetárias – para os mais gananciosos. Tanto funciona assim que todos lá dentro têm direito a seguir a religião que quiser desde que, tenha alguma. É necessário esse desprendimento do egoísmo que pode nos prender ao fictício de que os seres humanos são únicos nesse universo e estamos aqui por acaso, aberrações oriundas de misturas químicas acidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu tive todo esse aprendizado com alguns deles, em especial posso citar: Raphael Braga Maciel, Maurício Freire, Felipe Lima, João Peron e César, que são pessoas que se empenham todos os dias, pela lapidação de seu caráter e na aptidão para passar esse aprendizado a frente. São mais do que exemplos para mim, de vida e de retidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim das contas, o que se vê, são jovens que são indicados já por terem uma inclinação boa para o bem, para o resguardo do bom e velho trato social e uma inspiração que banha a outros jovens em seus discursos recheados de verdades e de ações. Lá dentro não basta falar, é preciso fazer, idealizar, projetar e principalmente, concretizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma ideologia que não precisaria estar presa a um templo, ou a um grupo só de pessoas, mas é nessa célula de atuação que a disseminação e a propagação de uma nova postura, direcionada a ajudar outras pessoas que estão precisando, é extremamente necessária. Sem os patamares que diferenciavam as pessoas na era feudal: é o clero, nobreza, camponeses e vassalos andando de mãos dadas em prol de um mundo melhor, que infelizmente por enquanto, ainda parece utópico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento coletivo e a participação das pessoas em qualquer núcleo político-social geram uma contaminação de ego, que nos direciona a uma conduta boa ou ruim, dependendo do que se prega, e como se prega, em determinada instituição. E é aí que está a salvaguarda do nosso futuro. Com pequenos gestos, e contextualizando – mesmo que virtualmente – um mundo melhor, é possível que as pessoas comecem a acreditar mais em si e nas futuras gerações. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-4951403592338866860?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/4951403592338866860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=4951403592338866860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/4951403592338866860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/4951403592338866860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2010/01/uma-nova-tendencia.html' title='Uma nova tendência'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7722427319623417764</id><published>2009-12-30T04:23:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T04:25:48.818-08:00</updated><title type='text'>2010: ainda há esperança?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Numa espera de aeroporto, com a ansiedade à flor da pele, sempre tenho a necessidade de comprar algo para ler. Algo que possa me entreter nas horas que precisam ser preenchidas da minha chegada, até a chegada da pessoa esperada. Esse é o primeiro ponto onde a esperança precisa ser eficaz: encontrar uma leitura capaz de enganar minha concepção de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capa da revista Galileu de dezembro/09 revive uma caricatura da TIME, revista americana que nos anos 80 mostrava uma arma apontada para o leitor dava vida à idéia de que a comercialização livre de armas no país era algo a ser revisto, mas a Galileu no lugar da arma, colocou uma entrada USB e um PEN DRIVE em cima, caracterizando a disseminação dos crimes de Internet. Inclusive, atribuindo aos piratas da rede (hackers) o apagão ocorrido no país, no último mês de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na verdade o que me interessou foi a matéria do menino africano William Kamkwamba, especificamente no Malauí e que tinha somente 14 (quatorze) anos de idade,  quando aprendeu através de livros didáticos doados pelos americanos, a fazer com entulho e lixo, uma torre de captação de energia eólica. Um semi-analfabeto, que só sabia falar o dialeto predominante em seu vilarejo, aprende sozinho a ler e escrever em inglês, e decifra então, o mundo enigmático da física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de matéria que ainda consegue despertar em mim um pouco de esperança do que podem ser os próximos anos. Talvez não em 2010, tampouco em 2011, mas pessoas singulares como o pequeno africano que escreveu o livro “O menino que domou o vento”, podem em sua parcela de contribuição, mudar cabeças. Fazer com que as pessoas enxerguem um mundo diferente. E só em pessoas diferentes, é que nós conseguiremos manter um ciclo harmonioso de paz, que sei, cada um de nós deseja intensamente. Então, para 2010, quero agradecer a todos vocês que leram a recém-nascida coluna “Pingo nos IS”, e que o ano comece da melhor maneira possível para todos vocês. Um grande abraço, boas festas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7722427319623417764?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7722427319623417764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7722427319623417764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7722427319623417764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7722427319623417764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/12/2010-ainda-ha-esperanca.html' title='2010: ainda há esperança?'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-3234548270217809892</id><published>2009-12-16T12:39:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T12:41:24.616-08:00</updated><title type='text'>Natal: confraternização e extremismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Existem pessoas que se rebelaram contra a data comemorativa do natal. Dia em que, para muitos, não passa de uma mera oportunidade capitalista para os grandes empresários angariarem mais o dinheiro da população, um apelo consumista de final de ano que custeará o inicio de novas idéias pro ano seguinte. Do outro lado da linha, a maioria dos cristãos se prepara o ano inteiro para celebrar mais um aniversário de Jesus de Nazaré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do lado hipócrita do Natal, algumas pessoas realmente fazem questão de promover um pouco de felicidade a outras que nada têm. Normalmente essas pessoas preferem ficar no anonimato, ou simplesmente não fazem questão de estarem cercadas de publicidade em cima desse ato de nobreza. Afinal de contas, fazer o bem sem olhar a quem, é uma obrigação ou um favor? Ainda existem pessoas conscientes de que seja uma obrigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, no refugio aconchegante de nossos lares, não podemos esquecer que enquanto estamos bem de vida, finalizando mais um ano de saúde e tendo a chance de abraçarmos nossas mães lacrimejando de alegria, crianças mundo afora se afogam em choros torrenciais e pedem às suas mães um pouco de comida que infelizmente, não podem prover.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso é sempre igual. A lástima é sempre a mesma. Quem lê, já tacha: pura demagogia. Mas ninguém que tem a oportunidade de voltar pra casa todos os dias para um lar regado de todas as regalias divinas, poderá julgar ou sequer opinar sobre o que é demagógico ou não em relação às carências do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a nossa crosta de individualização nos impede de sermos caridosos todos os dias, que sejamos ao menos uma vez por ano. Não para saldar dívidas com nossas religiões, e sim, com nossas próprias consciências. Nós já sabemos que não poderemos depender da “aristocracia” brasileira para que isso aconteça. Então, fazer um lugar melhor para seus filhos pode começar agora, e partindo de você. Feliz Natal a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-3234548270217809892?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/3234548270217809892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=3234548270217809892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3234548270217809892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3234548270217809892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/12/natal-confraternizacao-e-extremismo.html' title='Natal: confraternização e extremismo'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6012439688399073875</id><published>2009-12-03T08:14:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T08:17:58.601-08:00</updated><title type='text'>Sinônimos de subsistência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mensalão, mensalinho, propina, “molhar das mãos”, “faz-me-rir”, e outras expressões que se tornaram chavões dentro do mundo da política brasileira já viraram clichês que enredam até os roteiros de teatros internacionais. Por que citar só a corrupção brasileira? Porque, convenhamos: dentro da política séria (teoricamente), as coisas mais escrachadas que acontecem dentro desse contexto, se passa em território brasileiro. Nós vivemos um conceito chamado: só acredito vendo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas, tem como ver mais do que já foi mostrado nos últimos 10 (dez) anos, por exemplo? Collor? Fichinha. Sarney? Fichinha. Ditadura Militar? Ok, ok, nem tão fichinha assim, mas com certeza, bem parelho ao contemporâneo. Internacionalmente, temos boas relações com os países estrangeiros, isso claro, enquanto uma das cidades mais bonitas do nosso país perece em contínua guerra civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a esse drama, os políticos, donos de jornais, grandes empresários, e afins, vão colocando dinheiro de propina em suas roupas íntimas, calçados, meias, bolsos internos e externos de seus ternos. Eles rezam, pedem proteção divina para quem está “provendo”, é claro. Afinal de contas, quem é que quer perder a sua teta provedora de fundos não contabilizados? Aquela dinheirama que não é descontada no ‘leão’, é a mais rentável que existe. Para os políticos, ela serve para financiar as campanhas milionárias e incertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for o termo que se prefira, esse dinheiro ‘extra’ proveniente muitas vezes do suor do cidadão comum, é desperdiçado para o bem de uma pessoa só, gasto com iguarias prazerosas, festas, financiamento do tráfico de drogas, entre tentas outras vertentes de investimentos que podem ser tachadas como desperdício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: assim como em alguns lugares do planeta, uma parte de agricultores precisa do seu próprio plantio para viver, não só na venda, mas também no consumo, esse tipo de gente só consegue sobreviver se aproveitando dos outros. Não conhecem outro tipo de vida se não aquela inversão do ditado de Robin Hood: roubar dos pobres para dar aos ricos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6012439688399073875?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6012439688399073875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6012439688399073875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6012439688399073875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6012439688399073875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/12/sinonimos-de-subsistencia.html' title='Sinônimos de subsistência'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5126867543106059136</id><published>2009-11-25T11:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T11:09:26.817-08:00</updated><title type='text'>Brasil, asilo de terroristas e bandidos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No país da impunidade, da ascensão dos números da criminalidade, dos assassinatos, das milícias cariocas que mandam e desmandam em comércios e controlam a vida das pessoas, mais uma vez, demonstramos que o Brasil, é sim, asilo para bandidões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.oobservador.com.br/userfiles/battisti1.jpg" alt="" vspace="4" width="150" align="left" border="10" height="199" hspace="2" /&gt; Cesare Battisti, criminoso internacional que conseguiu asilo político junto ao Governo brasileiro fez até greve de fome para protestar com o que estão fazendo com ele. Chega a dar pena, não? Me lembra até o caso Garotinho. Condenado em todas as instâncias pelo Governo italiano, acusado de ter cometido 4 (quatro) assassinatos na década de 70, Battisti teria que cumprir prisão perpétua caso retornasse ao seu país de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) votando em sua maioria pela sua extradição, a decisão final que dirá se ele irá ficar ou não, cabe ao presidente Lula. Judicialmente, o Supremo decidiu que Battisti deve cumprir a pena ao qual foi incumbido e pagar pelos seus erros, para mim, não há nada mais democrático do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Battisti tem recebido aqui, tratamento de rei com todas as regalias que um preso pop-star possa querer. Também recebeu manifestações de apoio do povo brasileiro, que no dia do julgamento no STF, levavam cartazes a exemplo desses dizeres: “STF, extraditar Battisti é um ato de inquisição moderna”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquisição moderna, não seria deixar solta uma pessoa que tirou a vida de outras e anda peregrinando por outros países em busca de proteção? Isso não seria a própria personificação da inquisição? A justiça existe para isso: proteger pessoas inocentes, também os opositores de Governos opressores, mas abrigar homicidas contumazes dissimulados é demais até para nós.&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5126867543106059136?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5126867543106059136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5126867543106059136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5126867543106059136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5126867543106059136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/11/brasil-asilo-de-terroristas-e-bandidos.html' title='Brasil, asilo de terroristas e bandidos'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-281729469508107337</id><published>2009-11-23T14:59:00.001-08:00</published><updated>2009-11-23T14:59:56.592-08:00</updated><title type='text'>Enredos clichês que estragam bons filmes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O meu artigo de hoje, não é sobre o fim do mundo, tampouco é uma resenha do filme 2012 do diretor Roland Emmerich. Mas, é óbvio, que vou precisar de um exemplo para expor o que eu quero falar sobre os enredos clichês que costumam estragar bons filmes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="font-family: verdana;" alt="" src="http://www.oobservador.com.br/userfiles/yep.jpg" width="266" align="left" height="400" /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Em 2012, há toda aquela estória do pai divorciado – ainda apaixonado pela mãe de seus filhos –, que busca as crianças para acampar ou fazer qualquer outra coisa tentando compensar a ausência. Um deles, é claro, é revoltado pela falta do pai, e o outro é ingênuo demais para ter sentimentos de repulsa. Depois da várias ações heróicas para salvar os filhos, o menino relutante em chamar Jackson Curtis (John Cusack) de pai, chora para vê-lo vivo e ficar com ele. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Por outro lado, Gordon (Thomas McCarthy), o atual marido da mãe, um cara bem sucedido, bondoso com as crianças, morre no final, mas não sem antes os personagens das crianças declararem que ele é um cara muito legal, justificativa que o roteirista não acatou e o matou mesmo assim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Sejamos francos: é ou não é um final sacana para quem em que sua parca compreensão de como pilotar um avião monomotor, consegue controlar um bimotor e depois ser co-piloto de um Boeing russo, e acaba sendo o verdadeiro salvador da pátria, perdendo os créditos para Curtis que resgata o amor de sua ex-esposa? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Logo 5 (cinco) minutos após seu atual marido ser triturado nas engrenagens do portão da arca, os dois pombinhos já estão se beijando (e o mundo continua acabando). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Se em 5 (cinco) minutos Gordon (o finado marido e verdadeiro salvador da pátria) já havia perdido o pouco amor da mulher, em 10 (dez) a família já estava completamente reestruturada. Agora, se nós esquecêssemos toda essa conversa fiada e perguntássemos: - Mas quem diabos teria coragem de ficar de romance barato no meio do fim do mundo? Oras! Jackson Curtis. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Mas 2012 não é o único filme que tem um enredo piegas contrastando com a supremacia máxima da computação gráfica traduzida nos efeitos especiais. Muitos filmes de sucesso garantido – e não depreciados pelo enredo – já passaram por isso. Creio eu, que um roteiro um pouco mais realista, no que já é completamente desproporcional à realidade, cairia bem melhor.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-281729469508107337?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/281729469508107337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=281729469508107337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/281729469508107337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/281729469508107337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/11/enredos-cliches-que-estragam-bons.html' title='Enredos clichês que estragam bons filmes'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6517129241287396868</id><published>2009-11-18T04:32:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T04:33:36.000-08:00</updated><title type='text'>Qual será o estopim para a reação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não há mais o que argumentar: estamos em guerra! O assunto é antigo, mas ele se renova e é posto em pauta cada vez que um capítulo novo na história do Rio de Janeiro ganha mais um parágrafo. Os políticos são coniventes, a polícia é conivente, o cidadão já desistiu, e os tentáculos do tráfico de drogas e do material bélico pesado se alastram pelo Rio de Janeiro com velocidade surpreendente. Agora, eles derrubam helicópteros. Antes eles "apenas" matavam policiais militares com uma naturalidade de quem está dizendo: - Bom dia. Amanhã, estarão formando comboios para atacar o centro da cidade, e logo mais estarão alojados no Brasil inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto estamos felizes e no oba-oba de Copa do Mundo e Olimpíadas, o planejamento é para a contenção dos bandidos somente nesses eventos – assim como aconteceu no Pan-americano 2007 –, afinal de contas, seremos visitados por vários estrangeiros e não queremos que eles tenham uma má impressão do nosso país, e nem que enxerguem claramente a nossa inoperância, certo? O que impressiona, é que não há uma investigação mais profunda para saber de onde os traficantes do Rio tiram armas de guerra, como conseguiram um arsenal que coloca em dúvida a coragem da Polícia Militar do Rio de Janeiro? Infelizmente, parece que nada pode ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção – caso ocorresse –, teria que ser improvisada, mirando a morte de poucos traficantes, e evitando não fazer o mesmo com os demais moradores da favela que nada tem a ver com o tráfico, senão, ter que concordar com aquela situação em troca do passe livre e da vida. Não sabemos o que pode ser feito, é preciso muito estudo, dedicação, planejamento e por fim a ação, para dar fim a esse problema social que atinge uma das cidades mais lindas do Brasil. Mas ainda não se sabe o que os políticos estão esperando para agir. A queda de um helicóptero, mortes de oficiais da Polícia Militar, o arsenal de grossos calibres e em grandes escala, a produção e venda massiva de cocaína, as mortes de centenas de pessoas de bem que morrem em meio ao tiroteio da Polícia contra o tráfico, enfim, fica a pergunta: - Qual será o grande estopim que criará uma reação e finalmente dará um fim aos traficantes no Rio? Por enquanto a resposta é uma incógnita. Mas a população pode respirar aliviada, afinal de contas, dentro de quatro anos teremos Copa do Mundo, e ficaremos alguns meses sob a densa proteção da polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, em 2016, a mesma coisa. Podemos relaxar enquanto os outros países estiverem visitando o Brasil. Só assim para haver o policiamento adequado e para preocupar os políticos deixando-os antenados. Respeito com o brasileiro não existe nenhum. Enquanto as pessoas morrem aqui, o único plano que há, é proteger os eventuais estrangeiros que irão aparecer no Brasil para apreciar o esporte. Ê dilema! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6517129241287396868?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6517129241287396868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6517129241287396868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6517129241287396868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6517129241287396868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/11/qual-sera-o-estopim-para-reacao.html' title='Qual será o estopim para a reação?'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1098994236468949787</id><published>2009-11-17T04:49:00.001-08:00</published><updated>2009-11-17T04:50:57.002-08:00</updated><title type='text'>A nova geração da ditadura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwKcBOXX6_I/AAAAAAAAAG0/qYkFoaWDKZw/s1600/ditadura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 223px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwKcBOXX6_I/AAAAAAAAAG0/qYkFoaWDKZw/s320/ditadura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405054047647951858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ao fuçar na internet, principalmente em alguns fóruns de discussões políticas, e  até mesmo no famoso orkut em comunidades seja lá de qual cunho for, é  impressionante o número de pessoas que estão desacreditadas com a democracia e  pedem a volta da ditadura. A maioria dessas pessoas são jovens entre 17 e 25  anos. Os argumentos variam: os mais desinformados acreditam que um sistema  organizacional direcionado à manutenção da compostura dos cidadãos daria jeito  na corruptela que se alastra pelo país. Os mais informados no assunto – que não  viveram a ditadura, mas dão impressão de terem lido bastante sobre – alegam que,  a democracia no Brasil é um feto natimorto, e que nunca teve eficácia.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já os que sempre se posicionaram contra, avaliam que, as efemérides da  época eram recheadas de conteúdo pró-ditadura, e que hoje as coisas não são tão  diferentes, o que mudou apenas, é o contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léo Lince, sociólogo e mestre em  ciência política pelo IUPERJ avalia: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“ - &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: verdana;"&gt;A linha editorial dos  jornalões trabalha, todo santo dia e com a competência de sempre, a  rearticulação do pensamento autoritário e a defesa dos interesses conservadores.  Se o governo despeja bilhões para o capitalista encalacrado na roleta do cassino  financeiro, não dá outra: será elogiado pelo bom uso da racionalidade econômica.  Se a Justiça do Trabalho, pressionada pela mobilização sindical, susta demissões  imotivadas, como foi o caso da Embraer, isso não pode, é “delírio  ideológico&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ah, sempre lembrando que Lince, é uma das vozes do  comunismo no Rio de Janeiro. Agora, se as coisas parecem tão extremas, de um  ponto para o outro, como achar uma solução eficaz, capaz de dissuadir  pensamentos tão arcaicos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi dizer certa vez que a tendência do homem é a  progressão mental e física, e hoje, o que somos? Novamente, australopithecus.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não vou me admirar em nenhum momento, caso veja alguém na rua arrastando  sua esposa pelos cabelos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu? Eu sou a favor da democracia. Apesar da  necessidade de aperfeiçoamento, a democracia é o único regime de governo capaz  de progredir, diferente do que têm aparentado nós, seres humanos. A democracia  está ligada com a nossa capacidade de evoluir, quando isso acontecer, sem  precisar de extremismo algum, as coisas vão se endireitar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1098994236468949787?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1098994236468949787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1098994236468949787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1098994236468949787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1098994236468949787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/11/nova-geracao-da-ditadura.html' title='A nova geração da ditadura'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwKcBOXX6_I/AAAAAAAAAG0/qYkFoaWDKZw/s72-c/ditadura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7025728563164650189</id><published>2009-11-16T07:23:00.001-08:00</published><updated>2009-11-16T07:26:51.035-08:00</updated><title type='text'>Boas conseqüências do verbo "destruir"</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwFumzUQ21I/AAAAAAAAAGs/p2gz1izksiQ/s1600/berlim2222222.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwFumzUQ21I/AAAAAAAAAGs/p2gz1izksiQ/s320/berlim2222222.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404722640710589266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quem foi que disse que a palavra; o verbo destruir há de ter  sempre uma conotação ruim? Se você perguntar para um berlinense, hoje,  obviamente ele ficaria espantado com essa concepção. A queda do Muro de Berlim,  que separou Berlim, a Alemanha, e o mundo durante longos 28 anos, é um exemplo  claro e ainda vivo, de que nem todo toque humano para “&lt;em&gt;destruir&lt;/em&gt;”, é  errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o comunismo utópico e distorcido teimava em imperar do lado  Oriental, sob os domínios ideológicos e bélicos da União Soviética, no lado  Ocidental, lutava-se bravamente para manter-se os bons resultados obtidos na  vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial, a liberdade, trazida na própria figura  do capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cento e Oito Mil quilômetros separavam a Alemanha  Oriental da Alemanha Ocidental. Por quê? Simples. Era óbvio, que os alemães já  não agüentavam o totalitarismo, e ditames de outrem – nem mesmo do Governo, ou  do exército –, para seguirem suas vidas. A migração em massa era um fato que  deveria ser controlado pelo lado Oriental, então, surgiu a idéia maravilhosa do  muro. Mesmo assim, 3 milhões de pessoas conseguiram cruzar a fronteira para  fugir do regime comunista. Sorte de quem conseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Veja, em  sua edição 2138, de 11 de Novembro de 2009, traz à tona mitos e verdades sobre a  Alemanha Oriental, na página 133:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos mais pujantes, era o  mito que dizia que, no lado Oriental, havia emprego para todos. Segundo o  Jornalista Alemão, Armin Fuhrer, o estado que dominava todo o sistema de  produção, contratava dois ou mais trabalhadores para fazer a tarefa de um – o  que acabou por levar o país à ruína. Com base no nível de ociosidade da mão de  obra, estima-se em 16% o desemprego real na Alemanha Oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando  Hitler morreu em 30 de abril de 1945, deveria ter sido enterrado junto com ele,  todo e qualquer tipo de ideal totalitarista, autoritário, que pudesse afetar o  mundo novamente, e estremecer de novo o que é certo; a liberdade de expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso é necessário que todos esses “Muros de Berlim” que incitam  mascaradamente o bem comum, sejam de imediato, destruídos, destroçados,  aniquilados, derrubados, esmigalhados, enfim. Jamais na história do Mundo, a  segregação trouxe algo de bom para a humanidade, as pessoas só têm boas  lembranças dos grandes aglutinadores. E novamente, viva a democracia!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7025728563164650189?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7025728563164650189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7025728563164650189' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7025728563164650189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7025728563164650189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/11/boas-consequencias-do-verbo-destruir.html' title='Boas conseqüências do verbo &quot;destruir&quot;'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SwFumzUQ21I/AAAAAAAAAGs/p2gz1izksiQ/s72-c/berlim2222222.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-2066462644862622973</id><published>2009-09-01T20:15:00.000-07:00</published><updated>2009-09-01T20:18:39.018-07:00</updated><title type='text'>Chegou o dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Chegou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o dia &lt;/span&gt;que ele esperava. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia &lt;/span&gt;que ele clamou e depois temeu. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia &lt;/span&gt;que a clausura evitaria todos os espécimes ao seu redor. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia &lt;/span&gt;em que suas últimas vontades perderiam a graça. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia &lt;/span&gt;em que a lamúria, o ódio, o temor, o descompasso louco das paixões e conexões amigas o deixariam para trás. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia &lt;/span&gt;em que o avanço tecnológico não mais o satisfaria, que as leituras estariam desprovidas de sabor, e também, que a comida virou apenas uma questão de sobrevivência. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dia&lt;/span&gt; em que o prazer, a degustação e os pequenos gestos proveitosos não mais o interessavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mesmo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dia&lt;/span&gt;, os passos retrocederam uma vida inteira, mas ao invés de tornar novamente todos os pequenos passos da vida em prazer, fez-se sucumbir numa extrema dor criada a partir de seu ego inflacionado. Ele deixou de ser adulto, deixou de ser adolescente, e tornou-se novamente uma criança. Uma criança inerte sob o ponto de vista adulto. Um ser acéfalo dilacerado pelo esquecimento e enterrado em sua própria vaidade. Aonde além dele próprio, os seus pontos periféricos de visão, também sucumbiram a uma voz retilínea que sempre disse: - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você está certo, você está certo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento, todos os seus pensamentos se tornaram confusos demais pro seu próprio entendimento. Afogado em desespero, manteve a cabeça erguida olhando para os céus – coisa que nunca fez –, esperando encontrar respostas. “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Qual a direção que devo tomar nesta encruzilhada?&lt;/span&gt;” – ele se perguntava. Era doloroso, era sofrível, mas as lagrimas nunca desciam. Ele sentia por dentro, os pequenos estilhaços de uma vida destruída o corroer por inteiro. Uma dor semelhante a uma gangrena putrefando o seu corpo em vida, e é claro, sem morfina. Mas é óbvio que ele, muito orgulhoso, não derramava sequer uma lágrima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o seu desinteresse, via suas opções se esvair de suas mãos. O desinteresse virou constante em sua vida, e cada dia que passava era comemorado com uma cerveja holandesa e uma proliferação de palavras avulsas que normalmente queriam dizer: - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Obrigado, menos um dia pra eu morrer. &lt;/span&gt;E estas palavras, já eram as últimas que não entalavam em sua garganta, desde que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o dia &lt;/span&gt;chegou, desde que chegou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-2066462644862622973?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/2066462644862622973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=2066462644862622973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2066462644862622973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2066462644862622973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/09/chegou-o-dia.html' title='Chegou o dia'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5286033929252881981</id><published>2009-08-02T10:21:00.000-07:00</published><updated>2009-08-02T10:27:18.454-07:00</updated><title type='text'>Bucolismo prolixo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SnXLZJVj8mI/AAAAAAAAAGk/R2sPTlkjN1E/s1600-h/viet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SnXLZJVj8mI/AAAAAAAAAGk/R2sPTlkjN1E/s320/viet.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365418163945337442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os problemas são como os Vietcongs. Não importa quantos irão morrer, eles vão surgindo, emergindo, se destacando e te consumindo. O homem em pleno exercício do labor, não consegue compreender que, ao invés de resolver sua vida interagindo com o empírico, se decepciona ao sentir que a vida pragmática é exatamente o contrário do “dever ser”. O mundo todo faz questão de se embebedar em livros de filosofia. Mas hoje, penso que esse tipo de atitude, nada tem a ver com alcançar a vida política de forma sublime. No final das contas, todo esse conhecimento adquirido, só ira servir para enxertar discursos vazios e sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Esse não é um problema unicamente brasileiro. O mundo inteiro parece ter perdido o conceito de política. Chegamos num ponto tão alto da democracia, que o planeta terra está em guerra e ninguém percebe. Afinal de contas, nós podemos escolher um lado para atuar, e deste lado, a militância cega e o furor de uma falsa esperança aos olhos de outrem, faz com que os homens evoluídos e distinguidos dos demais animais pela inteligência, voltem a agir como macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A diversa gama de religiões, o pluripartidarismo, as flâmulas e os brasões de cada célula de atuação, implicam numa geração em declínio. Já não se unem forças para despontar na evolução de Darwin. O homem não irá evoluir mais, e vou além: haverá regressão. O dinheiro, as drogas, o entretenimento barato e caro, o álcool, o petróleo, são elementos (além de outros mais) que, já estão há séculos à fio sendo manchados pelo sangue de uma própria espécie. Por dinheiro e poder alguns déspotas venderiam a própria mãe sem pedir nota fiscal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O jogo de aparência, o polimento de caráter, o representante legal do povo hoje, tem que dançar conforme a dança. Não existe um controle sobre isso. Nós inventamos órgãos e mais órgãos de fiscalização, que hoje servem, unicamente, para gastar dinheiro público em estrutura e no quadro de funcionários, porque em sua cartilha de missão, deixam a desejar, e as pessoas continuam sendo assediadas e molestadas em vão pelo poderio político que se alastrou no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Hoje, grande parte da população mundial perece com fome, com doenças tratáveis, e muitas outras situações que são fáceis de serem resolvidas. Mas não existe mais o interesse de uma massa unir-se em número expressivo em prol de melhorias. A própria internet é uma ferramenta de disseminação de informação que é usada para encorpar nossa latrina, ao invés de recrutar novos e atuantes formadores de opinião. É lamentável, mas é real. O abismo é o ponto de chegada na evolução.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5286033929252881981?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5286033929252881981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5286033929252881981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5286033929252881981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5286033929252881981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/08/bucolismo-prolixo.html' title='Bucolismo prolixo'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SnXLZJVj8mI/AAAAAAAAAGk/R2sPTlkjN1E/s72-c/viet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6873170058195419228</id><published>2009-07-24T20:37:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T20:40:31.488-07:00</updated><title type='text'>(RE) Calcado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Smp-TGv8AOI/AAAAAAAAAGc/EXfcxcZI8yE/s1600-h/Catapulta-03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362237173032288482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Smp-TGv8AOI/AAAAAAAAAGc/EXfcxcZI8yE/s320/Catapulta-03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não importa se mesmo que você não seja um, se todas as suas atitudes representarem um liame objetivo com um religioso propenso ao amor, depois da primeira falha, lá se vão as pedras sendo jogadas por catapultas. Primeiro você admira de longe, é uma sensação estranha. Você compreende que ao atingir o alvo, as cenas decorrentes não serão das mais agradáveis (Se é que você poderá acompanhar por muito tempo). Mas de qualquer forma, você observar uma chuva de pedras antes de morrer, seria algo formidável e aterrorizante, uma mistura inerente à falha do sistema cardiovascular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual o motivo!? Um ato falho. Nada mais que isso. Os discursos sobre tolerância das pessoas são sempre os mesmos. O prelúdio, o corpo e a conclusão. Eles não toleram a intolerância, causando total desconforto aqueles que os lêem ou que os ouvem. Perdem a credibilidade, os movimentos, e a coerência. Você começa a observar que, não existe uma doutrina exata para ser reconhecido entre os povos amistosos. Por quê? Bom, simplesmente porque não são; não existem. Lavagem cerebral é o que eu digo. Eles querem saber se você tem algo a oferecer. Não precisa ser material, tocável, tateável, eles só querem saber se podem te levar a uma nova conduta, e tornar-se um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas todo mundo é assim? Claro que é. Tantos defeitos, tantas inaptidões, mediocridade-ativa refletem o que eles são. Refletem o que eu sou. Criaturas exageradas, repudiando a própria espécie. Os semelhantes, a ideologia fixada em livros universitários que navegaram em anos de filosofias, filantropias, histórias, e claro, mentiras. Todo mundo é um corpo estranho. Não existe padrão de festa receptiva. O que existe é uma formatação universal de comportamento, que lhes dão total embasamento para ser um bom anfitrião. É um diagnóstico vazio, inexpressivo e diria até que, doentio. Mas somos livres para pensar (ao menos isso), e esta é a visão do meu universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utopia? Não consigo sonhar com nada parecido. Os outros pensam em deuses, famílias montadas, viagens pro exterior, e crescimento exponencial de suas carreiras. Eu penso viver um dia de cada vez, porém, com idéias que não representam nenhum grau de otimismo. Eu vivo de metáforas. Eu sou um devaneio louco escolhendo qual parafilia devo me encaixar. Porque sob um ponto de vista de um humanóide comum, coisas que fazem parte da natureza de um ser humano que se arrasta todos os dias por um chão que desenha um cotidiano idêntico e também por não condizer com a moral e o pudor social, devem ser tachadas de doença. Chame um médico, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6873170058195419228?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6873170058195419228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6873170058195419228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6873170058195419228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6873170058195419228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/07/re-calcado.html' title='(RE) Calcado'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Smp-TGv8AOI/AAAAAAAAAGc/EXfcxcZI8yE/s72-c/Catapulta-03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-548484586190378821</id><published>2009-07-18T17:26:00.000-07:00</published><updated>2009-07-18T17:35:20.768-07:00</updated><title type='text'>Uma empreitada que me pegou de supetão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SmJossewjuI/AAAAAAAAAGU/UDRTlMl0Uoo/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359961623588015842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SmJossewjuI/AAAAAAAAAGU/UDRTlMl0Uoo/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É um clichê de e-mail (spam) encaminhado eu sei, mas a frase “o mundo dá voltas” descreve de forma bem abrangente e com olhar periférico o que estou sentindo. É claro que não acredito em hereditariedade de aptidões e conhecimentos, mas não posso deixar de ao menos cogitá-lo depois desses últimos dez dias. Quero deixar claro que não faço do meu blog um diário de derrotas e conquistas refletindo assim, o que sinto aqui. Muito pelo contrário, costumo camuflar minhas opiniões sempre falando em 3ª pessoa e mudando o contexto. É algo inerente à minha pessoa, o que não significa que eu tenha medo de expor o que penso (muito pelo contrário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom.., sobre o clichê “o mundo dá voltas”, tenho que dizer que estou surpreso com o rumo que minha vida tem tomado. Há 10 dias atrás eu era o cara mais vagabundo de Rondônia. Ia dormir às 06h00min e acordava às 14h00min. Fazendo o que? Absolutamente nada. O que me frustrava era saber, que mesmo não tendo uma mente privilegiada e Q.I. altíssimo, tenho um talento natural para armazenar informações, absorvê-las e descrevê-las, é óbvio, precisa ainda, ser muito bem modelado mas já existe. O que eu estava buscando era um norte, um rumo para direcionar esse tipo de “talento”; e a vida, ou seja lá o que for, me levou direto à porta do Jornal Eletrônico &lt;strong&gt;O OBSERVADOR&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaco em negrito o nome do jornal, não por estar trabalhando lá, ou para fazer propaganda barata, faço isso porque foi a primeira porta que bati solicitando uma chance, e pra minha surpresa, fui atendido (não só no sentido de receptividade). De repente, vejo minha vida mudar completamente de contexto. A minha perspectiva sobre as coisas eram apenas de fracasso, de um ponto final pra qualquer passo que eu tentasse dar pra frente. Na metade de 2009 e também na metade do meu curso de Direito, já com 20 anos idade – idade suficiente para que hoje, uma pessoa já tenha uma vida encaminhada –, não saberia mais à quem recorrer e o que fazer pra começar a andar. Estava ficando tarde demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre achei que tenho mais sorte do que juízo, mas isso não importa. As coisas acontecem como devem acontecer mediante nossas escolhas. Para mim, não existe acaso ou destino. Em toda ação há uma reação, correto? No meu caso, essa reação se chama Sérgio Pires – meu pai. Tudo que ele falava, tudo que tentava me passar e ensinar foi descartado de imediato, pois na época, não fazia sentido. De uma hora pra outra, as frases dele, mesmo que ainda embaraçadas, tomaram conta da minha cabeça e montaram um mapa com um único destino: vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais estúpido e contraditório que seja eu dizer isso, creio que herdei dos meus pais a perspicácia textual. Saber manusear um texto, manipulá-lo, e torná-lo real. Mesmo que ainda precise de alguns reparos e orientações. Fico feliz em poder hoje, participar como iniciante, de um quadro de profissionais repleto de veteranos. É..., essa vida nova me pegou mesmo de supetão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-548484586190378821?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/548484586190378821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=548484586190378821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/548484586190378821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/548484586190378821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/07/uma-empreitada-que-me-pegou-de-supetao.html' title='Uma empreitada que me pegou de supetão'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SmJossewjuI/AAAAAAAAAGU/UDRTlMl0Uoo/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8758931352628616355</id><published>2009-07-09T09:05:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T09:09:44.221-07:00</updated><title type='text'>Voa, voa, voa...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SlYWHMmG4hI/AAAAAAAAAGM/MOYU07b1BcE/s1600-h/Keren+Su.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SlYWHMmG4hI/AAAAAAAAAGM/MOYU07b1BcE/s320/Keren+Su.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356493119699739154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aconteceu. Foi aos trancos e barrancos, mas finalmente aconteceu. Para mudar de postura foi preciso mudar também minha visão sobre o mundo: toda aquela teoria em que pensava que as coisas estavam designadas ao caminho do fracasso, foi desbancada por uma atitude. Quem começa a trilhar seu próprio caminho com o mínimo de ajuda possível, inicia uma jornada de verdade explícita. As dúvidas vão dando lugar a objetivos, e os objetivos vão sendo cumpridos por etapas, passo a passo, sem delongas e sem hesitação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     O primeiro passo é o mais difícil no processo de reciclagem da vida. Terminou a temporada de caça ao sono, e começa a temporada de caça aos sonhos. Uma vida padrão, um homem comum, o que no fim das contas não é tão ruim, porque se o homem comum e igual a todos os outros é feliz, eu prefiro ser um clone dessa sociedade que ri a esmo.      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Pessoas teimosas como eu, costumam andar no vão da incerteza, quando é muito mais fácil trilhar um caminho cheio de acompanhantes que possuem o mesmo objetivo claro de crescer na vida. Os nossos familiares, amigos e próximos que não nos deixam estancar, nos apresentam essa rota que de primeira impressão é completamente monótona, mas mostra dezenas de bifurcações vitoriosas em seu vasto caminho. O difícil é chegar lá. Mas a largada foi dada, e minha visão do mundo mudou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Parafraseando Mário Quintana: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todos estes que aí estão atravancando meu caminho, eles passarão, eu passarinho&lt;/span&gt;”. Vou voar, vou voar, vou voar, voei!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8758931352628616355?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8758931352628616355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8758931352628616355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8758931352628616355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8758931352628616355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/07/voa-voa-voa.html' title='Voa, voa, voa...'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SlYWHMmG4hI/AAAAAAAAAGM/MOYU07b1BcE/s72-c/Keren+Su.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8805231020563792736</id><published>2009-06-25T19:52:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T19:55:08.655-07:00</updated><title type='text'>O homem comum numa festa mais comum ainda</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SkQ4dYA07aI/AAAAAAAAAGE/HNvWLJKv3aY/s1600-h/lula.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SkQ4dYA07aI/AAAAAAAAAGE/HNvWLJKv3aY/s320/lula.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351464334536273314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Ruth de Aquino é diretora da sucursal da revista Época no Rio de Janeiro, e escreveu na edição 579 no mês de junho em sua coluna sobre o pragmatismo que toma conta hoje, da relação Lula – Sarney, texto intitulado: O presidente Lula e o homem comum. Estamos no final do mês de junho, mas ainda, em meio a celebrações da festa junina em diversos lugares do país. E em Brasília, capital federal, não seria diferente, correto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Lula quando em seus tempos de militância esbravejava em seus discursos a raiva que era observar um país controlado por ladrões, grileiros, e “trombadinhas” em potencial, tinha uma relação cara-a-cara com o povo. Falava abertamente sobre reformas políticas, divisão igualitária de terras, empregos, e também sobre retenção do dinheiro público para dar a população e não para satisfazer despesas pessoais cujos salários – muito pomposos, diga-se de passagem –, já cobririam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Mas as coisas mudam. Ocupar o cargo de chefia de uma pátria pode não ser a melhor definição de caminhos escolhidos por uma só cabeça. Com isso, a aliança PT-PMDB ganha força, e a ficha pessoal de Sarney na mesa do Presidente rabiscou os adjetivos: grileiro, ladrão e mentor não-oficial de Maluf, para homem diferenciado, bom-caráter e índole inquestionável. Até ai tudo bem. Estamos em plena comemoração de festa junina, e todos nós precisamos assumir identidades novas para participar da dança, principalmente quando chegar a hora da dança das cadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A proteção de Lula para com Sarney é tão grande, que até a imprensa pagou o pato. Para o nosso presidente, a imprensa arruma por si só, motivos para pôr uma vírgula a mais no assunto Senado, desmoralizando todo mundo e correndo o risco de ser desacreditada. Enquanto isso, o Senado Federal já desmoralizado perante a sociedade, vai protagonizando uma nova novela de vexame nacional, com audiência bem elevada, diga-se de passagem. Nessa festa junina, novas modalidades de brincadeiras foram criadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1)&lt;/span&gt; Quem contrata mais familiares;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2)&lt;/span&gt; Quem gasta mais em contas telefônicas emprestando telefones móveis da casa para terceiros;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3) &lt;/span&gt;Quem consegue esconder por mais tempo uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, e que não constava em sua declaração de bens;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4)&lt;/span&gt; Quem consegue pagar mais funcionários em horas-extras durante o recesso;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5)&lt;/span&gt; Quem se utiliza de forma mais irregular suas cotas de passagens aéreas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Enfim, não daria pra citar tudo em um só texto, aliás, até daria, mas convenhamos, estamos todos carecas de saber até aonde vai a disposição dos políticos brasileiros na prática de extorquir o dinheiro suado de nossos impostos. Mas ao menos, já temos idéia de como homens comuns, oriundos de um meio comum, conseguem se divertir numa festa tão popular quanto esta. E viva o São João da roubalheira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8805231020563792736?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8805231020563792736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8805231020563792736' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8805231020563792736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8805231020563792736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/o-homem-comum-numa-festa-mais-comum.html' title='O homem comum numa festa mais comum ainda'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SkQ4dYA07aI/AAAAAAAAAGE/HNvWLJKv3aY/s72-c/lula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5862368876619868274</id><published>2009-06-19T16:53:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T16:56:49.771-07:00</updated><title type='text'>Bebendo vinho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjwlQNcR8bI/AAAAAAAAAF8/QvQGHPctOiU/s1600-h/garganta2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjwlQNcR8bI/AAAAAAAAAF8/QvQGHPctOiU/s320/garganta2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349191417825718706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;O torcedor mais cético no futebol consegue ainda assim, sentir uma ponta de esperança diante de toda e qualquer adversidade. Em todas as regiões do país, podemos observar peculiaridades que rodeiam esta categoria desportiva. Mas como eu tenho raízes rio-grandenses, me sinto capacitado para falar apenas da região. Moro em Rondônia há 10 anos, e meus vínculos com o sul do país já são praticamente escassos, com exceção de uma linha forte e constante: o Grêmio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Somos bicampeões da América, e com isso, a pintamos de azul, para logo mais, no mesmo ano, distribuir as cores do tricolor gaúcho por todo o planeta terra. Mas nunca nos consagramos em qualquer campeonato, por mantermos supremacia inquestionável. Todo o caminho sempre foi difícil, árduo, longo, e sofrido. Este argumento me faz voltar ao Rio Grande do Sul, um estado movido pelo amor a terra, pelos fortes e estreitos laços familiares, pelo poder e imposição de respeito de um sobrenome, e é óbvio que descartando alguns extremistas acéfalos, também podemos citar o patriotismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    São coisas desse porte, que movem o coração de um gaúcho e que servem para motivá-lo em qualquer atividade que esteja exercendo. No trabalho, nos afazeres domésticos, nos cuidados com a família, no estudo, e aparentemente mais fútil, mas não menos importante: o futebol. Nos enfrentamentos clássicos das partes esportivas de nosso estado, conseguimos observar o teor de uma rivalidade que tem seus momentos de irracionalidade e de tragédias descabíveis, mas que também deixam os espectadores não envolvidos de cabelo em pé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    E não importa se você é gremista, colorado, ou até mesmo juventudino, terá sempre pretensões maiores do que o que tem em mãos esboça. E o fator motivador é simples: a raça serve de combustão, o tamanho da torcida não importa. É por isso, que apesar de estar me arriscando em escrever esse texto pelo cenário que está desenhado, faço-o apenas para atestar minha confiança e fé. O Grêmio já passou por desafios maiores, e venceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    O ano era 1997, um ano depois da conquista do bicampeonato brasileiro. O cenário? Rio de Janeiro, Maracanã. O Flamengo de Romário e Sávio não deram conta de vencer o Grêmio de Paulo Nunes e Jardel. Fomos tricampeões da Copa do Brasil com direito a xororô da torcida que se diz a maior do mundo, e pode até ser, mas diante daquele Grêmio, contavam-se dois ou três nas arquibancadas. Em 2001 – 4 anos depois da conquista do tri –, no estádio do Pacaembu e lotado de corintianos eufóricos, nos sagramos tetracampeões da Copa do Brasil com um placar eu diria que até folgado: 3x1 para nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Então se me perguntarem se eu tenho medo do Cruzeiro, eu não preciso mais nem responder. Cruzeiro é um time de tradição e de certa forma até comanda o estado de Minas Gerais, porque sinceramente, aquele galo lá, não canta mais naquele terreiro. Mas, todavia, tenho ainda confiança no meu time de poucos talentos e sei, que farão o máximo que puderem para nos levar a mais essa final da taça Libertadores da América, e depois disso poderemos cantar juntos esse trecho da hino do Rio Grande do Sul:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;“Mostremos valor constância&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;Nesta ímpia injusta guerra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;         Sirvam nossas façanhas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;         De modelo a toda terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;         De modelo a toda terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;Sirvam nossas façanhas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;                                      &lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;De modelo a toda terra"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;     Mas também cantarei uma canção em voz baixa: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;"&gt;Vou torcer pro Grêmio bebendo vinho, e o mundial, é o meu caminho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5862368876619868274?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5862368876619868274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5862368876619868274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5862368876619868274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5862368876619868274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/bebendo-vinho.html' title='Bebendo vinho'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjwlQNcR8bI/AAAAAAAAAF8/QvQGHPctOiU/s72-c/garganta2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1818924610220767982</id><published>2009-06-19T00:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T00:19:36.951-07:00</updated><title type='text'>Crônica: Um homem, muito potencial, pouca gana...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sjs7J3l-HEI/AAAAAAAAAF0/ps3_kjX1Fxo/s1600-h/duvida2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sjs7J3l-HEI/AAAAAAAAAF0/ps3_kjX1Fxo/s320/duvida2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348934023160667202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pessoas comuns são fáceis de decifrar. Elas seguem diariamente um itinerário rigoroso, e toda e qualquer mudança acarreta num peso extremo de indecisões sobre suas costas, portanto, preferem manter-se inclinadas para uma vida planejada e se mantém distantes de conjecturas sobre possíveis falhas e caminhos alternativos, que serviriam em uma possível “rota de fuga”. Mas mesmo assim, elas vivem. Por que vivem? Ora, elas têm objetivos: sejam metas profissionais, manutenção do corpo e da mente, retidão religiosa, enfim, tanto faz. Cada pessoa é um conglomerado de ações despretensiosas, mas recheadas de atrevimento ou até mesmo falta dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Infelizmente para mim, nem todo ser humano é desse jeito. Meu nome é Jorge Freitas Soares e eu poderia listar agora uma inúmera relação de cargos públicos que tenho condições de ocupar. Mas resolvi ficar com um emprego particular – particular demais até pro meu gosto, e principalmente de quem dependo financeiramente –, a vadiagem. Algumas pessoas possuem o dom da interação, soma-se a capacidade de manipular um objetivo, com a cabeça ativa e pensante e vuolá: temos um analista de sistemas, por exemplo. São trabalhos dignos e objetivos pra uma pessoa que não faz absolutamente nada. Já no meu caso, é algo que está longe da minha realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A minha característica principal também é a análise, mas não de sistemas, e sim de pessoas. Observar cada movimento, tique nervoso, jeito de falar, andar, comer, beber, expressar, tornou-se algo vital para mim. Em outras palavras: obsessão. Nós vivemos num país, onde muitos são analfabetos, e os poucos que sabem ler, se dão o luxo de serem analfabetos funcionais. Pegando esta analogia e transferindo para as pessoas, podemos dizer que acontece o mesmo. Reclamações aos montes sobre outrem que nos passa a perna, que nos engana, que quebra os nossos corações. É culpa de quem? Deles, ou nossa? Essa resposta é muito pessoal, então ao invés de apontar culpados, eu prefiro simplesmente dizer que me posiciono a favor de expressar que EU sou culpado por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Quando tomo banho logo pela manhã, minha cabeça dispara centenas de pensamentos, características, trejeitos, e assuntos. E é no decorrer do dia, e das situações que eu vou escolher sobre o que vou pensar. Todos os dias eu tomo café da manhã na Avenida Paulista, escolho um lugar discreto, mas que me dê ampla visão das pessoas que andam pela rua. Vejo lindas mulheres, pomposas, usando trajes de empresárias de grande escalação, mas não são. São jovens mulheres, que arriscam em sua indumentária a exposição de sua personalidade. E o que elas são? Secretárias, telefonistas, ou têm qualquer outro cargo administrativo no serviço público, mas dificilmente, são ou serão chefes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As mulheres poderosas que chegaram com dificuldades ao topo de uma carreira são discretas. Não se lixam para aparência, mas não exageram. A maquiagem é pouca, os saltos moderados, as roupas normais, tudo isso porque sabem que no decorrer do dia, a decisão final é delas, parecendo a Pamela Anderson versão executiva ou sendo a Betty – a feia. Tenho 20 anos de idade, eu poderia estar estudando ciências humanas ou exatas, ou no limiar na idade adulta, que para maioria ainda está relacionada a bebedeiras e putarias, estar fazendo o mesmo. Mas é difícil entender uma pessoa que não tem planos, metas, vontades, apesar de ter aptidões que muitos que possuem estes requisitos gostariam de ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Mais cômico do que o café da manhã, é no início da noite. Hora de ir pra faculdade. Centenas de acadêmicos de Direito andando pelo campus, como se fossem desembargadores ou juízes de renome. Eles não fazem a mínima idéia do que esperar de um curso como esse, apenas pensam no leque de opções que eventualmente teriam caso terminassem com sucesso uma faculdade, mesmo que levada nas coxas. Essa na verdade, é a sensação do começo. Quando passa um ano, a verdade já está estampada na cara de cada um deles. Na maioria já dá pra ler nitidamente: PERDEDOR, FRACASSADO E DESISTENTE. Outros sentem a pressão, começam a se alertar com as dificuldades, e têm um caminho dúbio que pode ser a consagração ou a frustração, mas mesmo nessas condições, eles ao menos têm opções. Agora.., a minoria assustadora que deve ser o equivalente a duas ou quatro pessoas de uma sala formam a casta de profissionais precisos. Como eles são? Os come quietos. Entram e saem da sala sem ninguém perceber, não alardeiam sobre seus potenciais, não bajulam professores, e conseguem o que querem na medida de seus esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Estão curiosos sobre minha posição nessas três espécies de acadêmicos? Sou o do caminho duvidoso. Ter uma vida como a minha pode causar em algumas pessoas o sentimento de pena. Pensam que sou infeliz, porque preciso saber de tudo, perceber tudo e contestar tudo. Outros, que já não são muito meus fãs, saboreiam cada momento em que pensam que eu esteja angustiado, sem caminho, tentando achar respostas. Na verdade, para esses caros cidadãos, só tenho a dizer que o engano é a tônica eficaz de suas vidas. Sou feliz, muito feliz. Porque não tenho só uma resposta, eu tenho um banco de dados inteiro e quase completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Só não é completo, porque ainda não encontrei a única resposta capaz de direcionar minha vida. A pergunta para essa resposta escondida em incógnita é: - Aonde achar motivação? Sem religião, sem vontade de promover um caminho contínuo de hereditariedade, sem pretensões políticas, sem vocação criminosa. É difícil saber aonde me encaixar, mas eu ainda creio que não perdi o meu tempo. Somando tudo o que tenho, em breve trilharei o caminho ao qual pertenço. Não importa se para os outros esse caminho pareça bom ou ruim, o que me importa é que ele me receba de braços abertos e me dê a entender que estou em casa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinicius Canova Pires       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1818924610220767982?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1818924610220767982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1818924610220767982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1818924610220767982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1818924610220767982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/cronica-um-homem-muito-potencial-pouca.html' title='Crônica: Um homem, muito potencial, pouca gana...'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sjs7J3l-HEI/AAAAAAAAAF0/ps3_kjX1Fxo/s72-c/duvida2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-9072516161585498190</id><published>2009-06-10T21:30:00.000-07:00</published><updated>2009-06-10T21:38:39.420-07:00</updated><title type='text'>O verbo prover</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjCI5dKfudI/AAAAAAAAAFs/3KqoQ99I1gs/s1600-h/direito_terra05.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 274px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjCI5dKfudI/AAAAAAAAAFs/3KqoQ99I1gs/s320/direito_terra05.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345923278351350226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;br /&gt;Cada um de nós tem um “quê” de super-heroísmo. Na maioria dos casos assas atitudes advém da hipocrisia que é reacionária, normalmente de acordo com o que fazemos às escondidas e na hora da passagem da oportunidade sabemos sabiamente apontar em nossos próximos. Salvamos vidas, claro. O amigo corno, o colega que não passou no vestibular, a mãe que aborta, o pai que bate na mãe, o irmão que cheira pó, enfim. São tantas as vezes em que o nosso dedo indicador tem a necessidade de interceder, que não conseguiríamos talvez contar, caso houvesse chance de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashback&lt;/span&gt; de toda a nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Precisamos semear um pouco de bondade sublime que parte de nós mesmos. Mas isso seria difícil, muito difícil, se não conseguíssemos identificar as causas dessas atitudes. E como conseguimos? Fácil. Todo homem coberto com o Santo Sudário também já apalpou a indumentária de Baphomet. O mundo é algo banal, os assuntos intelectuais não tem mais sentido, e uma hora ou outra, até os superficiais perderão a sua graça. E aí, o que nos resta? Ora bolas, o sermão. As vezes há intermitência entre uma fase e outra, mas os sermões estão sempre lá, ajudando os necessitados – e no caso a necessidade não é do ouvinte e sim do locutor que deseja de forma fervorosa abastecer seu ego e deixar de ressabiar-se nem que seja por um minuto –, e cultivando o show de marionetes humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O ser humano é a mais burra das criaturas – mesmo sendo a mais criativa delas, devemos salientar –, perde a sua vontade de buscar a verdade, quando ouve passivamente a primeira pessoa enxertar seus ouvidos com discursos demagógicos e sem nexo. Se sente aliviada com tanta complacência, e ao invés de usar sua depressão e o beijo que foi dado no chão como combustão, aloja-se novamente na vida pacata e na aceitação do dia-a-dia, achando que todos os seus problemas foram resolvidos. Mesmo a mais benevolente das pessoas, o mais integro e amável dos homo-sapiens espera uma recompensa numa atitude. Nem que seja moral. Ele sabe que o conforto que oferece a uma pessoa, é também a garantia do esquecimento de tudo de ruim que deixou pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Um bom exemplo são alguns cristãos, que ao serem indagados sobre suas vidas promíscuas, simplesmente proferem: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Jesus morreu por nós. E levou com ele todos os nossos pecados, já estamos absolvidos perante Deus.”&lt;/span&gt; Que discurso mais lindo esse, não!? Tem até um toque Shakespeariano. Todo esse lance de dar a vida, começar do zero. Mas os nossos queridos colegas de espécie, esquecem que normalmente as pessoas recomeçam para mudar, para progredir, crescer, e aí sim, ter justificativa plausível para esse tipo de redenção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Mas vocês não precisam de Deus para se redimirem. Eu estou aqui, também conheço vários 0900 que oferecem esse tipo de serviço de massagem de ego. Ah, eles costumam cobrar mais caro do que eu, já que não faço muita questão de cobrar imposto. Eu provejo, tu provês, ele provê, nós provemos, vos provedes, e eles provêem.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-9072516161585498190?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/9072516161585498190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=9072516161585498190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9072516161585498190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9072516161585498190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/o-verbo-prover.html' title='O verbo prover'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SjCI5dKfudI/AAAAAAAAAFs/3KqoQ99I1gs/s72-c/direito_terra05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7170531566314764630</id><published>2009-06-07T10:36:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T10:43:39.527-07:00</updated><title type='text'>O curinga</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siv7KrBvH0I/AAAAAAAAAFk/uVlrA-SFOXI/s1600-h/joker.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 194px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siv7KrBvH0I/AAAAAAAAAFk/uVlrA-SFOXI/s320/joker.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344641543572496194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;O valor e a medida da postura. A capacidade de postular do ébrio, que advém de sua metamorfose. As frases prontas que atingem essas pessoas. “Bebida entra, verdade sai”. Quem disse? Somos a carta mais importante do baralho. Podemos mudar nosso valor conforme as regras do jogo. Agindo assim, perceber-se-á mais um mecanismo de proteção. O álcool não somente prejudica pessoas, ele também ajuda em “N” fatores. Terminar relacionamentos, dizer verdades e/ou mentiras – que fique bem claro –, brigar, expor sua capacidade de fazer comédia, entre outras porções de coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós precisamos de um vício. É fato! Temos o jogador que se afoga em baralhos, roletas e apostas, o alcoólatra que submerge no mundo do etanol, o narcótico que é anti-higiênico, visto que não tira o pó da mesa, e até o crente que diz não ser um viciado, mas as palavras: deus e Jesus, não dão intervalo de uma frase para outra.   São tantas opções de vícios que cada um escolhe à vontade e como lhe apraz. Mas ele precisa vir com conta-gotas, para que não venha uma torrente exponencial de atitudes malévolas, que é o que normalmente acompanha nossos prazeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... As segundas intenções..., que nome mais reles que se dá para algo que nunca está em segundo plano. Se nós precisamos de uma força extra pra expor nossas “segundas intenções” é porque desde o princípio já era a idéia primogênita.  É muito bom ser um tipo metamórfico, se ajustar de acordo com a moldura. Melhor ainda é ver que quem observa a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pintura&lt;/span&gt;, contempla a cópia como se fosse o original. Quem disse que o ser humano não é criativo, que é vagabundo e acomodado? Está enganado. Na arte de ludibriar somos a escultura mais bela entre todos os seres viventes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dado momento da vida, precisamos fugir de quem somos no dia-a-dia, mudar, e aparecer para algo ou alguém de uma forma que talvez nem queiramos ser, mas a dúvida martela em nossas cabeças como se fosse a tortura chinesa do pinga-pinga. Todo homem tem um lado mórbido, que consegue subtrair no cotidiano na medida de seu bom senso.  Mas que precisa expor ao mundo, ou ao menos enxergar em frente ao espelho e confronta-lo, porque é isso que faz de você um ser humano. A perfeição não existe, nem o caminho pra chegar a ela. Quem pensa que está trilhando, está enganado e estancado. Não importa em que sentido: físico, intelectual, artístico, religioso, filosófico, ou qualquer outro. Lembre-se: Sempre há alguém melhor do que você. E veja só, ele não é nada perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esteja certo de que você tem seu lugar garantido no baralho: seja você o dois de paus, o cinco de copas, o pomposo rei ou a destemida rainha. Apenas certifique-se de que está pronto, e saiba a hora de sacar o seu curinga. Alguns adversários não suportariam vê-lo fazer isso, e o alarde lhe causaria problemas. Esteja sempre atento a minha máxima: Deixa o bom senso, na medida da casualidade, subtrair seu lado “negro”, mas não todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7170531566314764630?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7170531566314764630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7170531566314764630' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7170531566314764630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7170531566314764630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/o-curinga.html' title='O curinga'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siv7KrBvH0I/AAAAAAAAAFk/uVlrA-SFOXI/s72-c/joker.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1611765118846248000</id><published>2009-06-03T22:33:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T21:24:05.339-07:00</updated><title type='text'>Bem vindo à selva</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siddd-QLhpI/AAAAAAAAAFc/jeUIA4eSJaI/s1600-h/Edifico+Martinelli+_agora+escondido+na+selva+de+pedra_decada+de+50_foto+Alice+Brill.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 295px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siddd-QLhpI/AAAAAAAAAFc/jeUIA4eSJaI/s320/Edifico+Martinelli+_agora+escondido+na+selva+de+pedra_decada+de+50_foto+Alice+Brill.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343342252406834834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;br /&gt;Antes que se questionem, a resposta é não. Não gosto de Guns N’ Roses, mas é assim que começam as críticas, afinal de contas, se uma banda de rock que estourou no mundo todo intitula uma de suas músicas mais famosas com uma frase corriqueira, acabamos nos passando por aproveitadores. É... Demorou mas chegou meus caros amigos, filhos de homens de colarinho branco. Acho que já podemos colocar na lista de frases em desuso: “A violência só atinge os bairros na periferia e prejudica a classe média para baixo”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;     Porto Velho cresceu muito nos últimos anos. Mas não foi só a cidade em sua estrutura física, a economia e a política que deram uma boa encorpada. Os egos se fortaleceram, o garotinho acostumado a viver numa cidade de aparência interiorana começou a contemplar a selva de pedra sendo erguida, a marginalidade migrando para o centro da cidade, e o ar concentrando mais e mais substâncias tóxicas do que de costume. Mas o garotinho não imaginava que tanto ônus decorrente de uma mudança drástica no contexto de vida de uma cidade poderia ocorrer, ele só queria estar mais perto de Las Vegas, bebendo uísque, comendo putas, andando de carro e cheirando pó. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;     O que também piorou foi a mentalidade das pessoas nesta nova cidade. Ao invés de progredirem como os próprios macacos costumam fazer – Viu? Os crentes têm razão, não podemos ser semelhantes aos macacos, nós somos piores do que eles –, resolveram todos viverem como retrógrados, dando como prova de sua mais viril força: Os tiros e as facadas. Os motivos variam, é claro que não podem ser considerados absurdos, afinal de contas quando o homem precisa provar sua força perante outro, qualquer coisa vale: Uma vaga de estacionamento, uma derrota em disputa de galanteadores, bebida derramada sem querer no colo de um desconhecido, um trocadilho direcionado a pessoa errada, no lugar errado. Enfim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;     Tantas desculpas esdrúxulas, tanto descuido, tanta falta de sensibilidade. Não é possível que o ser humano consiga regredir tanto. A mesma espécie que descobriu a penicilina, a roda, e o fogo, e que também inventou o avião, o carro e o navio cargueiro, também é a espécie que mata o próximo e joga sua vida no lixo por causa de um maldito real. É isso que vale uma vida? Aliás, duas vidas. Uma que já se foi, e está entregue a paz celestial para os que crêem, e outra que apenas começou a definhar em vida. Sinceramente, não creio que exista glória nisso quando um homem quer provar que é homem desse jeito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;     Bebidas e drogas servem de combustão para esse tipo de atitude, é claro. Mas eu nunca vi, em nenhum momento na história: Cássia Eller, Mick Jagger, Keith Richards e até mesmo o mais drogado de todos, Iggy Pop, matarem alguém. Então sinceramente, creio que a maior forma de adaptação para essa nova era de crescimento, seja a auto-reflexão. Não me entenda mal, conheço muito pela saco que vive falando a mesma coisa, mas isso tudo tem um sentido muito mais amplo quando se analisa de modo geral e de forma minuciosa. Viva, meu caro amigo. Mas por favor, deixe os outros viverem também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1611765118846248000?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1611765118846248000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1611765118846248000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1611765118846248000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1611765118846248000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/06/bem-vindo-selva.html' title='Bem vindo à selva'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Siddd-QLhpI/AAAAAAAAAFc/jeUIA4eSJaI/s72-c/Edifico+Martinelli+_agora+escondido+na+selva+de+pedra_decada+de+50_foto+Alice+Brill.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6584075676957539179</id><published>2009-05-27T22:22:00.000-07:00</published><updated>2009-05-28T20:39:43.230-07:00</updated><title type='text'>Quando é legal ser ilegal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sh4gqNjOzFI/AAAAAAAAAFU/Ane2hsOchkQ/s1600-h/campanha-impunidade.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 241px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sh4gqNjOzFI/AAAAAAAAAFU/Ane2hsOchkQ/s320/campanha-impunidade.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340742117672012882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;br /&gt;Algumas pessoas pensam que em suas posições profissionais alcançaram uma espécie de nível celestial revestido de impunidade. São tendenciosas a respeito da justiça que cerca todo brasileiro, e parecem já prever os acontecimentos agindo por premeditação. E nós, cidadãos comuns em sociedade citada para o mundo todo como livre, somos vítimas em potencial dessa pequena casta de pseudo-Deuses.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Eles estão em todo o lugar: no topo de grandes empresas, de emissoras de tevê, no serviço público em todas as suas esferas de atuação, enfim. São piores que as pragas urbanas que inseticida nenhum consegue resolver. Depois de um conceito mais abrangente sobre o que eu gostaria de falar, quero reduzir hoje, e apenas hoje, minhas criticas a um grupo em especial: a polícia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Jamais generalizarei. Ainda acredito (ou talvez apenas esteja cego em querer acreditar) que os policiais em sua grande maioria, ainda optam por serem conscientes, pensando no próximo, na pátria e buscando tudo isso baseado no bom-senso. Mas infelizmente, uma maçã podre pode comprometer todo o pomar. Em suma, deve-se a polícia, a tarefa da observância, do resguardo e do zelo da população de sua cidade/estado/país, e quando isso deixa de ser primordial, o tédio toma conta do dia-a-dia de trabalho, e cabeça vazia é oficina do diabo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Vi inúmeras vezes na televisão casos de abuso policial. Sem justificativa, sem razão, apenas por mera diversão. Eram flagras aonde os policiais polidos que ajudam as senhoras de idade a atravessarem a rua, tornam-se criminosos inescrupulosos com maldade igual ou maior do que as pessoas que costumam dar passeios em camburões de viaturas. Mas uma coisa inédita para mim, é ver um funcionário público tripudiar em cima do estado, conseguindo em menos de uma hora, violar todas as regras de regimento-interno trabalhista concomitantemente a algumas leis do código penal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     E isso aconteceu aqui. No meu estado, na minha cidade. Policial civil bêbado, em horário de trabalho, deixando duas menores de idade em casa – provavelmente tendo relações sexuais com elas, afinal de contas, não conheço nenhum policial tão altruísta a ponto de dar carona para menores, de madrugada, na viatura da polícia e em horário de trabalho –, tentando atropelar um civil, e depois disparando 5 (cinco) tiros a esmo contra 5 civis sem prerrogativa alguma. E é óbvio que a corda sempre arrebenta para o mais fraco: um amigo meu, foi atingido no rosto, esteve a 0,8mm da morte, com risco de ficar paraplégico ou cego. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Para o policial, foi apenas uma noite de imprudência seguido de impunidade. Para nós amigos, e para a família, uma eternidade de angustia e de sentimento de culpa para os que presenciaram a cena. A desculpa dele? Levou uma coronhada sem motivos (se auto-flagelou para ter o que falar), apanhou, e apenas se defendeu. Um álibi muito fraco pra quem está acostumado a prender bandidos que proferem desculpas até melhores do que essa. E sinceramente, ainda não vejo legítima defesa aonde uma arma dispara cinco tiros seguidos, de longa distância (sem ninguém por perto).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Infelizmente para nós, o mais provável é que a justiça concederá privilégios caso seja condenado. Prisão especial para policiais civils, militares e dependentes. Isso, no maior dos otimismos. Hoje conseguimos compreender o que as famílias de vitimas desse tipo de violência gratuita queriam expressar ao ir à tevê e ter coragem de denunciar, mostrar a cara, erguer-se e dar um basta nessa aceitação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ainda confio no tal “sistema” que serve como alvo de criticas da maioria, mas já guardo o sentimento de vergonha de antemão se mais um criminoso revestido de legalidades e mordomias sair “ileso” dessa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6584075676957539179?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6584075676957539179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6584075676957539179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6584075676957539179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6584075676957539179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/quando-e-legal-ser-ilegal.html' title='Quando é legal ser ilegal'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sh4gqNjOzFI/AAAAAAAAAFU/Ane2hsOchkQ/s72-c/campanha-impunidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8112527062074267577</id><published>2009-05-22T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T12:55:30.108-07:00</updated><title type='text'>Discovery Channel</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/ShcDEyatQ6I/AAAAAAAAAFM/ZhHr3XNj9Nk/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338739264059163554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/ShcDEyatQ6I/AAAAAAAAAFM/ZhHr3XNj9Nk/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma coisa tem despertado muito o meu interesse ultimamente: Nós, os humanos. Criaturas curiosas sobre os assuntos que regem outras formas de seres viventes. É curioso observar o andar daquele macaco matuto, que sabe o que quer, e tem consciência de esperar a hora certa para obter sua pretensão. Não parece um espécime raro que conhecemos? A forma traiçoeira do crocodilo de atrair suas vítimas fingindo estar dormindo também é algo muito familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí eu me pergunto: - Será que nós procuramos conhecer a fauna e a flora por simples curiosidade, ou porque conseguimos aprimorar o que temos de melhor/pior observando essas magníficas criaturas? Complicado! Ainda sobre os crocodilos, dando ênfase as suas lagrimas que saem enquanto devoram suas presas: Não é exatamente o que acontece quando derrubamos os nossos algozes e tentamos esconder a atmosfera que insiste em assolar o ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não tem problema. Estamos absolvidos. Afinal de contas, nós somos todos animais não é mesmo? Errr (sonoplastia do botão de errado em Talk Shows) Puxa vida! Acho que me enganei, nós temos consciência e inteligência. Raciocinamos o custo-benefício, os meios, os fins e as conseqüências. Portanto, 1 x 0 para nós. Mas não se alegre, isso não é nada bom. Excedemos o uso da maquiagem permitida para a própria sobrevivência. Talvez seja por isso que seja ainda, muito mais interessante observar símios e répteis em seus habitat naturais, do que enxergar o que realmente somos e despejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culpado! Culpado! Culpado! É isso mesmo. Afinal de contas, King Kong, o rei dos macacos não os culpará por serem um pouco astutos para poderem se alimentar. E nem Alligator – o Buda dos crocodilos –, eclodirá diante de seus fiéis &lt;em&gt;lagartos-gigantes-espinhosos&lt;/em&gt; para empregá-los o suplício eterno por chorarem enquanto comem. É tudo uma questão de sobrevivência e instinto. Agora vem a parte ruim: Estamos condenados! Então sugiro que comecem a aproveitar a vida esbanjando os seus rituais íntimos e viciosos que é o que afinal de contas, fazem com que um ser humano possa viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dez mandamentos, os sete pecados capitais, são todas premissas que enviariam cada um de nós para as labaredas ardentes de Lúcifer antes mesmo de nascer. Então, o seu Deus, misericordioso, o Deus do amor, do perdão, do sacrifício seguido de absorção dos seus pecados, não terá tanta compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria ótimo, se cada um de nós começasse a mostrar o que realmente é e o que quer ser. As únicas regras que existem são as condutas sociais e as leis (que existem para que um indivíduo não invada o espaço de outrem). De resto, lembrem-se: Apesar de sermos animais racionais, também temos instintos, também sofremos de vontades que às vezes nem sempre sabemos o porquê. Então viva e apenas viva, para que possamos contemplar o ser humano como realmente é, senão, terei que trocar de canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8112527062074267577?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8112527062074267577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8112527062074267577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8112527062074267577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8112527062074267577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/discovery-channel.html' title='Discovery Channel'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/ShcDEyatQ6I/AAAAAAAAAFM/ZhHr3XNj9Nk/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6317726627616371114</id><published>2009-05-13T19:40:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T09:48:08.869-07:00</updated><title type='text'>Resenhando: Supernatural</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguFbxpWsvI/AAAAAAAAAE8/rMwheMn22kE/s1600-h/supernatural_4temporada.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguFbxpWsvI/AAAAAAAAAE8/rMwheMn22kE/s320/supernatural_4temporada.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335504895780238066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Supernatural é uma série que aparentemente teria uma séria tendência ao fracasso como B&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uffy the Vampire Slayer&lt;/span&gt; (Buffy - A caçadora de vampiros) e seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;spin-off&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Angel&lt;/span&gt; que abordam o mesmo assunto. Alguns discordariam do meu primeiro comentário, afinal de contas, estas séries continuam sendo televisionadas e suas produções duraram em torno de seis e cinco anos respectivamente. Mesmo assim, opinião minha; lixo adolescente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O seriado trata o enredo dos irmãos Winchester que receberam a tarefa herdada de seu pai, de combater o mundo sobrenatural. Vasculham os Estados Unidos da América por terra dirigindo um Chevy Impala preto de 1967 a procura de: Vampiros, espíritos, lendas urbanas, zumbis, bruxas, enfim. Todo e qualquer tipo de mal extra-material que possa estar coexistindo com os seres humanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu sei, eu sei. Chato, repetitivo e deprimente. É o que parece, e também foi o que pensei antes de acompanhar as quatro temporadas lançadas até agora. Mas Supernatural além de tratar contos, histórias, estórias, parábolas, contos de fadas e qualquer outra ladainha que envolva o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;desconhecido&lt;/span&gt;, faz questão de apresentá-los e descrevê-los da mesma forma em que seus criadores/autores os conceberam. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O zelo ao retratar minuciosamente cada criatura e cada cena que se passa na série, também é algo de impressionar. Também em sua quarta temporada levanta questionamentos que divergem com o senso-comum que se apega em torno de Deus. Os anjos, por exemplo: São retratados como criaturas poderosas, mas que também vacilam em seus momentos de incertezas e dúvidas, expondo uma sensível derrocada em seus graus de credulidade. Também demonstram que nem mesmo eles, em um patamar elevado de existência conseguem dialogar diretamente com Deus. Respeitando uma hierarquia que passa também por outros anjos e arcanjos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diferentemente das séries que costumam tratar do mesmo tema, os Winchester demonstram paralelamente a sua coragem e astúcia para lidar com o que nem mesmo eles conhecem, uma fragilidade imensa no decorrer da trama. Fechando o cerco e tornando o ar de suspense, intrigas e dúvidas cada vez mais denso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim como Dexter, aconselho a qualquer um que disponha de tempo e um pouco de curiosidade que já lhe dê ânimo para assistir. Os links para o download de todas as temporadas estão aqui:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1699974&amp;amp;tid=5314888678786893610"&gt;1ª TEMPORADA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1699974&amp;amp;tid=5314882004407715626"&gt;2ª TEMPORADA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1699974&amp;amp;tid=5314882004407715626"&gt;3ª TEMPORADA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1699974&amp;amp;tid=5314886011612202794"&gt;4ª TEMPORADA&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6317726627616371114?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6317726627616371114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6317726627616371114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6317726627616371114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6317726627616371114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/resenhando-supernatural.html' title='Resenhando: Supernatural'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguFbxpWsvI/AAAAAAAAAE8/rMwheMn22kE/s72-c/supernatural_4temporada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1805208966701232088</id><published>2009-05-13T19:24:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T20:20:00.333-07:00</updated><title type='text'>Calcanhar de Aquiles</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguNCW587KI/AAAAAAAAAFE/Zf_euS6ewdM/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguNCW587KI/AAAAAAAAAFE/Zf_euS6ewdM/s320/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335513255198387362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Confiança apesar de ser uma palavra de fácil pronuncia, é também um termo de difícil execução. Algumas pessoas tomam todo o cuidado na hora de se aproximar de outrem, e outras sequer estabelecem critérios. No meu caso é simples: Faço questão de colocar todas as peças do xadrez em seu devido lugar. Não costumo brincar de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;amiguinho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; pra manter portas abertas. Ou é, ou não é.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Os poucos que faço questão de manter por perto, seja por amizade, seja por simples admiração, são analisados em todos os aspectos possíveis. Principalmente: Caráter, personalidade, moral, cumprimento na penhora da palavra, enfim, todas as qualidades internas que tanto me importam sendo que quaisquer outras não me vem ao caso estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou juiz, nem superior, nem melhor, e pode até ser que talvez eu seja pior do que os outros. Mas sei usar bem a única coisa que tenho de valor: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha vida&lt;/span&gt;. E nela não faço questão que entrem o lixo, a rele poluída e os parasitas monetários. Pra esse tipo de gente existe o aterro, que por sinal fica bem LONGE da minha casa, ou em Porto Alegre, especificamente um estádio de futebol denominado: José Pinheiro Borda, mais conhecido como Beira-Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sou um ser humano, passível de erros, e em quase todas as empreitadas fadado à derrota. Aquilo que talvez seja a minha principal arma pra viver e prosperar, também se torna o meu calcanhar de Aquiles. Porque as pessoas nunca vêm até você na forma em que realmente são. Enxerga-se inteligência nos burros, burrice nos inteligentes, avareza nos humildes e humildade nos avarentos. Portanto é difícil diagnosticar quem é quem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errar na hora da definição, da minha própria seleção natural, é mortal! E já aconteceu e continua acontecendo. O pós-reconhecimento é quando eu entrego toda minha confiança, e tudo que posso prover enquanto amigo. E é aí que a coisa fica &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;preta&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é claro que isso é um problema quase que estritamente meu. Nem todo mundo precisa de uma pesquisa genealógica pra aglomerar pessoas. Elas simplesmente o fazem, e são felizes com isso. Nada contra, deixo bem claro. Mas comigo não funciona. Talvez Sócrates e seu método maiêutico tenham bastante influência nisso. Fui a fundo ao que sou,partindo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nosce te ipsum&lt;/span&gt; e nada, absolutamente nada no mundo, me deixa mais satisfeito do que ser assim. Rabugento, chato, imbecil e infeliz, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acho que ser desse jeito, já me torna um cara muito feliz. Quanto paradoxo, não? Só acho uma pena, e altamente constrangedor (não perante os outros, e sim, a mim mesmo) que o meu calcanhar de Aquiles ainda seja uma constante em minha vida, que não posso evitar tampouco amenizar os danos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1805208966701232088?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1805208966701232088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1805208966701232088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1805208966701232088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1805208966701232088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/calcanhar-de-aquiles.html' title='Calcanhar de Aquiles'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SguNCW587KI/AAAAAAAAAFE/Zf_euS6ewdM/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6711601691121722419</id><published>2009-05-13T11:08:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T14:59:45.767-07:00</updated><title type='text'>Resenhando: Dexter</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgsMyeHmIGI/AAAAAAAAAEs/nykCQNxm5ug/s1600-h/dexter01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 202px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgsMyeHmIGI/AAAAAAAAAEs/nykCQNxm5ug/s320/dexter01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335372244768399458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     Sobre o protagonista da série, não posso dizer nada que complete mais o que já está exposto na wikipédia brasileira. Em minhas palavras: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter Morgan&lt;/span&gt; é interpretado pelo ator americano Michael Carlisle Hall, cuja aparência de traços sérios e rígidos completados com uma excelente performance dá total consistência à excentricidade do personagem. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; é um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;serial-killer&lt;/span&gt; (assassino em série), que promove justiça com as próprias mãos e caça os criminosos que o “sistema” provém liberdade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Além das atividades extracurriculares, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Morgan&lt;/span&gt; trabalha como analista forense sendo mais especificamente um perito em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;análise de dispersão de sangue&lt;/span&gt;, no departamento da polícia de Miami. O que torna a série algo longe dos costumeiros enlatados americanos, é que o enredo não trata somente das perseguições de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt;. No decorrer das cenas, aparecem vários  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;flashbacks&lt;/span&gt; do passado de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Morgan&lt;/span&gt;, que explanam as atitudes do personagem no contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde criança, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; tinha o ímpeto de matar. A raiva, o ódio, e a própria admiração pela morte, fez com que essa vontade só crescesse em seu interior, forçando seu pai adotivo, Harry, a ter que ensina-lo a direcionar sua vontade e instinto. Posteriormente essas premissas seriam chamadas pelo próprio &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; de: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Código de Harry&lt;/span&gt;.  A partir destas regras, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; leva a sua vida em cotidiano comum, aonde a própria abertura retrata sua normalidade aparente: Acordar, tomar banho, fazer o café, comer, trabalhar e voltar pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo também que é interessante ressaltar são os constantes questionamentos que o personagem faz a si mesmo em decorrência das dúvidas sobre sua origem. No início da série mostra-se como um profissional, que não comete erros, e não tem nenhum sentimento que possa fazê-lo hesitar. Em dado momento da trama, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; começa a oscilar entre o que é verdadeiro e o que é falso em sua vida, fazendo-o cometer erros pífios e quase ser capturado pelo próprio departamento de polícia aonde trabalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que são todos esses altos e baixos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt;, que tornam o seriado tão fascinante. Uma estória recheada de suspense, drama e claro, o bom e velho humor americano: como na cena em que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dexter&lt;/span&gt; imagina sua irmã lhe acertando um tiro na cabeça quando pensa em confessar que é o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bay Harbor butcher&lt;/span&gt; (açougueiro de Bay Harbor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compreender a criatividade ilimitada da série, não há de prender-se a uma resenha incompleta. Minha sugestão: Comece hoje a baixar os episódios, é de graça, não dói nada, e com certeza é muito melhor que Friends, Gilmore Girls e todas essas porcarias que a Warner costuma produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para a primeira, segunda e terceira temporada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=5570827&amp;amp;tid=2563610346280381011"&gt;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=5570827&amp;amp;tid=2563610346280381011&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt;     &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6711601691121722419?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6711601691121722419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6711601691121722419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6711601691121722419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6711601691121722419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/resenhando-dexter.html' title='Resenhando: Dexter'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgsMyeHmIGI/AAAAAAAAAEs/nykCQNxm5ug/s72-c/dexter01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-4273364143363876923</id><published>2009-05-11T12:29:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T14:33:23.027-07:00</updated><title type='text'>Seleção: Poesias I</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Manual do cético&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fito os teus olhos de perdão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E tento achar onde serei salvo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas sei que sou apenas um maldito escravo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E encontrarei somente a perdição,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tuas lágrimas se vão em vão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E arremessa a culpa no seu alvo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após a morte os vermes deixam calvo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aos que à &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele&lt;/span&gt; sempre dizem não,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Espírito santo resguardai meu espírito,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pra que possa prosseguir o eu - lírico,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Da poesia que tornei real,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É ruim viver num mundo tão satírico, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E acreditar só no que é empírico,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Descrendo o que transcende o mundo material.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Volúpia de um pedófilo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma cabeça desregulada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que contempla a serena idade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quanto horror há nessa cidade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De 2 ou 3, tornou-se uma manada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Porque que fazem tanta coisa errada?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que tirar de tanta insanidade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Admirando os de menoridade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A criatura mais imaculada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Coisa desse tipo nunca mais se viu,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As atitudes deste ser tão vil,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tira a pureza da criança amada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fora espancado e todo mundo riu,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seu restos jazem no fundo do rio,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Demência pura está assassinada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;A verdade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Realidade dói, é duro, porém isso é fato, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando as máscaras caem e mostra-se a face, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mentiroso sente todo o impasse, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não ser mais homem, viver como rato,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que importa é somente um ato:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que se atém a todo que nasce, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No berço esplendido da nova classe, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O homem bom e verdadeiro nato, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mentir pra si é o pior dos planos, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sentir-se-á no decorrer dos anos, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Envelhecer no puro esquecimento, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ser o pior de todos os humanos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E o melhor de todos os enganos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enterrado ao véu lacrado com cimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;O herói está morto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desistir da vida por não ter quem nos ajude, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É o que deveria fazer por não crer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que no mundo há de haver,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alguém que ama e não só ilude,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma mão já pedi amiúde,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Horas e horas sem responder,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O único que ainda pode ver,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entusiasmo numa atitude,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O tempo tende a transcorrer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mostrando que ninguém há de socorrer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O anônimo que aqui viveu,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Será que a única saída é morrer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com essa idéia não posso viver,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sabendo hoje que o herói morreu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Cartaz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O coração de leão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se vê em escala reduzida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A marcha lenta da pessoa reluzida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que anunciou a morte de Napoleão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Observar o poderio do vulcão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O secar daquela rocha luzida, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tal qual fosse uma peça produzida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Caindo em total contradição,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É o anuncio do que está por vir,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É latente que o palhaço já não possa rir,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O futuro só nos reserva a desgraça,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Algo que não possamos impedir, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se impõe iminente a rugir,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Primeira fila para o fim da raça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Morbidezes de um faminto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A vida traz barreiras a quem tem fome, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E a fome impõe barreiras a quem tem vida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E também dá uma passagem só de ida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pro inferno à aquele que não come,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É trágico ver quando o dinheiro some,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E desesperador quando você não lida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com o propósito de sua vida ruída,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mundo todo apenas te consome,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É o fim da linha pros despreparados,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para o humilde que não tem calçados,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os pés no chão traduzem o desespero,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alegoria de todos os usados,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Daqueles que foram todos maltratados,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E vivendo só no naquele destempero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Restos mortais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A lembrança é ficção pra quem desconhece,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A vida toda se traduz em mágoa,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Observar todo mover da água,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Do passado que me reconhece,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Posso sentar e fazer uma prece,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sentir que noutro rio minha vida deságua,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E a pureza é branca chega parece anágua,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Daquela vida que sequer me esquece,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O gatuno que ceifa memórias,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aquela vida resumida em glórias,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sua faca fez somente um corte,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Posso enxergar todas as trajetórias,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Meu pai, mãe e pessoas notórias,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que me choraram mesmo após a morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-4273364143363876923?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/4273364143363876923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=4273364143363876923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/4273364143363876923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/4273364143363876923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/selecao-poesias-i.html' title='Seleção: Poesias I'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5207943095496311863</id><published>2009-05-05T02:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T02:51:21.823-07:00</updated><title type='text'>Carta para os meus "fãs"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgAJANR0bAI/AAAAAAAAAEc/02kGHM5VLv8/s1600-h/carta.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332271857975716866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 252px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgAJANR0bAI/AAAAAAAAAEc/02kGHM5VLv8/s320/carta.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Não posso ser mentiroso e hipócrita em omitir um dos meus maiores prazeres: comentários de &lt;em&gt;fãs&lt;/em&gt;. Algumas pessoas não se deram conta do que faço questão de deixar exposto bem ali ó, do lado direito do blog. Mas isso é normal, quando as pessoas querem te derrubar, faça um discurso à lá Ruy Barbosa e mesmo assim, acharão farpas milimétricas em sua exposição. O que dizer sobre isso? Majestoso, magnífico e adorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Mas como assim? As pessoas que ficam me analisando e procurando ínfimos deslizes não se dão conta de que estão perdendo uma porção de tempo das suas vidas comigo. E quem é o Vinicius Canova Pires? Bom... pela minha convivência com este sujeito, posso dizer que cursa Direito na Uniron, já trabalhou no Jornal Folha de Rondônia, na Assembléia Legislativa do Estado e... bem... exato! Ele não é absolutamente nada, ninguém. E é por isso que vocês caros &lt;em&gt;fãs&lt;/em&gt; tornam a brincadeira tão divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já vi pessoas gastarem tempo com Diogo Mainardi, Lya Luft, Ruth de Aquino, Fernando Abrucio, Paulo Guedes, William Bonner e até, na pior das hipóteses, a senhorita Isabela Boscov (cinema). Mas o Canova? Tenham dó meus queridos de tempo sobrado. Confesso que isso me deixa um pouco chateado e profundamente magoado. Quando penso que alguém vai me criticar, espero que seja no mínimo alguém credenciado como, por exemplo: meu pai – jornalista muito bem respeitado no seu meio de atuação –, ou minha mãe que trabalhou durante muito tempo no mesmo ofício. Aceito até mesmo que simplismente sejam pessoas que saibam ler e escrever sem precisar buscar no Aurélio On-Line o significado das palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sei que isso seria um pedido abusivo de minha parte. Vocês teriam que retornar à escola. Ou comprar uma gramática, talvez. Vou ser sincero com os senhores: Sofrer de tédio é um mal de quase toda a população de Porto Velho pela falta de opções. Mas o pouco de criatividade que vocês têm pra fazer algo produtivo, para crescerem, deveria ser direcionada a alguma atividade intelectual. Afinal de contas, uma coisa é certa: coitados como vocês, não estancariam o crescimento profissional nem de uma criança de 10 anos, que já teria discernimento suficiente para responder-lhes a altura. É literalmente uma brincadeira de criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu sinto raiva, ódio, tristeza, mágoa e afins? Nunca. Na verdade tenho um sentimento um pouco mais degradante pra vocês do que pra mim: &lt;strong&gt;pena&lt;/strong&gt;. Enquanto poderiam estar estudando e conhecendo um pouco mais sobre o mundo, direcionam todo seu potencial – se é que têm -, tentando desbancar o &lt;em&gt;“indisbancável”&lt;/em&gt;. É um triste fim, porém merecido fim, para a sua casta de &lt;em&gt;apedeutas&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5207943095496311863?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5207943095496311863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5207943095496311863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5207943095496311863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5207943095496311863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/carta-para-os-meus-fas.html' title='Carta para os meus &quot;fãs&quot;'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SgAJANR0bAI/AAAAAAAAAEc/02kGHM5VLv8/s72-c/carta.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7148137371749643886</id><published>2009-05-04T20:51:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T02:46:12.278-07:00</updated><title type='text'>Crônica: O eunuco</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf-5YsZPlXI/AAAAAAAAAEU/3FohNfPKw3U/s1600-h/sadness.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332184317714994546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf-5YsZPlXI/AAAAAAAAAEU/3FohNfPKw3U/s320/sadness.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Sou um celibatário. Não por opção, e sim por imposição. Alguém lá de cima julgou que seria divertido presentear uma boa pessoa com impotência sexual crônica. Tudo bem. Um homem de 50 anos de idade já aprendeu a superar esse tipo de problema, mesmo que não tenha sido nada fácil. Já visitei todos os possíveis tipos de profissionais na arte do sexo: de prostitutas a médicos especialistas no assunto. De nada adiantou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com o tempo a depressão e a frustração de não poder ter satisfação sexual passaram. É claro que tive meus tempos de obsessão e só consegui coibi-los me viciando em outras coisas que não cabem serem comentadas agora. O que realmente importa, é que tudo isso já foi superado. Acho que caí no ostracismo do divino e do físico, então joguei da mesma forma. Superei o que precisava ser superado e comecei a viver uma vida de análises e críticas que envolvem homens e mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mulheres... Ah, as mulheres... Conseguem ser tão amorosas e delicadas quanto Afrodite, e ao mesmo tempo serem tão impetuosas, maliciosas e perniciosas quanto Hades. Observa-se uma relação imensa de contrastes a cada movimento de uma mulher. Nos olhos, nas formas, no jeito de agir quando querem possuir algo. Um poder enorme de persuasão que deriva de um conjunto de trejeitos que formam uma performance quase cinematográfica, talvez até melhor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por esse lado, fico feliz em poder enxergar além do que os homens casuais conseguem ver. Como se fossem rottweilers a espreita de quilos de carne fresca e temperada em movimento. Já eu, posso vislumbrar tudo aquilo que elas realmente são. As criações mais perfeitas de Deus. Inteligência, traços perfeitos, observância, instintos de caçador e fome de viver. Tudo aquilo que a maioria dos homens não possuem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os machos são aqueles seres que foram criados a partir de uma parte só de um corpo morto: O umbigo. Porque é só isso que conseguem enxergar. Tão individualistas e afoitos na busca de seus objetivos, que a maioria fica pelo caminho. São presas fáceis para as mulheres interesseiras que nunca perdem sua inteligência. Caem facilmente em qualquer vício e topam qualquer parada pra provarem que são os melhores para os outros, nunca pra si mesmos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E sobram os eunucos, que não servem pra absolutamente nada. Sem poder de coito, sem atrações sexuais, sem atribuições de afeto e sem vontade de viver. Fazendo da sua própria existência um jogo absurdo de estudos sobre a vida alheia. Mas infelizmente escolhemos caminhos estranhos em nossas vidas que não puderam trilhar o caminho do que é natural para todo mundo. Gostaria que isso tudo tivesse sido apenas um conto de fadas ou uma das famosas crônicas do Canova. Infelizmente não é. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7148137371749643886?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7148137371749643886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7148137371749643886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7148137371749643886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7148137371749643886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/o-eunuco.html' title='Crônica: O eunuco'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf-5YsZPlXI/AAAAAAAAAEU/3FohNfPKw3U/s72-c/sadness.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5836098784691790568</id><published>2009-05-04T03:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-04T03:25:38.577-07:00</updated><title type='text'>Um homem de fé e respeito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf6_lAjULfI/AAAAAAAAAEM/v_QYDtpoVDc/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331909651377434098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf6_lAjULfI/AAAAAAAAAEM/v_QYDtpoVDc/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Hoje em dia, falar de religião e usar a palavra “fé” e “respeito” é quase impossível. Pouquíssimas são as vezes que conseguimos enxergar homens de caráter real militando dentro de uma organização de fé. A luta dos seres humanos de bem em busca de realização profissional e capital têm se intensificado mais nas últimas décadas. É mais difícil conseguir emprego, sendo que agora em praticamente todos os ofícios se é necessário portar um diploma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, da mesma forma que as pessoas de bom grado se esforçam para conseguir dinheiro, os manipuladores de má-fé aperfeiçoam suas técnicas de extorsão. Pelo menos 30% do dinheiro que se recebe com labuta, trabalho duro e integridade moral é direcionado às igrejas e templos sagrados. O respeito é apenas unilateral e cego. Os cépticos obviamente respeitam esses homens de bem, afinal de contas, como já disse anteriormente, o ser humano não consegue suportar a pressão de não ter em que se apegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para não ter a chance de ser tachado como alguém que vive de generalizações, resolvi exaltar hoje uma figura muito conhecida no Brasil, de personalidade e caráter inquestionáveis até para os que são contra a prática do espiritismo: &lt;strong&gt;Chico Xavier&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Cândido Xavier além de ser um célebre difusor do espiritismo no Brasil e no mundo, é conhecido por ter passado a sua vida inteira alentando pessoas nos seus momentos de sofrimento e angustia. Organizava entregas de alimentos para as comunidades carentes de Uberaba-MG e nunca refutou visitantes que ocasionalmente precisassem de sua mão. Vendeu tantos livros que fica difícil contabilizar a soma em dinheiro oriunda de suas vendas, dinheiro este, que jamais ficara em seus domínios. Sua explicação era bem simples: - &lt;em&gt;Não fui eu quem os escreveu, portanto, esse dinheiro não me pertence&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médium? Esquizofrênico? Perturbado? Não importa. O que realmente importa foram as atitudes de Xavier resultantes de qualquer uma dessas hipóteses. Não se ouviu falar de Chico Xavier brincando com a fé das pessoas que se ajoelhavam e amontoavam filas para vê-lo. O que ele fazia, sem levar em conta a legitimidade, era lavar a alma dos desamparados que necessitavam de sua presença física e de seu possível e ainda duvidoso poder espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser um charlatão, Chico Xavier alegrava as pessoas que tiveram a chance de conhecê-lo pessoalmente. Um homem de fé que jamais subjugou o próximo que não compactuasse com seus ideais religiosos. Nunca previu o inferno na vida daqueles que não os seguissem. Nada disso! A vida desse grande ser humano foi exemplo de amor, misericórdia e compaixão. Algo muito mais próximo de Deus, do que qualquer outro preceito religioso contemporâneo. Uma relação mais estreita do que qualquer outra coisa que já presenciamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chico faleceu no dia 30 de Junho de 2002, dia este, em que a seleção brasileira de futebol conquistava o pentacampeonato mundial. Dia de festa, de comemorações, aonde contrastando com tudo isso, perdemos alguém com quem poderíamos ter aprendido a sermos seres humanos melhores, mais bondosos e se duvidar, até mais próximos de Deus. Um exemplo de homem que conciliava muito bem a palavra “respeito” e “fé”, exatamente porque era isso que ele era e transbordava. Um exemplo a ser seguidos por todos nós, os homens feitos de barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5836098784691790568?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5836098784691790568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5836098784691790568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5836098784691790568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5836098784691790568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/um-homem-de-fe-e-respeito.html' title='Um homem de fé e respeito'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf6_lAjULfI/AAAAAAAAAEM/v_QYDtpoVDc/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-9136226931409808758</id><published>2009-05-02T19:48:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T19:53:44.346-07:00</updated><title type='text'>Nossa cultura musical morreu?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf0HMgX33fI/AAAAAAAAAEE/DqRVkvumMCA/s1600-h/adoniran-barbosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 316px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf0HMgX33fI/AAAAAAAAAEE/DqRVkvumMCA/s320/adoniran-barbosa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331425445306424818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;   &lt;br /&gt;Adoniran Barbosa, Chico Buarque de Hollanda, Cazuza, Renato Russo, Elis Regina, Tim Maia, Erasmo Carlos, Tom Jobim, entre outras grandes figuras da musicalidade brasileira, estão mortas. Não literalmente – alguns que foram citados ainda coabitam o solo –, mas morreram musicalmente falando. Grandes compositores e interpretes da música em nosso país que proclamavam poesias em suas músicas, não sobreviveram à revolução da indústria musical brasileira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     A ditadura militar obrigava alguns de nossos compositores e artistas de melhor qualidade a maquiarem suas músicas tornando-as muito mais interessantes do que se tivessem sido feitas com mensagens diretas e de fácil compreensão. A música tinha finalidade. Naquela época se falava de amor verdadeiro, com instinto e sentimento de paixão. Falava-se de luta, de recaídas, reações e todas as coisas possíveis que se podia fazer para que o ser humano reacionário desse os seus primeiros passos na vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     É quase impossível acreditar que o brasileiro como de praxe conseguiu dar dez passos pra trás em tão pouco tempo. A cultura que os pais ensinam e tentam passar para os seus filhos sequer é levada em conta. – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Coisa de velho&lt;/span&gt; –, eles costumam dizer. A música popular brasileira (MPB), a Bossa Nova, o Samba de Raiz, entre outros estilos musicais pomposos e cheios de conteúdo deram total espaço ao Sertanejo, Brega, Pop, Dance Music, Funk, e demais espécies de música que nada tem a contribuir com a cultura. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     A importância da composição, da letra em si, foi substituída por uma espécie de som bate-estaca que eu ainda não sei como, mas agrada aos ouvidos de uma maioria assustadora. E o que mais me deixa perplexo é pensar que as próximas gerações só tendem a piorar. A música de verdade, o romantismo real e o lirismo estão prestes a serem extintos. É uma realidade cruel, porém, verdadeira. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;     Então não me resta nada a fazer, senão, agradecer os meus pais por dias inteiros ouvindo discos de Elis Regina, o poderoso Tim Maia, Raul Seixas, Cazuza, enfim, tudo que de melhor a música poderia me proporcionar. Eu espero sinceramente, que os poucos conscientes que restaram tenham a decência e a sensibilidade de entender que, é de suma importância que os seus filhos herdem seus gostos musicais. Salvem os coitados desse estereótipo parvo que é a tendência nacional para os próximos anos. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;É pau, é pedra &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é o fim do caminho&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vinicius Canova Pires &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-9136226931409808758?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/9136226931409808758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=9136226931409808758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9136226931409808758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/9136226931409808758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/nossa-cultura-musical-morreu.html' title='Nossa cultura musical morreu?'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/Sf0HMgX33fI/AAAAAAAAAEE/DqRVkvumMCA/s72-c/adoniran-barbosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8670805708926754872</id><published>2009-05-02T17:03:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T19:57:00.358-07:00</updated><title type='text'>Crônica: O monólogo de um cafetão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfzpUkpgHiI/AAAAAAAAAD8/9NyFKdr4G9c/s1600-h/prostituta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 302px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfzpUkpgHiI/AAAAAAAAAD8/9NyFKdr4G9c/s320/prostituta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331392598544227874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Cafetão. Bem, essa é uma palavra que nunca me agradou. Eu prefiro me definir como um empresário do ramo dos prazeres físicos. E pra ser bem sincero, eu sou muito bom nisso. Se querem saber, não me visto com ternos roxos e chapéus com plumas de ganso na cabeça. Sempre fui discreto, e essa foi a mesma discrição que tornou os negócios tão rentáveis. A clientela? É a mais seleta possível. Deputados, advogados, gente de alto escalão. Nada de bêbados e adolescentes transpirando virilidade. Esse costume de ter que contar o que se faz em quatro paredes para os amigos seria péssimo para os negócios. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     O bom é ter pessoas poderosas na palma de suas mãos. Por quê? Simples. Porque sempre estão amarradas a alguma falcatrua, não podem abrir o bico e causar o risco de caírem na imprensa e de afetar suas vidas pessoais. Filhos, esposas, politicagem, vida pública, esses são todos os escudos de que eu preciso para ser quem sou. Meu nome verdadeiro, é obvio que eles não sabem. Sou um negociante, irredutível nos meus preços. Nunca trabalhei, não trabalho e nem nunca trabalharei com drogas. Eu tenho uma ideologia, não sou um mulambo qualquer que faria qualquer coisa para encorpar os negócios. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Europa, Ásia, Oceania, Américas, tanto faz. Meu cliente especifica o seu tipo de prazer: tamanho, corpo, cabelos, modalidade sexual. E eu as consigo. São 20 anos desenvolvendo esse tipo de trabalho. Também tenho vida pessoal, uma família pra criar e um emprego comum que uso meu nome de verdade. Às vezes cruzo com alguns de meus clientes nas ruas, padarias, lojas, gabinetes e por aí vai. Mas eles sabem que uma das minhas exigências é que não passem nem perto de mim, tampouco da minha família. Faça isso, e faremos negócio pelo resto da vida se necessário.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Eu compreendo estes homens. O sexo casual depois de dias a fio de estresse pode ser mortal para um ser humano. A cabeça não agüenta, o corpo não resiste. É como comer feijão com arroz todos os dias. Eles me procuram porque sabem que o que eu tenho a oferecer é muito mais do que eles podem encontrar por si sós. Prostitutas por prostitutas, em qualquer esquina se pode encontrar. Mas todo homem tem um desejo íntimo, algo que queira realizar. Algo que está fora de qualquer padrão social aceitável. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Traição? Também acho uma palavra muito forte. Estes homens teriam sim poder para lutar contra sua própria natureza. Mas fazendo isso, colocariam em risco um matrimônio e uma família estabilizada. Quando o homem realiza o seu desejo mais íntimo, consegue voltar pra casa e compensar sua esposa. Seja porque realizou seus objetivos sexuais, seja porque ficou com sua consciência pesada. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Aí me perguntariam: Mas e você não perde a sua clientela com esse tipo de jogo familiar? Claro que não! Os instintos dos seres humanos são muito mais aguçados do que qualquer sentimento. Então, se eles se sentem culpados, é algo que dura no máximo dois meses. A vida continua, e ela é lenta, monótona, e previsível. O ciclo vicioso de acordar, trabalhar, voltar pra casa e fazer sexo com sua querida esposa carente, enjoa sempre. E aí, eles voltam a me procurar. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     Ás vezes eu penso se eu deveria ficar com a minha consciência pesada, se não seria falta de amor ao próximo fazer o que faço. Mas daí eu penso que aquele pai de família mesmo com sua vida dividida entre verdades fraternais e mentiras conjugais sempre voltará para casa. Vai abraçar seu filho, dar-lhe um presente e talvez até leia uma estória para ele antes de dormir. O que tento fazer no meu ramo, é dispersar um pouco essa idéia de vida monótona do homem. Nós temos 24 horas por dia e estamos sempre repetindo os mesmos passos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     O homem precisa estar centrado em seu trabalho para receber com honra e dignidade o título de mantenedor de um lar. Mas é impossível que ele faça tudo que a vida lhe impõe sem falhar quando por dentro sempre está vazio. O meu trabalho é renovar essa felicidade. E eu não me culpo por isso. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8670805708926754872?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8670805708926754872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8670805708926754872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8670805708926754872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8670805708926754872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/o-monologo-de-um-cafetao.html' title='Crônica: O monólogo de um cafetão'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfzpUkpgHiI/AAAAAAAAAD8/9NyFKdr4G9c/s72-c/prostituta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1215370864393422673</id><published>2009-05-01T17:28:00.000-07:00</published><updated>2009-05-01T17:46:54.454-07:00</updated><title type='text'>Life in a glass house</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfuX9t8W0SI/AAAAAAAAAD0/Ulp1mlA6XFs/s1600-h/Narciso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfuX9t8W0SI/AAAAAAAAAD0/Ulp1mlA6XFs/s320/Narciso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331021670483677474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Os imbecis perdem tanto tempo tentando aliciar pessoas no seu mundo de ignorância e parca inteligência, que acabo me convencendo de que realmente existem pessoas que se escondem dentro de uma casa de vidro. Mas não um vidro comum, um vidro quase espelhado, aonde o que se enxerga é somente uma visão completa de si. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Narciso acha feio tudo aquilo que não é espelho”&lt;/span&gt;. Verdade! Mas o narcisismo usual, deu espaço à uma nova forma viral de vaidade excessiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repugnantes e prepotentes, eles não se satisfazem com o bel prazer de passarem horas e horas contemplando sua “perfeição”. Querem enxergar nem que seja um pouco deles nas pessoas que se deixam manipular facilmente. O pior de tudo, é que normalmente esse tipo é conhecido pelo mimo, e visto pelas pessoas que possuem cérebro como acéfalos. Eu não os culpo pelo julgamento: eu penso o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carros, as casas de praia, as viagens quase cotidianas, as bebidas caras, os bares bem freqüentados, a aparência, enfim, conseguem dar importância a todo e qualquer bem material, como se fosse algo normal. O caráter, a ideologia, a compreensão e o discernimento de nada importam. O que vale mesmo é o que têm e o que potencialmente já possuem. Normalmente essas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;crianças mórbidas&lt;/span&gt; sofrem de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;síndrome do Peter Pan&lt;/span&gt;. O seu desejo é poder passar o resto da vida brincando e pulando, angariando amigos que pensam da mesma forma, para que jamais possam se sentir culpados pela vida ridícula e sem sentido que tiverem e ainda tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado existiam jovens idealistas e cheios de vontade de crescer na vida. Entravam na vida política muito cedo, às vezes pelo caminho errado, mas não se desvencilhavam, conseguiam se erguer e voltar aos trilhos. Porque existia um objetivo, algo maior que a preocupação que não passa de 2m² ao nosso redor. Infelizmente, o que vejo hoje são jovens e pessoas próximas a mim, que não conseguem enxergar um palmo a sua frente. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Novidade queridos:&lt;/span&gt; papai e mamãe morrem. Viram comida de minhocas e larvas. Mas antes disso, lhe deixaram um patrimônio e uma história pra contar na sociedade. Algo que mesmo vocês com seu resquício mínimo de suco cerebral conseguem perceber e admirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E agora José?&lt;/span&gt; A vida de extravagância exacerbada e noitadas sem fim ainda faz algum sentido? É óbvio que sim. Pra vocês, não adianta falar, não existe ninguém que possa tirá-los dessa casa de vidro. A única realidade é a perdição. Pois pedir pra vocês pensarem, criarem objetivos e realiza-los seria uma heresia da minha parte, ou de qualquer outra pessoa que tente abrir os seus olhos. Mas o que me deixa feliz, é saber que um dia chegará a hora que os olhos internos vão se abrir, e aí vai ser tarde demais pra esboçar alguma reação. A partir desse momento o caminho atual até a beira da morte, vai ser tão lento e tão sofrível que poderia virar conto de horror pra Stephen King nenhum botar defeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Vinicius Canova Pires &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1215370864393422673?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1215370864393422673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1215370864393422673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1215370864393422673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1215370864393422673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/05/life-in-glass-house.html' title='Life in a glass house'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SfuX9t8W0SI/AAAAAAAAAD0/Ulp1mlA6XFs/s72-c/Narciso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-3478550952991932343</id><published>2009-04-28T19:22:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T19:55:16.719-07:00</updated><title type='text'>Crônicas da morte: Três longos meses</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SffBgu6OO6I/AAAAAAAAADs/aFp9BFC_wdM/s1600-h/mulher%2Bfumando.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329941452108479394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SffBgu6OO6I/AAAAAAAAADs/aFp9BFC_wdM/s320/mulher%2Bfumando.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A vida de uma pessoa que está com câncer pode ser um parque de diversões para algumas pessoas. Principalmente no meu caso: Estágio terminal de câncer no pulmão. Toda a frustração da luta contra uma doença temível, pode ser substituída facilmente quando nos damos conta de que a morte é a única coisa que nos restou. No meu caso, meu juiz fui eu mesmo, e o porta-voz, o Dr. Alberto de Fariah, Oncologista do Hospital das Clínicas em São Paulo-SP. Nas palavras dele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Bem meu caro Vinicius, eu não costumo fazer rodeios...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Quanto tempo, Dr.? Sem mais delongas...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Sendo o mais otimista possível, três meses.”&lt;br /&gt;“- Podemos interná-lo e diminuir a intensidade da dor com toda a estrutura, comodidade e medicamentos que possuímos neste hospital pra aliviar sua dor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Ou?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Ou você pode viver os três piores meses da sua vida, sofrendo, e com chances de hemorragias internas que te levariam a morte no mesmo instante.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- Foi um prazer conhecê-lo Dr., vou pra casa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“- A escolha é sua. Se mudar de idéia, estarei aqui.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não mudaria de idéia. Eu nunca mudo. Eu sempre faço escolhas rápidas e precisas, mesmo que elas possam me levar à total perdição. As dores já começaram a aparecer gradativamente, às vezes elas somem, às vezes não. Pensei em procurar no mercado negro um pouco de morfina, ou algo do tipo. Mas eu não sei por que, o suplício da dor, me faz sentir menos culpado pelo meu próprio destino. Só existem duas pessoas no mundo que sabem do meu diagnóstico: Eu e o meu médico. E eu prefiro que continue assim. Não tenho filhos, nem esposa, nem ninguém que possa se interessar por um cara de meia idade que está prestes a se tornar fertilizante de solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tento não pensar muito na morte, tento não pensar na fé que eu não tenho. Mas é impossível não criar teorias quando eu observo o ar-condicionado esfriar meu isqueiro Zippo. Ele fica gelado, tão frio que nem consigo acreditar que aquilo é capaz de acender um cigarro. E quando paro pra pensar e ver o meu cigarro queimando aos poucos, vejo aquela cinza aparecer vagarosamente, enquanto ele vai se incinerando. Penso que talvez, o inferno seja algo parecido com isso. A eternidade de sofrimento lento e denso. Então não há sinceramente, motivo para temer o inferno, afinal de contas, ele é somente um espelho eterno do que eu já vivi até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas não têm idéia, de que agonizar por dentro, seja talvez, muito pior do que ser castigado fisicamente. Quando sua cabeça é seu único companheiro íntimo pra conversas, você acaba se confrontando diretamente todos os dias. E as dúvidas, que por si só já são cruéis, acabam se intensificando na sua existência e já não há mais espaço pra qualquer outra coisa na vida, a não ser, respondê-las. Mas por mais que seja difícil não cair nesse trocadilho da vida, ainda é muito melhor, encontrar suas respostas em algo divino, mesmo que você não dê crédito à absolutamente nada. Ao menos, suas dúvidas serão respondidas por alguma coisa maior, algo que lhe dê um alicerce pra continuar vivendo e ser feliz como os demais seres humanos. Infelizmente preciso de respostas concretas, tudo que fica dúbio me deixa com o pé lá atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito raro eu receber visitas em casa. Mas os poucos que ainda tem esse “privilégio” de contemplar a bela visão de minha moradia, obviamente, se espantam. Garrafas de licor, vodca, uísque e tequilas jogadas pela casa. Latas de cerveja amontoadas no meu quarto, e cinzeiros, muitos e muitos cinzeiros. Bom, com certeza é um dos caminhos para a morte, mas por experiência própria, posso dizer que é o mais prazeroso. Um eremita precisa saber como organizar suas coisas, e eu lhe garanto, que apesar da bagunça na casa, para mim, não poderia estar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas minhas duas estantes encontram-se todos os tipos de livros. Tudo que se possa imaginar, como se fosse uma biblioteca municipal de cidade pequena. Modesta, porém, completa e informativa. Ser ávido por informação pode tornar-se uma faca de dois gumes: Pode ser incrivelmente bom saber mais do que os outros, mas pode ser também muito frustrante ir descobrindo o quanto você não sabe de absolutamente nada. E quanto mais se lê, mais se ouve e mais se aprende mais se quer saber. É um vício pior do que os outros, por ser um vício que atraí outros. A informação traz a ansiedade de aprender mais, altera seu relógio biológico, e ajuda a criar hábitos como o próprio cigarro que no começo parece servir de rédeas para toda essa ansiedade. Se você aceitar um conselho de um moribundo: Continue burro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que talvez eu pudesse pegar minhas economias, e começar a fazer viagens pelo mundo, e conhecer lugares que me dariam um pouco de prazer antes de morrer. Mas sinceramente, não vejo sentido algum. As pessoas gostam de ver e fazer coisas bonitas antes de morrer, ou irem embora, como se quisessem diminuir o teor sombrio de uma despedida. Isso não existe, não para mim. Talvez seja melhor passar os dias que me restam na minha própria casa, onde eu escolhi os caminhos que me fizeram declinar pela vida. O engraçado é que mesmo sendo uma pessoa descrente, não consigo fazer com que cessem as perguntas na minha cabeça. Talvez, se eu realmente fosse convicto de que não há nada após a morte, eu simplesmente relaxaria, veria algum filme bom, tomaria uma cerveja e fumaria minha ultima carteira de cigarros sem peso na consciência. Mas também não consigo fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou numa encruzilhada com aquilo que eu sou, e aquilo que eu poderia ter sido se escolhesse os caminhos diferentes. O ponto central da questão, normalmente é aquele que resolve qualquer problema em qualquer circunstância. Não no meu caso. Eu consigo me enxergar no meio de uma situação, onde aparecem diversos caminhos, cada um mais confuso do que o outro, onde eu, em minha posição de privilégio não sou nem de perto a solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já consigo sentir meus órgãos se estraçalhando por dentro, e o derramamento de sangue preencher meus pulmões. E estou sorrindo. Dói. Dói muito. Mas minhas dúvidas não me deixam pensar na dor. Eu vou morrer afogado em meu próprio sangue. Uma morte teatral, digna de ser contada no cinema. Mas infelizmente para os roteiristas, a minha vida foi tão vazia, tão sem graça, que até uma morte com traços de pintura de Pablo Picasso, não teria nexo suficiente para ser contada. Adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-3478550952991932343?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/3478550952991932343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=3478550952991932343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3478550952991932343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/3478550952991932343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/04/cronicas-da-morte-tres-longos-meses.html' title='Crônicas da morte: Três longos meses'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SffBgu6OO6I/AAAAAAAAADs/aFp9BFC_wdM/s72-c/mulher%2Bfumando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1981462318998821493</id><published>2009-04-20T17:17:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T21:42:47.054-07:00</updated><title type='text'>Falsos de natureza e por excelência</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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 &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 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Dentre todas a que mais me chama a atenção é a bendita da honestidade. Santa honestidade! Em um mundo aonde praticamente todas as incursões político-sociais resultam em vexame público e degradação da imagem do país, as pessoas ainda insistem em contradizer os fatos e se auto-intitularem donos da verdade e defensores incansáveis da moralidade. Com tanta experiência em contestações alheias, nos tornamos profissionais em apontar erros e defeitos, e é claro, finalizando os nossos discursos com uma singela dose de crítica moralista. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que é o ser humano, afinal de contas? Ainda é difícil e muito cedo para responder à esta pergunta em particular, porém, o que posso adiantar, é que possuímos mecanismos de defesa que obviamente partem do nosso psicológico, algum tipo de medo do fracasso e da verdade. Partindo dessa premissa, podemos concluir que o ser humano é exatamente o contrário do que diz ser. A educação, os princípios morais que se aprende na escola, as boas amizades, os melhores livros, nada contribuem para que nosso caráter seja diferenciado dos outros que nos cercam. A expressão &lt;i style=""&gt;“farinha do mesmo saco”&lt;/i&gt; também não seria justa, afinal de contas ainda há muitas pessoas que optam por lutar contra a sua natureza, e serem diferentes. O que não significa que sejam menos, digamos assim... falsas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As mentiras fazem parte de nossas vidas, elas moldam inclusive alguns de nossos trejeitos para que possam preencher-se de &lt;i style=""&gt;“verdades”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É uma espécie de qualidade intrínseca à nossa existência, que em determinadas ocasiões nos dão mais tempo para resolvermos alguns problemas, ou pela falta de experiência, criar mais deles. O problema maior, é que assim como qualquer outra qualidade ou defeito, ocorre a banalização da mentira por parte dos seres humanos. Então acaba tornando-se um problema, tão qual torna-se um problema uma pessoa que fala demasiadas verdades sem ponderar hora e lugar. Então, pasmem: Você é falso, meu caro amigo(a). Eu também. Provavelmente, nós nem sejamos amigos, mas eu digo que somos, e vice-versa. Assim nos poupamos do desgaste de uma discussão, ou da dor de uma mágoa. Esse é o nosso cotidiano, mas não se preocupe: Isso não é mal de brasileiro, é um bem de todo mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Vinicius Canova Pires &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;               &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;               &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1981462318998821493?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1981462318998821493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1981462318998821493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1981462318998821493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1981462318998821493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/04/falsos-de-natureza-e-por-excelencia.html' title='Falsos de natureza e por excelência'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5484730123190532909</id><published>2009-03-30T11:33:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T21:00:25.897-07:00</updated><title type='text'>LOROTAS I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SdEVDiaXUYI/AAAAAAAAADk/36QtJvGf5PQ/s1600-h/chico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 195px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SdEVDiaXUYI/AAAAAAAAADk/36QtJvGf5PQ/s320/chico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319055785422442882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Imagine um homem milionário! Não, não... milionário é pouco, imagine um homem bilionário. Agora, se esforce um pouco mais com a ajuda de sua mente que talvez não alcance níveis tão criativos, para atribuir a esse homem bilionário as seguintes características e conquistas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;01) &lt;/span&gt;Chegou ao trigésimo grau da maçonaria;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;02)&lt;/span&gt; Assassinou sua própria filha por ordem dos maçons;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;03)&lt;/span&gt; Teve um filho com sua irmã;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;04)&lt;/span&gt; Foi pago por Maluf e Sarney para fazer um feitiço contra Tancredo Neves, o que gerou sua morte;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;05)&lt;/span&gt; Atuou como “mediador” no pacto de Xuxa com o diabo;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;06)&lt;/span&gt; Teve um tórrido romance de seis meses com um fila brasileiro (é sério);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;07) &lt;/span&gt;Negociava diretamente com Fernandinho Beira-mar;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;08)&lt;/span&gt; Tem o nome “lucifer” tatuado no pênis;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;09)&lt;/span&gt; Tentou assassinar outro filho seu com um disparo no crânio, porém, o moleque saiu vivo (mas, levou o disparo);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10)&lt;/span&gt; Teve uma filha de doze anos assassinada pelos maçons, depois que abandonou a ordem;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11) &lt;/span&gt;É um ex-homossexual (fichinha pra quem já praticou zoofilia e incesto, convenhamos);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12) &lt;/span&gt;Trabalhava num banco, onde no final do dia aplicava todo o dinheiro dos clientes na sua conta e aplicava no overnight, e vivia só da renda que isso gerava, logo devolvia o dinheiro pras respectivas contas (alguém me explica o que é um overnight, por favor);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Esclarecimentos do meu grande amigo e irmão Leandro Batista:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O plano real foi criado pelo Ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, a inflação alcançava números extratosféricos e os preços do mercado, mais voláteis do que nunca, cresciam à toda hora, todo minuto. Então, o Overnight funcionava da seguinte forma: Investia-se o dinheiro lá pelas 18h00min e retirava-o pela manhã, logo cedo. No tempo em que o dinheiro estava investido, rendia aproximadamente uns 30% de lucro. O que hoje pode parecer muito, porém, na época, era uma quantia razoável, mas mesmo assim, era lucro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13)&lt;/span&gt; Era macumbeiro oficial do presidente da Fiat e mais outras várias multinacionais;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14)&lt;/span&gt; Foi um milionário dono de várias mega-empresas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ora, meus amigos. São tantas as atribuições na vida do Tio Chico, que qualquer pessoa em 3 encarnações, não seria capaz de superá-lo. Também não consigo imaginar alguém que em 3 ou 4 encarnações consiga superar o Tio Chico em um quesito muito especial: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;mentira&lt;/span&gt;. Mas esse texto aqui não tem a finalidade de desmascará-lo, afinal de contas, qualquer pessoa que tenha um só resquício de discernimento não dará ouvidos ou atenção as esdrúxulas profecias do ex-Bruxo, a menos, é claro, que a finalidade seja dar boas gargalhadas e ridicularizar o figurão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outra coisa interessante é que o espalhafatoso Tio Chico, que em seus testemunhos diz poder provar tudo o que diz, não publica sequer um documento oficial – nem mesmo uma Xerox –, em seu site oficial provando que já ocupou cargos públicos. Ou para facilitar as coisas quem sabe uma simples cópia de seu imposto de renda que daria comprovação a toda riqueza adquirida nessa saga fantasiosa que foi a vida de Tio Chico. E claro para melhorar ainda mais, Tio Chico diz ter sofrido um acidente aonde teria entrado em seu corpo ferros de todas as espessuras, tamanhos e formas. E como golpe final neste episódio em particular, a junta medica que supostamente havia o declarado morto, ainda retira de sua cabeça 320 gramas de vidros e estilhaços do pára-brisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então, podemos resumir previamente, que Tio Chico é um grande mesclado de personagens que já conhecemos bem: Primeiramente pensei em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Joseph Climber&lt;/span&gt;, o personagem criado pelos &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Melhores do Mundo &lt;/span&gt;que vai vendo a sua vida declinar em um azar impregnado em sua própria existência, mas sempre é claro, superando-os (O caso do acidente). Também pensei em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Clint Eastwood &lt;/span&gt;quando atuava no cinema fazendo &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Western &lt;/span&gt;(O fato de ser pistoleiro). Com o satanás, em relação a essa amizade antiga e estreita me veio à cabeça um personagem bem brasileiro: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Toninho do Diabo&lt;/span&gt;. E hoje em dia, em relação ao uso da palavra sagrada de Cristo, a loucura e os devaneios, torna-se a imagem e a semelhança de Cristo, ou melhor dizendo, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Inri&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tratemos então, de reconhecer Tio Chico como comediante e não como charlatão. Afinal de contas, o mundo está cheio de falsos profetas. Alguns são muito sem graça, e outros superam as expectativas do que pensamos ser ridículo. Este sim, é o caso do Tio Chico. E eu me divirto muito com ele. Abaixo relaciono alguns link’s do youtube para que as pessoas que não o conhecem possam se divertir como eu me diverti, obrigado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;LINKS YOUTUBE:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GpSS1jNFgEU"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=GpSS1jNFgEU&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GpSS1jNFgEU%20http://www.youtube.com/watch?v=z-ZLLJ9kLbQ&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=z-ZLLJ9kLbQ&amp;amp;feature=related&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z-ZLLJ9kLbQ&amp;amp;feature=related%20http://www.youtube.com/watch?v=sj73E7dOH0k&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sj73E7dOH0k&amp;amp;feature=related&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5484730123190532909?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5484730123190532909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5484730123190532909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5484730123190532909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5484730123190532909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/03/lorotas-i.html' title='LOROTAS I'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SdEVDiaXUYI/AAAAAAAAADk/36QtJvGf5PQ/s72-c/chico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-608611786269510968</id><published>2009-03-10T23:58:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T23:59:34.655-07:00</updated><title type='text'>Poeira cósmica insatisfeita </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Nos esforçamos muito para segurar os acontecimentos recentes em nossas vidas, sejam bons ou ruins, para dar sempre uma sensação de uma experiência nova, uma vida nova, um recomeço. Porém, infelizmente, o ostracismo é uma constante no cotidiano de um cidadão-comum. O que ocorre hoje às 09h30min, sequer é lembrado às 20h55min. A vida contemporânea nos acomodou de tal forma, que as novidades não nos surpreendem mais. Se um avião cair no seu vizinho, é provável que você fique sabendo através do youtube, do Orkut, ou de qualquer outra ferramenta de troca de informações, menos é claro, por constatação pessoal. E hoje isso é invariavelmente, uma verdade para todos nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Felizmente para alguns de nós que ainda temos contato com pessoas de maior experiência em vida, podemos medir a diferença parcial de distância entre a vida nos anos 70 e vida de hoje. Profissionalmente falando para exemplificar: Um jornalista era um ser humano incansável, uma fera louca e doentia a procura de informações, de furos de reportagens, de entrevistas exclusivas. Dar a cara à tapa era uma atitude crônica de todo e qualquer profissional na área de imprensa. Nos dias de hoje, é comum encontrarmos jornalistas são e salvos nos confortos e na própria estabilidade de seus lares. Trabalhando atrás de computadores, conversando por e-mail com assessorias, e não vertendo sequer suor de suas testas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Se essa é uma realidade triste, nua e crua dos tempos de hoje, é óbvio que a coisa só tende a piorar. O comodismo entrou em nossos lares, invadiu nossos corpos e em alguns casos, até corrompeu nossas famílias. É uma verdade explícita! Uma verdade que corrobora com as nossas atitudes. Uma verdade, que caso não seja contrariada, há uma grande chance de haver um choque de realidade em cima da hora, hora essa, em que nos confrontaremos no espelho e indagaremos a nós mesmos: &lt;i style=""&gt;- Meu Deus, no que eu me tornei?&lt;/i&gt;. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;As pessoas tendem a proclamar insatisfações, sobretudo, em seus devaneios sobre suas frustrações. O tempo que é perdido criando um texto inútil como esse, poderia ser melhor utilizado em leituras, pesquisas, e até em um reajuste de sono mal programado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Mas é aquela história: apesar de não ter generalizado a espécie humana, sei que a maioria de nós é imediatista. Ou se tem resultado em curto prazo, ou não se segue o projeto. Desistência! Resignação! Insatisfação! Culpa! Desespero! E o engraçado, é que essas são reações ou sentimentos que sentimos por nós mesmos, e estamos sempre arrumando desculpa para descontar em outros. Por isso, nos eximimos dessa culpa, e nos denominamos auto-suficientes emocionais, quando somos apenas, poeira cósmica insatisfeita. Pequenas partículas chorosas que juntas, montam um coro lamurioso e que insistentemente clama por atenção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Vinicius Canova Pires &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:85%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-608611786269510968?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/608611786269510968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=608611786269510968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/608611786269510968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/608611786269510968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/03/poeira-cosmica-insatisfeita.html' title='Poeira cósmica insatisfeita '/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6993174296184879474</id><published>2009-02-20T19:09:00.001-08:00</published><updated>2009-02-20T19:20:16.918-08:00</updated><title type='text'>Quando não temos em que se apegar</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desde os tempos mais remotos, os seres humanos procuram um respaldo plausível e bem justificável para explicar a razão de algumas vertentes em seu comportamento.  Alguns homens denominados de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“bem”&lt;/span&gt;, buscam na religião uma densa desculpa para praticar atos animalescos, destacando-se como exemplo a temível santa inquisição.  Outras pessoas mesmo não descartando suas religiões herdadas, embasam suas ações em ideologias que na maioria das vezes nada têm a acrescentar ao mundo. Utilizam-se dessas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;idéias de jerico&lt;/span&gt;, para se sentirem de certa forma “adotadas” por alguma coisa. Algumas pessoas precisam impor suas idéias, seus conceitos, e para conseguir isso muitas vezes, tendem a se impor pela força bruta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, apesar da derrocada do idealismo do Führer e com a difusão da informação após a guerra fria, celebrada pela chegada da globalização, algumas pessoas que se utilizam da facilidade de divulgação de praticamente tudo que acontece no mundo pela internet, começaram a espalhar novamente os desmandos de Adolf Hitler, formando pequenas células de atuação em todo o mundo.  No Brasil, um desses grupos extremistas é a gangue denominada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;White Power&lt;/span&gt; (do inglês: poder branco), que determinada aos seus adjuntos que espalhem mensagens de intolerância racial, repúdio ao homossexualismo entre outros inúmeros preconceitos contra pessoas que não fazem parte de sua casta, com o mesmo objetivo do autor póstumo Adolf Hitler, que foi derrotado a muito custo pelos Aliados na segunda guerra mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após morrer em Abril de 1945, suas idéias e conceitos foram se dizimando aos poucos, o orgulho da grande maioria do povo alemão durante a 2ª guerra fora trocado pelo sentimento de vergonha.  Troca de sentimento este, que não se repete em seu esquadrão novo de asseclas. A idéia contínua de que deve e há de existir uma raça superior no mundo, capaz de resolver problemas que variam entre doenças e questões sociais problemáticas como a própria pobreza, é a combustão que dá força e movimento a esses grupos formados por jovens e adultos de variadas idades. Porém, alguns desses juvenis integrantes de grupos extremistas sequer sabem coisas básicas sobre história, trocam a pratica da leitura pela deliberada vontade de exprimir ódio e ressentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, todo ser humano precisa de alguma desculpa para agir. Seja social, política, comportamental, ideológica, religiosa, filosófica, as atitudes provém de uma devoção que muitas vezes é cega, e que tem o intuito de externar sentimentos que dificilmente faríamos caso não nos apegássemos a alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6993174296184879474?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6993174296184879474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6993174296184879474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6993174296184879474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6993174296184879474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/02/desde-os-tempos-mais-remotos-os-seres.html' title='Quando não temos em que se apegar'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8349037071753135315</id><published>2009-02-20T17:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T18:03:34.796-08:00</updated><title type='text'>O diferencial na internet: Internet Relay Chat (IRC)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Diariamente nos deparamos com alguns veteranos nesse jogo louco que chamo de vida. E uma das frases preferidas deles para retratar algo majestoso que ocorreu em sua época e que hoje é só lembrança, é: &lt;i style=""&gt;“Quem viu, viu. Quem não viu, não verá jamais”.&lt;/i&gt; &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Engraçado é que pra quem ouve, parece a mesma ladainha de sempre da &lt;i style=""&gt;velharada&lt;/i&gt;. O costume débil de ficarem horas e horas divagando em frases rebuscadas para caracterizar a infância adocicada e a juventude &lt;i style=""&gt;porra-louca&lt;/i&gt;. Eu sempre pensei nisso com certo ar fadado, sem paciência para ouvir. Mas hoje comecei a concordar que em alguns momentos é necessário compartilhar as coisas boas que vivemos, principalmente com pessoas que jamais saberão o gosto de certas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;No caso do texto de hoje, me refiro ao mundo &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;nerdiano&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, um mundo que eu jamais fui capaz de respeitar, mas que convivi e convivo até hoje no meu dia-a-dia. Hoje tive a chance de voltar a usar novamente o &lt;b style=""&gt;mIRC&lt;/b&gt; (quem não sabe o que é, sugiro que leia o texto na Wikipédia, é bem esclarecedor)&lt;b style=""&gt;¹&lt;/b&gt;. A sensação inicial foi uma nostalgia que percorreu meu corpo todo e foi parar na superfície da minha pele, causando um arrepio em meus braços. Lembrar de como era aquela época, antes da criação da comunidade virtual que chamam de Orkut, e antes da difusão do MSN Messenger, me traz a tona bons sentimentos em relação a minha própria infância e pré-adolescência. Era algo diferente, que mesmo em seu ápice de usuários na principal rede brasileira, atingiu no máximo 60.000 usuários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;O MSN e o ORKUT tornaram a inclusão digital uma verdade que antes de sua existência era uma esperança, e hoje com certeza descobriu-se que a realidade é outra; um desastre total. Para manejar o mIRC mesmo a pessoa mais ignorante, teria que estar integrada com o mínimo de comandos para facilitar o seu uso. E esse uso constante do IRC forçava as pessoas a se informarem mais sobre o que estavam usando, mesmo que o script de sua preferência lhe fizesse o favor de sintetizar os comandos e programá-los para uma utilização mais facilitada do usuário. Não era apenas um &lt;b style=""&gt;“bate-papo”&lt;/b&gt; como algumas pessoas gostavam de designar. O IRC era uma empresa, mas comandada por pessoas sábias e que costumavam flexibilizar-se de acordo com a vontade e a critica dos seus freqüentadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Com a &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;“morte”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; do IRC, a internet e o dinamismo entre as pessoas se resumiram a incessantes conversas que começam e terminam sempre do mesmo jeito no Messenger, a vadiagem e a pedofilia crescente entre os usuários do Orkut, e um acréscimo também nos crimes de internet em geral. Mas creio eu, que a humanidade se resume a isso: os seres humanos sempre procuram a forma mais fácil de tocar suas vidas. Pouco importa as conseqüências que isso representaria numa sociedade como um todo. O brasileiro principalmente tomou o &lt;i style=""&gt;“cada um por si”&lt;/i&gt; como sua tônica de vida e decidiu viver sua vida a partir desse lema. Tristeza para alguns, felicidade para outros. Mas eu estou feliz, porque posso encher minha boca (dedos) para proferir as últimas palavras desse texto: Quem viu, viu! Quem não viu, jamais verá! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;¹: http://pt.wikipedia.org/wiki/MIRC&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vinicius Canova Pires &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8349037071753135315?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8349037071753135315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8349037071753135315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8349037071753135315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8349037071753135315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/02/o-diferencial-na-internet-internet.html' title='O diferencial na internet: Internet Relay Chat (IRC)'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7826013923688697698</id><published>2009-02-18T09:46:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T19:22:30.792-08:00</updated><title type='text'>Heil Ratzinger!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SZxKlDW7RaI/AAAAAAAAACI/gNFU8rCtJyI/s1600-h/Adolph-Hitler-Banner-Standard-Nazi-Third-Reich-Flag-01LG.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304196461552682402" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 304px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SZxKlDW7RaI/AAAAAAAAACI/gNFU8rCtJyI/s320/Adolph-Hitler-Banner-Standard-Nazi-Third-Reich-Flag-01LG.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúdem o Papa Bento XVI! Saúdem a Igreja Católica! Saúdem a Santa Inquisição! E principalmente, saúdem &lt;em&gt;a mentira do Holocausto! &lt;/em&gt;(sic) Opa! Mentira? E quem é que disse que o Holocausto é uma mentira? Bom, além de alguns escritores que se escondem atrás de pseudônimos, temos uma figura cristã em questão: O bispo ultraconservador inglês Richard Williamson. Que foi reabilitado pelo papa Joseph Alois Ratzinger, após passar 20 anos excomungado. O mais engraçado na história toda, é que um padre cuja infância tenha sido atrelada ao contexto nazista de Adolf Hitler, em um ato solidário de pura benevolência tenha aceitado novamente o bispo Williamson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que somos tão cegos e ingênuos mesmo? Absolutamente ninguém cogita a possibilidade de Ratzinger ainda simpatizar com o idealismo de supremacia de Hitler. É normal as pessoas cometerem equívocos, com conseqüências desastrosas. Mas o medo de errar, não pode impossibilitar que alguns de nós com um pouco mais de voz-ativa se retenha e não expresse opinião. Diariamente estamos acostumados com as baboseiras proferidas pelo excelentíssimo papa Bento XVI, como condenar uma família por querer desligar os aparelhos que fazem com que uma filha já há 17 anos em coma, sobreviva. Ativistas da Igreja católica se acham no direito de jogar pedras na família e julgam o governo por dar o aval necessário para que finalmente uma novela trágica termine. E a angustia de uma família castigada pela vida evapore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias lemos nos jornais cibernéticos ou impressos: “O Papa condenou”, “A igreja católica é contra”, etc. E quem são eles agora, depois do maior holocausto do mundo conhecido como Santa Inquisição, para julgar quem está certo e quem está errado? Há uma piada de mau gosto sendo contada na história do mundo. E essa piada muda o cotidiano de várias pessoas ao redor do planeta. Porém, algumas pessoas não agüentam mais esse tipo de piada como é o caso de Giuseppe Englaro, que é pai da mulher que estava em coma e que lutou bravamente durante 17 anos, esperançoso de que um dia a filha voltasse à vida. Admitiu tristemente, que chega um momento em que já não há mais o que fazer. E que a única saída é fazer com que a filha tenha uma morte digna e sem dor. E claro, a Igreja &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Caótica &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;com o seu &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Führer&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, criam entraves ridículos para impor uma supremacia que para eles deve existir apesar da dor de qualquer pessoa no mundo. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Heil Ratzinger! &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7826013923688697698?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7826013923688697698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7826013923688697698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7826013923688697698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7826013923688697698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/02/heil-ratzinger.html' title='Heil Ratzinger!'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SZxKlDW7RaI/AAAAAAAAACI/gNFU8rCtJyI/s72-c/Adolph-Hitler-Banner-Standard-Nazi-Third-Reich-Flag-01LG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8381242242976627198</id><published>2009-01-27T17:56:00.001-08:00</published><updated>2009-02-20T19:27:20.037-08:00</updated><title type='text'>Duas décadas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SX-73H5ye-I/AAAAAAAAACA/SybQcxsP_38/s1600-h/Imagem+001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296158242499623906" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 240px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SX-73H5ye-I/AAAAAAAAACA/SybQcxsP_38/s320/Imagem+001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;         No dia vinte e sete de janeiro de mil novecentos e oitenta e nove, nascia um pedacinho de carne roxa, ofegante, que mais parecia um rato do que um bebê recém nascido. Posteriormente as pessoas mal poderiam acreditar que aquele semi-rato de laboratório, se tornaria uma criança obesa com cento e trinta quilos. Porém, como minha mãezinha querida costuma dizer: - Era gordo, mas era feliz. Muito mais feliz. -, E hoje, faço as palavras dela, as minhas. Infelizmente com a idade o nosso senso critico fica mais aguçado, a gente vai olhando ao redor e percebendo que cada vez mais o ciclo de pessoas em volta da gente vai enxugando, ou não. Algumas pessoas escolhem a vida de relações públicas, ser amigo e querido por todos. Mas talvez, por azar meu, a minha consciência não me permite tal postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         O tempo muitas vezes é tratado como inimigo. Vejo isso de forma diferente hoje em dia; só o tempo é capaz de definir o que você é. Com o passar do tempo, com a convivência e o entendimento sobre as pessoas, é possível usar esse tempo á favor de sí. Olhar para trás e enxergar um Vinicius bobão e querido por todos tem um significado bonito e traz à tona uma nostalgia incrível. Como se eu pudesse tocar no meu passado. Ver, sentir, mudar, compreender. E isso tudo é muito bonito, e claro, que mesmo sendo muito diferente hoje, eu não mudaria nada no meu passado. Porque foi por esse caminho que eu aprendi a ser do jeito que sou. Provavelmente quem ler esse texto vai pensar que estou querendo dizer que sou grande coisa. Muito pelo contrário. Pra ser alguma coisa na vida, é preciso estender seus tentáculos. E eu prefiro deixar os meus curtos, e atingir só à quem me apraz atingir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         No decorrer da minha vida, tive pouquíssimas amizades sinceras. Mas eu agradeço todos os dias à Deus (isso mesmo, você não leu errado) por ter encontrado essas pessoas. Dentro da minha própria casa sou cercado por três sentinelas que não me deixam faltar nada. Não deixam nada de ruim acontecer pra mim. E que fazem o possível pra que eu não dê um passo em falso, ou cometa erros que não possa consertar. Fora da minha casa, encontrei outras pessoas que hoje cito à todos como se fossem da minha família. Pessoas com quem tive o prazer de contracenar nesse grande espetáculo cinematográfico que é a vida. Eu não citaria nomes. Medir esse tipo de sentimento é besteira. Mas as pessoas que fazem parte desse rol escasso de pessoas que amo, sabem o sentimento que tenho por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Sinceramente, o texto de hoje é totalmente sem nexo. Estou sem inspiração pra escrever, e acho que o faço apenas pra manter uma tradição pessoal de escrever qualquer coisa no dia do meu nascimento. No mais. Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8381242242976627198?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8381242242976627198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8381242242976627198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8381242242976627198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8381242242976627198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2009/01/duas-decadas.html' title='Duas décadas'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SX-73H5ye-I/AAAAAAAAACA/SybQcxsP_38/s72-c/Imagem+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-170401542068491782</id><published>2008-12-18T22:34:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T19:22:57.829-08:00</updated><title type='text'>A única tenra idade</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SUtBmbNkEHI/AAAAAAAAAB4/juFQnM3Y3AA/s1600-h/Tempos+de+Santa+Catarina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281387116417519730" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 320px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SUtBmbNkEHI/AAAAAAAAAB4/juFQnM3Y3AA/s320/Tempos+de+Santa+Catarina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;          Existe uma época em que tudo lhe é permitido: errar, destruir, fazer, desfazer, enganar, culpar, mentir, transmitir entre outras coisas que cabem as coisas boas e as coisas más dessas decisões. Entretanto é uma época que deixamos escapar pelos nossos dedos de forma fácil, não por nossa culpa, e sim, porque é uma idade em que o tempo costuma ceifar tudo muito rápido, abusando de nossa delicada inocência. Essa época também nos remete a uma porção de reflexos. Quem é que não se lembra daquele bolo caseiro da avó? Ou a primeira bola de futebol? Ou simplesmente aquela tentativa frustrada de nossos pais de fazer com que viéssemos a gostar de coisas que simplesmente não nos apraz. (no meu caso, meu pai tentou me corromper com uma camisa do Internacional). É uma época milagrosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Todas características de uma época que guardamos com carinho em nosso corações. Todos os momentos bons que passamos juntos em família e que agradecemos ter passado, porque há coisas que simplesmente passaram, e jamais o trem das oportunidades carregará novamente tais oportunidades. Não que tudo isso se tenha perdido no vão da vida; é sobretudo as mágoas do não aproveitamento de tais oportunidades que nos fazem lamuriar a vida. E isso, tem uma tamanha influencia em nosso dia-a-dia, que acabamos por nos esquecer que a “nossa” vida depende da nossa vontade. A vida para o resto do mundo continua. Tenha você uma doença, tenha sido mutilado, tenha sido demitido, tenha perdido um ente querido. Para os outros, ela continuará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Precisamos fixar os nossos pés no chão, e colocar a nossa cabeça inclinada para o sol nascente. Todos os dias deixamos as oportunidades passarem pelas nossas mãos. Culpamos as coisas que de ruim acontecem em nossa volta. Culpamos nossos pais, nossas mães, amigos, colegas, o trabalho, a faculdade, enfim. Cada dia que passa, fica extremamente mais difícil olhar para o nosso próprio umbigo, que seria finalmente, admitir que o fracasso em excesso tenha partido de nós mesmos para com os outros, e não vice-versa. Quero deixar claro, que aqui não desejo fazer crônicas, textos, resenhas, ou qualquer outro tipo de texto de auto-ajuda. Aliás, este que vos fala, odeia esse tipo de texto. O que busco é uma própria reflexão sobre as coisas que deixamos passar sem perceber, e que ainda existe tempo para pegar outros trens, em outras estações. Também para lembrar-lhes o seguinte: &lt;strong&gt;já tivemos nossa tenra idade, o momento em que nos era permitido errar foi-se&lt;/strong&gt;. Agora... a cada passo em falso, corresponde a uma derrota em nossas vidas. Lembre-se de sua mais tenra idade, e perceba de uma vez por todas que ficou pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-170401542068491782?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/170401542068491782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=170401542068491782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/170401542068491782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/170401542068491782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/12/nica-tenra-idade.html' title='A única tenra idade'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SUtBmbNkEHI/AAAAAAAAAB4/juFQnM3Y3AA/s72-c/Tempos+de+Santa+Catarina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5474902183287407248</id><published>2008-09-15T01:43:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:24:08.517-08:00</updated><title type='text'>O empalamento de minh’alma</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SM4in5kZfVI/AAAAAAAAABk/d5skpBmv5Js/s1600-h/nice.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246168684796935506" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SM4in5kZfVI/AAAAAAAAABk/d5skpBmv5Js/s320/nice.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Gostaria que os métodos de tortura tivessem contemplado o seu fim juntamente com o final da santa inquisição. Infelizmente ainda me sinto submetido à isso tudo. Claro que se eu colocar de forma física, nunca conseguiria materializar hoje, quão dolorosa foi aquela época. Pessoas julgando você por fazer sexo com o Satanás, que maravilha! Bem que William Shakespeare disse: “&lt;em&gt;O demônio pode citar as escrituras para justificar seus fins&lt;/em&gt;”. E hoje é diferente? Igreja católica com sua demanda incessante de padres pedófilos (perdoai a generalização, oh Pai) ou a igreja evangélica e seus asseclas dinheristas como o caso de um dos nossos queridos donos de redes de televisão e família? Enfim, uma de nossas queridas deputadas estaduais ***** **** disse bem ao nosso mais querido ainda governador na legislatura passada: “&lt;em&gt;Nós não vamos mudar o mundo, então vamos pra praia, vamos pro sítio, e encher nossos bolsos.&lt;/em&gt;” Bem, talvez não seja um retrato fiél do que ela efetivamente disse, mas quem se importa? Eu? Eu não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me abstive de manifestar opiniões de ordem política em meus textos, e até de ordem religiosa, quem sabe uma ou outra manifestação de cume agnóstico, mas nada além disso. Eu só não consigo compreender hoje porque todo o marasmo de nós mesmos, se a gente vive a mesma merda da idade média? Ok, pode até parecer exagero, mas se pensarmos bem, com olhar cirúrgico, com uma perspectiva bem mais realista do que o oba-oba cotidiano, veríamos que nossa vida está direcionada a gente tão vagabunda e mau caráter quanto o personagem que inspirou o Conde Dracula de Bram Stocker, o príncipe e outro queridíssimo Vlad Tepes. A grande diferença fora o suplício físico é a própria vontade de descartar o suplício mental (quero aqui, manifestar a idéia de que simplesmente vivemos, quando deveríamos lutar). Hoje nós não somos obrigados a coexistir com qualquer tipo de tortura. Nós temos constituição, temos leis, vivemos a possibilidade de falar em público, manifestar opinião pra quem quiser ou não nos ouvir. E mesmo assim, não fazemos nada. O que há de errado? Talvez eu saiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso mentir pr’eu mesmo, nem pra quem possivelmente lerá algum texto meu. Conheci um dos métodos de tortura mais famosos um dia desses, sugestão de alguns amigos que gostam de trocar vagas idéias durante uma refeição ou outra. Lí uma porrada de textos sobre o empalamento, e digo à quem quiser: Estamos mais no espeto do que jamais estivemos antes. Por quê? Simples. Nós escolhemos estar. Quem elegeu os nossos carrascos? Quem foi que incutiu o livre arbítrio em outrem para nos humilhar e passar vexame? Nós mesmos. O que eu posso dizer? Que é mais um texto de utilidade pública? Não, nem posso dizer isso, até porque eu sempre caio em contradição, eu não seria um bom militante em qualquer área de manifestação, mas em meus lapsos de questionamentos e quando eu consigo um “quê” de divagação intelectual tenho vontade de expressar algumas coisas que considero ter uma significante relevância no cotidiano de um ser humano comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando. Livre arbítrio é uma expressão, que se pisarmos no chão e olharmos pra frente, não conseguiríamos observar a materialidade dela. Afinal de contas, poder fazer o que bem entender, quando bem quiser, ainda é um privilégio de poucos. Mesmo que se tenha vontade, discernimento, e compreensão ainda é preciso agregar uma série de outros fatores para que se tenha a dita liberdade de expressão. A dificuldade que temos em externar nossos pensamentos e atitudes, é que facilitam o desuso da expressão, aliás, hoje em dia é fácil qualquer pessoa falar em livre arbítrio em algum discurso moralista, porém, como opinião própria, eu não vejo que seja mais tão fácil assim. Então já que estou confessando um crime, quero dizer que apesar de mentalizar e dialogar horas comigo mesmo, pensando exatamente todas essas coisas, é que resolvi que: não vou fazer nada. É, é exatamente isso que estou dizendo. Não vou fazer nada, porque pra mim é mais fácil ver o noticiário, ler um jornal, dar minha opinião, e cruzar os braços. Mas sinceramente, eu ainda creio na mais forte das esperanças, que um dia há de vir alguém que celebre o dom da atitude. E que tenha o poder da palavra, e que alcance enfim o sentido real de livre arbítrio. Até lá, quero convidar todos vocês para jantar frango assado e assistirem ao meu empalamento, o empalamento de minh’alma. Bom apetite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5474902183287407248?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5474902183287407248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5474902183287407248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5474902183287407248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5474902183287407248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/09/o-empalamento-de-minhalma.html' title='O empalamento de minh’alma'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SM4in5kZfVI/AAAAAAAAABk/d5skpBmv5Js/s72-c/nice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1195596004396493716</id><published>2008-09-07T11:39:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:25:53.946-08:00</updated><title type='text'>Meu último e meu primeiro texto (vida e morte respectivamente)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lembro que pouco antes da minha morte, uma morte sem graça, digna de quem passou a vida inteira atrás de folhas de caderno, máquinas de escrever e computadores, datilografava um texto sobre golfinhos (enfatizando a idéia de que tudo realmente é uma merda pouco antes de morrer). O mais hilário disso tudo, é que eu consegui ainda, assinar a matéria, infelizmente como aqui a gente perde o contato com aquele mundo anterior, não posso dizer se foi publicada em anexo à alguma mensagem de luto – mensagens que já escrevi diversas vezes à colegas, amigos e familiares – é, possívelmente alguém o fez, vai saber.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Felizmente minha morte não foi dolorosa, apenas me impressionou o fato de que em meu último resquício de consciência eu me desse conta de que o sangue jorrava de meus ouvidos e algumas outras cavidades em meu rosto. Acidente vascular cerebral. E não era pra menos, afinal de contas minha vida sempre foi regada à cigarros, uísque, e comida pesada. Claro que eu não me arrependo. Morrer cedo ou morrer tarde? Que diferença faz? O ponto vital é viver! E eu vivi! Dentro do jornalismo convivi com o mais exagerado puritanismo, e sei qual o destino: morrer com cento e poucos anos, e não ter feito nada que desse um pingo de prazer. Nisso eu não pequei, ao menos ao meu ver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ah! As pessoas com certeza querem saber da transição. Ah, a transição, ufa! Se você já fez o trajeto de Porto Velho à São Paulo de ônibus, é provável que ainda falte um bocado pra compreender a magnitude tediosa dessa empreitada. E nem sequer escolhemos! Já estou há algum tempo aqui, tempo suficiênte pra dizer que por enquanto não há nada demais. O que difere um pouco, é que já não existe mais a parte física. Sou apenas consciência, sózinho, com um bocado de espaço em branco para ser preenchido. Não sei se é uma missão, se Deus realmente existe, mas aqui não é tão divertido quanto lá na terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que gosto daqui é que eu tenho acesso irrestrito à minha lembrança. Posso buscar tudo que eu já fiz, desde o momento de minha concepção (Pulei essa parte, realmente consegue ser mais tedioso do que o que vivo aqui, agora). Posso recordar minha infância, o primeiro cigarro, a primeira namorada, a primeira briga, a perda da virgindade, os valentões da escola, o meu primeiro e suado emprego. A dificuldade que era estudar, ler e trabalhar, tendo que harmoniosamente relacionar essas atividades. Aqui é o contrário do que pensei, achei que caíria no inferno, porque sim, eu acredito em Deus, mas nunca vivi de acordo com os princípios dogmáticos de qualquer religião, nem sequer respeitei os mandamentos, visto que já cobicei muito as mulheres de meus semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas isso é só um ínfimo exemplo de tudo de ruim que eu tenha contribuído para o mundo e para mim. Já me meti com agiotagem, prostituição, casa de jogos, já bati em mulheres, enfim. Trilhei o caminho que os cristãos diriam ser do inferno. Mas estou aqui. “Vivo” em sã consciência, e se o meu castigo divíno seja pagar essa penitência tendo como parceria eterna a minha voz sucumbida nesse vácuo que eu nem sei se existe, que seja assim. Acho que pode ser divertido. Eu adoro ser desafiado. Apesar de encarar isso com a maior naturalidade possível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Golfinhos. Que tema mais ridículo, onde é que eu estava com a cabeça? Um jornalista combativo, com milhares de processos nas costas em decorrência de diversas denuncias da “politicagem” baderneira. Eu terminei exatamente, escrevendo um texto estúpido sobre a extinção de golfinhos. Deprimente. Mas isso é bom, que seja traçada uma linha cronológica da minha vida jornalistica, eu alcancei o ápice no começo, e fui degradando e perdendo o rumo de acordo com os anos que se passaram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E caí pra nós. Não por ter deixado de ser competente, mas o jornalismo em sí, oriundo do esforço físico e do stress mental que era conseguir uma matéria, é hoje é disseminada via internet por mensagens de e-mail e spams. Resumindo: fiquei ultrapassado. As novas tecnologias me tornaram um jornalista obsoleto, e o que me restou foram as notícias do mundo agora. Como a extinção dos golfinhos, a morte da Dercy Gonçalves e outras coisas sem importância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Agora mais uma vez, me vejo obrigado à viver de acordo com outras regras. Esse contexto que mudou de uma sala com dois ventiladores de teto, cheiro de cigarro e de papel quente, para um espaço vazio e branco, onde tudo que eu penso e divago fica escrito em uma parede também branca, como se fosse um histórico pós-morte. Sinto saudades das pessoas. Minha mãe, meu pai, meus filhos e minhas 3 mulheres. Eles foram o que de melhor a vida me rendeu. Sem hesitar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Minha mãe era uma santa. A mulher que mais responsável que já existiu. Me ensinou tudo direito, com todos os pingos em seus respectivos “is”, mas eu, fiz questão de não levar nada à sério e cometer excessos de erros que me renderam expulsões de diversas escolas, de universidades, exonerações no trabalho e de minha própria casa. O meu pai tratava de tudo com mais rigor, nunca lhe faltou prudência, mas sempre atrelada à seu comportamento violento. Saí de casa quando ele bateu na minha mãe depois de uma bebedeira, e eu tive que quebrar seu nariz pra que aprendesse à respeitar as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Talvez, se eu soubesse que fosse agredir uma mulher no futuro, tivesse batido nele apenas por ser minha mãe, sem usar de discursos demagógicos sobre direitos iguais entre homens e mulheres. Eu odeio remoer o passado, estou sentindo tristeza, e humilhação profunda, o que me remete ao arrependimento. Pode ser essa a questão. Lembrar das coisas, pensar sobre elas, e reagir. Simplesmente reagir, para que conste em algum bloco de notas quais as formatações de meu comportamento pós-morte. O que me deixa puto, é claro. Quero respostas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vou parar de pensar, não quero ninguém entrando no meu íntimo. Não quero que ninguém saiba nada sobre mim. Não quero ser o idiota monitorado por entidades cafajestes que sequer se pronunciam. Se eu parar de pensar o texto acaba, ninguém me analisa, e enfim, estou morto novamente. Pois bem, bem vindos ao meu enterro, e agora eu sou o anfitrião, bebida e petiscos por minha conta, agora é liberado falar mal de mim, afinal de contas é o que todo mundo faz, cuspam no morto, cuspam em mim, e salvem os golfinhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1195596004396493716?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1195596004396493716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1195596004396493716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1195596004396493716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1195596004396493716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/09/meu-ltimo-e-meu-primeiro-texto-vida-e.html' title='Meu último e meu primeiro texto (vida e morte respectivamente)'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-8041550600274448518</id><published>2008-08-26T07:59:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:59:42.539-08:00</updated><title type='text'>O denominador comum</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SLQcoMU5lrI/AAAAAAAAABc/r9yl-Zn6pdc/s1600-h/2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238843743367960242" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SLQcoMU5lrI/AAAAAAAAABc/r9yl-Zn6pdc/s320/2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem dois fatores que fazem com que os seres humanos que em vida são totalmente desproporcionais em pesos e medidas, se tornem unicamente iguais. Dois pontos, um cerne, vida e morte. Nascimento e a caracterização de cada parte fisiológica, uma vida que aí sim, se caracteriza pela desigualdade total que um ser humano pode extrapolar ao outro, para só assim então, morrer. Eis o denominador comum: a morte. O inicio do fim. O começo de outra vida, ou só o final silencioso de uma vida ligeira, passageira e sem graça? Vai saber. Até então só existem especulações sobre o que á a morte, o que é a vida, enfim. Ninguém saberá até morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-size:100%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Infelizmente para o seu locutor extremamente céptico, a morte nada mais é, do que simplesmente o corpo servir de alimento as larvas, minhocas e animais que ajudam na decomposição do corpo morto e putrefato. Aí outro denominador comum. No final de tudo, mesmo quem que em vida, não alcançou nada, não serviu pra nada, tem o seu papel fundamental. Serve de alimento aos bichos mais grotescos que coabitam o solo terrestre. Só os que se salvam desse destino, são as pessoas, cujos familiares banquem um forno crematório, e uma urna para salvar seus restos mortais. Idiotice pura. Afinal de contas, um dia, tudo será perdido, assim como a própria carne podre dentro de uma minhoca qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida humana é mais frágil do que a gente pensa. É como dizem: uma pessoa pode descer de seu carro em uma rodovia para prestar socorro a uma vitima de acidente corriqueiro, e morrer atropelada por um ônibus ou caminhão, antes mesmo que possa pensar em fugir. Destino? Será que existe algum doente mental que acredita em destino? Azar? Será que existe outro débil que acredite em azar? Provavelmente não, na verdade nós usamos esses termos pra justificar tudo de ruim que acontece conosco e com as pessoas ao nosso redor. Afinal de contas, sorte e azar são coisas intrínsecas à própria vida, assim como vida e morte. Ninguém vive o tempo inteiro sorrindo, feliz, e de bem com a vida. Seria uma merda, muito chato, muito monótono. O que resgata o gosto pelas coisas, é exatamente esse ciclo de desgosto pelas coisas, e a pós-depressão, que lhe dá o prazer aflorado de viver novamente as mesmas coisas, só que com um ar revigorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida e morte. Felicidade e depressão. Sorte e azar. Pontos em comum do ser humano. O ponto de vista é vital nessa questão. Felicidade para alguns é poder sair de casa para ver o céu estrelado, enquanto para outros é torrar 2 milhões de dólares numa “turnê” pela Europa. Mas mesmo com essa escala quantitativa de diferença, a sensação causada é praticamente a mesma. Assim como a depressão e a decepção, por ter que deixar de ir, ou perder. A morte é isso. A sensação de morte é isso. O nosso consciente parece ter um mecanismo de esquecimento sobre essa questão. Ficaríamos malucos se todos os dias colocássemos a morte como pauta de vida. Mas tem dias que é impossível não pensar na morte. A morte é esse colapso todo de questões dúbias e sem resolução. Deixo as larvas resolverem essa questão, se for de serventia útil, que minha carne também sirva de alimento as pequenas larvas desse solo fértil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-8041550600274448518?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/8041550600274448518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=8041550600274448518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8041550600274448518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/8041550600274448518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/08/o-denominador-comum.html' title='O denominador comum'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SLQcoMU5lrI/AAAAAAAAABc/r9yl-Zn6pdc/s72-c/2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5571973130047821468</id><published>2008-08-06T21:58:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:28:38.543-08:00</updated><title type='text'>Normalidades ao acaso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;O fumante e seu cigarro. O tatuado e sua tatuagem. O ébrio e sua bebida quente. O drogado e suas “norcotoxinas”. O flagrado e o flagrante. É sobre isso que estou falando. O hábito, a sensação costumeira oriunda daquilo que ontem poderia ser flagrante e hoje se torna cabal. Ah! A criança. Na nossa melhor época, na nossa melhor idade, imprescindível era o dom da dúvida. Livre arbítrio – com toda a extensão que esse termo pode alcançar –, a decisão, o tato, desconhecer a abstinência dos vícios físicos e psicológicos. Desconhecer o fracasso, ou pelo menos estar absolvido as conseqüências do mesmo, resguardo familiar, respaldo de toda a sociedade.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Hoje, infelizmente é diferente. Depois da infância os hábitos e as descobertas são peneirados e tornam-se assim, vícios. Perdemos toda aquela autonomia de decisão sobre o que fazer, e o que aprender no dia-a-dia. Não sou fã da expressão “força de vontade”, não desrespeitando os que confiam piamente nela, mas creditando ao todo que me baseio. Se deixamos o mundo em que vivemos deixar de ser trivial e tornar-se fator primordial, é porque a tal “força de vontade” não atuou na tentativa de impedir, e sim, compactuou com a nossa degeneração. Criando assim, nossos hábitos mórbidos e desregulados. E aí, surge a dúvida: Se começamos por vontade, como podemos dizer que essa mesma vontade pode efetivamente mudar de uma hora pra outra?         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Acredito em mudanças, sim. Mas também acredito que somos muito fiéis aos nossos vícios. Tão fiéis que mesmo que se toda nossa vontade corporal exprima a vontade de largar, e a própria parte da mente que diz respeito ao pensamento mero e superficial, mantenham a decisão física, o nosso subconsciente não nos deixa viver em paz, até que se tenha uma visão nova e também “costumeira” de outros hábitos. A força de vontade nada mais é que substituir um vício pelo outro. As diferenças entre eles, podem ser muitas, como também podem não ser nada. Um cigarro de maconha por cigarros, cigarros por comida, bebida por religião, roubo por trabalho. Um vício pelo outro, deixar de se entregar a uma coisa, por outra. No final das contas, nada muda. Felicidade? Como assim? Bobagem!        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Nossos vícios nos sustentam. Eles caracterizam quem nós somos, e largá-los – no caso, substituir –, nada mais é que dar margem a uma nova caracterização, não menos ridícula, ou não melhor do que somos ou deixamos de ser. Esse texto é base em perspectivas minhas quando divago em introspecção. Diz respeito ao que sou, e ao que penso representar o resto das pessoas. O que penso nada mais é, que a vontade de não relevar questões viciosas. Compreender sim, a cerne de todas as questões, mas tentar compreender, não. Quem somos, e o que somos, só diz respeito a nós mesmo. E creio eu, em todas a minha ignorância, que somos os únicos capazes(de forma limitada) de decifrar-nos. -nosos capazes(de forma limitada) de decifrar-nos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5571973130047821468?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5571973130047821468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5571973130047821468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5571973130047821468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5571973130047821468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/08/normalidades-ao-acaso.html' title='Normalidades ao acaso'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-1194982844914627721</id><published>2008-07-31T20:47:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:30:06.605-08:00</updated><title type='text'>Déjà vu: Nostalgia. Viagem a um lugar longínquo e parcialmente esquecido.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SJKHwhkpEFI/AAAAAAAAABM/I-8Mpqh7wSU/s1600-h/68241_5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229391385046093906" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SJKHwhkpEFI/AAAAAAAAABM/I-8Mpqh7wSU/s320/68241_5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;O Grêmio copeiro e praticamente imbatível de meados da década de 1990 sob o comando de Felipão. Em pé estão Arce, Danrlei, Rivarola, Adílson, Luciano e Carlos Miguel; agachados vemos Dinho, Jardel, Luis Carlos Goiano, Paulo Nunes e Alexandre Gaúcho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Em minha infância mal esclarecida, entre idas e vindas de um estado para o outro, ou de um espaço menor, uma cidade até a outra, peneirei algumas lembranças que até hoje vivem em mim. São elas: Vó Geni, Tio Kiko, chimarrão, frio, reuniões de família (informais), e claro, GREMISMO, muito do bom e puro GREMISMO. Apesar de o futebol ser assunto sério no Rio Grande do Sul, e praticamente incutir que a hereditariedade prevalece uma corrente única – ou vermelha, ou AZUL –, comigo foi diferente. Meu avô Antenor Pires, era um gremista fanático, frustrou-se ao saber que não poderia ludibriar o filho mais velho a tornar-se um gremista, já que os irmãos do seu pai, havia muito, já o seduziam com a indumentária colorada.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Comigo não foi muito diferente, com a exceção de que meu pai já frustrado, com a perda do seu filho primogênito às três cores do GREMISMO, me deixou viver sem influências do time alvirrubro, me deixando à mercê do meu tio fanático, porém, muito pobre. Fui me cativando pelas cores do manto, criando admiração pelos pôsteres que meu tio colecionava recordação póstuma do meu grande avô. Pra melhorar, meu interesse pelo futebol foi crescendo à medida que eu visitava a casa da minha avó, e assistia a uma cena que se repetiu durante muito tempo: Uma televisão ligada transmitindo ao jogo (sem som), um rádio ligado fazendo a transmissão do mesmo jogo, só que com uma narrativa mais parcial e empolgante, uma cama de casal, meu tio, e a felicidade. Minha empolgação durou concomitantemente à ascensão do Grêmio. Em 95, uma alegria e uma tristeza, tristeza que não nos abateu, nos levando à outra alegria logo em 96. Uma libertadores, vice-campeão mundial, e um campeonato brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Doze anos depois, as imagens, as pessoas, as alegrias, voltaram à tona hoje. Meu dia cada vez mais escasso, limita o meu acesso ao futebol de forma completa. Vejo alguns jogos, quando não dá, assisto aos compactos, quando não dá, leio todos os blog’s esportivos, inclusive as criticas – e claro, existem muitas –, mas não deixo mais de acompanhar cada passo do meu glorioso Grêmio, na boa e na ruim. Eu espero sim, como todo bom gremista, o tricampeonato brasileiro esse ano. Porém, com todas as alegrias que tive até então, me contentaria unicamente com uma vaga na libertadores em 2009, a obsessão, como assim definiu Cristian Bonatto*. O Grêmio mais uma vez, demonstra que a camisa, a torcida, e o apoio são completamente essências. Aderir à uma causa, acreditar nela, é a única forma de se ver parte de alguma coisa, de deixar de se sentir alheio a tudo. E nesse meu pequeno mundo de frustrações, idéias e devaneios de pura inflexibilidade, tenho algo em meu coração em que acredito, e apesar de para alguns aparentar futilidade, para mim, também é obsessão. Grêmio ontem, hoje, amanhã e sempre, na boa e na ruim. “La Copa, se Mira y no se toca”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;*Redator do Blog do Torcedor no Globoesporte.com, página do Grêmio. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-1194982844914627721?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/1194982844914627721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=1194982844914627721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1194982844914627721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/1194982844914627721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/dj-vu-nostalgia-viagem-um-lugar.html' title='Déjà vu: Nostalgia. Viagem a um lugar longínquo e parcialmente esquecido.'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SJKHwhkpEFI/AAAAAAAAABM/I-8Mpqh7wSU/s72-c/68241_5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-6710505155270439679</id><published>2008-07-28T21:19:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:53:37.905-08:00</updated><title type='text'>Apresentações;</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SI6asT5aOyI/AAAAAAAAABE/2lTdsJjXffM/s1600-h/1198125462_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228286303469714210" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SI6asT5aOyI/AAAAAAAAABE/2lTdsJjXffM/s320/1198125462_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Creio que para uma apresentação mais plausível, deveria sintetizar toda a informação e um texto pequeno, e de fácil compreensão. Mas é uma tarefa nada fácil, se eu tiver que espanar os acontecimentos antecedentes à gravação semi-profissional de nosso primeiro EP acústico. Na verdade eu (Vinicius) e o meu amigo Pedro Ivo, somos totalmente despretensiosos musicalmente falando. Porém, convenhamos que a vontade de fazer música, somada ao gosto diversificado, mas ao mesmo tempo parecido, nos deu respaldo musical mesmo com a máscara do amadorismo. Em 2005 durante férias inusitadas em Salvador, na companhia do meu amigo querido, Pedro Morais, vulgo Bolovo, toquei violão horas a fio para poder compor alguma coisa “interessante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A idéia saiu, ficou bom, mas ficou vazio. Faltava algo que enxertasse e deixasse a música com uma tônica diferente, algo que não caísse nos enlatados de cantorias melosas, tampouco que só estampasse uma figura de voz melódica e sem movimento. Foi então que na minha frustrada investida de ir ao show do Deftones em São Paulo, entrei na comunidade que já “esquentava” nos bastidores, especulações, idéias, encontros, amigos, encontrei meu amigo Pedro Ivo. Tímido, dava sugestões, algumas idéias, mas falava pouca coisa, não havia demonstrado um pingo de vocação musical e mesmo assim, conversando um pouco aqui, e ali, descobri que o cara era um típico autodidata, musicalmente falando. Seu timbre de voz, a vontade de criar, o inglês assíduo, fez com que amadurecesse a vontade de mandar minha gravação do que seria posteriormente chamado de “Just another day” e logo “Hanged”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Claro, que esqueci de mencionar que isso tudo há mais de 3.000 KM de distância, na Capital de Rondônia e ele em São Paulo. Amadurecemos a idéia de um projeto a longo prazo, que demonstrasse todo o teor de nossas vontades musicais. E assim foi dada à largada ao projeto. Enfim, tive a oportunidade de conhecer São Paulo. E também a sorte de conhecer um grande amigo, que posso chamar com toda segurança de irmão. Criamos outras 7 músicas, dia e noite, criando no violão, e ele compondo no vagão do metrô, em direção do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não perdíamos tempo. O resultado de nossas experiências, trabalho, cansaço, e muito, muitooo café, você confere no: &lt;a href="http://www.purevolume.com/droucan"&gt;http://www.purevolume.com/droucan&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;”O homem bitolado e padronizado dá lugar à um ser completo, e cheio de idéias.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Ivo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-6710505155270439679?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/6710505155270439679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=6710505155270439679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6710505155270439679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/6710505155270439679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/apresentaes.html' title='Apresentações;'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SI6asT5aOyI/AAAAAAAAABE/2lTdsJjXffM/s72-c/1198125462_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7521809674443071594</id><published>2008-07-16T16:23:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:50:35.037-08:00</updated><title type='text'>O palhaço do circo sem futuro</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SH-FSdn55jI/AAAAAAAAAA8/bI6XktGbY-Q/s1600-h/clown.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224040645009204786" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SH-FSdn55jI/AAAAAAAAAA8/bI6XktGbY-Q/s320/clown.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que me perdoem os integrantes do Cordel do Fogo Encantado pela ausência de minha criatividade para dar origem a um título original. Mas acho que o próprio José Paes de Lira, já me considera absolvido diante das minhas justificativas para escrever um texto embasado em seu título. Em um de seus shows orneados com tramas teatrais, Lira conta a história de um palhaço moribundo, que recebe o seu filho em leito de morte. Segue-se a narração da história e conseguinte, o diálogo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;“Tudo começou quando o filho, morria de vergonha, porque o pai era palhaço de um circo sem futuro. E ele cresceu sem dizer onde era que o pai trabalhava para os amigos. Sempre muito envergonhado, cresceu com a vida muito amargurada, se formou em outra coisa, e um certo dia recebe a notícia, de que seu pai está no leito de morte. Ele corre até lá, entra no quarto, tira a gravata, tira o paletó, se ajoelha e diz: - Pai, me ensina a ser palhaço? - Pai, me ensina a ser palhaço? - Pai, me ensina a ser palhaço? - Isso não se ensina, seu bosta!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Faz muito tempo que não sinto tanto êxtase ouvindo ou lendo um prelúdio, quanto senti com O palhaço do circo sem futuro. Sou adepto da teoria de que boa música lav’alma. Um palhaço. Um sorriso. A natureza desse sorriso. A disposição para sorrir. A tristeza. A fraqueza. A morte. E por fim, a insignificância e o esquecimento súbito. Quantos de nós somos palhaços de circos aleatórios e mesmo assim, sem futuro? E quantos de nós ainda insiste em querer aprender como ser um palhaço? E quantos milhões de nós, fazemos parte desse mesmo espetáculo circense que se chama vida, só que em papéis diferenciados, como as próprias marionetes? O que compreende ao texto de Lira, é que não é possível haver metamorfose em nossos papéis. O homem fechado, enclausurado para a vida, para idéias, para o dia-a-dia é responsável pelo seu desfecho “amargurado”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Há de se compreender também ao próprio prelúdio que se trata de uma metáfora sobre valores morais. O texto passa à quem escuta a fascinação e inclusive encarnar mentalmente a cena. Eu por exemplo, fiz uma série de questionamentos sobre palhaços, desinteresse, morte, vida, abusos, acasos, morbidezes, e exageros. Apesar de Nação Zumbi caracterizar mais a cara de Chico Science pela continuidade póstuma de seu trabalho, creio que O Cordel do Fogo Encantado surpreende, e trato hoje Lira, como um excelente retrato da música brasileira, anexando peças teatrais e todo um espetáculo circense. E com toda a dramatização, não caí no estereótipo efusivo das demais tentativas. Sou um palhaço do circo sem futuro, você não. Quer aprender? Isso não se ensina, seu bosta!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7521809674443071594?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7521809674443071594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7521809674443071594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7521809674443071594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7521809674443071594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/o-palhao-do-circo-sem-futuro.html' title='O palhaço do circo sem futuro'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_VyuE3zWblZs/SH-FSdn55jI/AAAAAAAAAA8/bI6XktGbY-Q/s72-c/clown.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-2192613250905066082</id><published>2008-07-15T19:44:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:33:48.080-08:00</updated><title type='text'>Reencontrando-me</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Finalmente! Um pouco de luz, um pouco de eixo, um pouco de espaço, um pouco de ar, um pouco de alimento, um pouco de energia. Eu andei sedento esse tempo todo, buscando em infinitas coisas, o que pra mim era a pura necessidade de atenção e das coisas que regem as matérias básicas do coração. Eu tentei ser como meus amigos, ser como meus inimigos, meus opressores, meus professores, meus pais e familiares. Eu perdi a qualidade de ser único e versátil, para tornar-me universalmente fútil e desagradável. Eu vesti o que não me agradava, eu comia o que descia enojado, eu agradei políticos, eu um fui político! Eu não rejeitei nem a corja dos imbecis que sempre critiquei. Fui a carnavais, festas de final de ano, ressacas de bebedeiras intermináveis com o pessoal do forró. Forró? Quando isso foi música? Queimei meus discos de vinil, vi as capadas de Chico Buarque de Holanda em chamas ardentes, se alastrando por uma dispensa de coisas que considerei obsoletas, quando eu perdi a sombra da minha personalidade.          &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Fui ao templo sagrado do reino do Deus, quando este mesmo Deus fora renegado e deturpado por diversas vezes pela boca deste que vos fala. A mania antiquada de saquear dinheiro dos ignorantes, mas que no final das contas acabou me atraindo, foi o que trouxe à tona essa sedução. Entrar para igreja, e ficar rico. Coçar o saco, benzer meia-dúzia de pobretões e gozar em festas particulares e aventuras desregradas. O que há de mal nisso? Quantas sucessões de padres, pastores e patriarcas católicos e evangélicos já viveram essa vida mansa – e melhor ainda –, sem o ministério púbico e o tribunal de contas no pé. Ué! E melhor ainda, igreja não declara imposto. Vida boa. Quando saí dessa vida, e pisei no primeiro chão fora de igreja, vi em mim, um homem. Mas não um homem comum, observei a total falta de perspectiva, e a vontade de ter novamente em mim, aquela maldita sombra que me deixou ao relento da mediocridade. Agora sem a turma do forró, sem Jesus Cristo, sem as futilidades, fui perdendo de vez a ambigüidade que me deixou agregar nesses grupos políticos, com a costumeira postura da boa vizinhança. Mas como voltar a ser “eu mesmo”, sem que deixe às claras as minhas seqüelas? Eu sinto como se as minhas vísceras estivessem expostas. E um ferimento assim exposto, é apenas um toque para que ocorra uma hemorragia.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Eu andei introspectivo nessas duas últimas semanas, tentei avaliar qual era o melhor meio para fazer a minha travessia. É como se houvesse um caminho longo a ser percorrido, com obstáculos, com barreiras, e como se não houvesse respaldo nenhum para chegar ao fim. Sem as ferramentas necessárias, sem meus amigos, sem fé, sem caráter, o caminho foi ficando mais estreito, o ar mais comprimido. Estou gripado, e essa gripe vem concomitantemente à minha tuberculose. E depois de desregrar completamente a minha vida, querendo voltar a ser o que era antes, vejo que não é mais possível. E fico pensando: - Como foi tão fácil mudar pra pior. Por que pra melhorar, é preciso ir morrendo aos poucos? É como se fosse possível sim voltar ao meu estado de natureza, o que eu realmente sou, porém não sem perder muitos anos de vida. Cansaço. Essa é palavra certa pra designar o que eu sinto. Eu posso largar tudo de mão, e continuar com a estirpe de gente ignorante, dando voltas, voltas e mais voltas pela vida e mentindo pra mim mesmo. Mas acho que esse caminho seria muito mais difícil. A minha consciência não permite mais mentiras. É como se o meu lóbulo começasse a latejar. E mesmo se pedisse a Deus por obséquio para aliviar-me a dor, isso não aconteceria. Com que fé isso aconteceria? Meus preceitos religiosos, não me permitem esse tipo de apelação. Mesmo que às vezes seja impossível e inevitável clamar por Ele. Essa dor é gradual. Acho que não é mais possível aliviar o meu cansaço. E tampouco voltar a ser o que era antes, sem me machucar profundamente. Penso sim, no isolamento. Mas junto ao isolamento vem-me à cabeça a palavra: covardia. E ser covarde não me agrada. Usei muito esse adjetivo para com os outros, e usá-lo em mim agora, seria desistir da vida. Mas acho que foi a vida mesmo que designou-o a mim. Fica latente em minha cabeça: Nasci e me criei como um bravo, vivi como um bom político que sou, e vou morrer como um covarde. Assim o é, assim eu sou.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;strong&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-2192613250905066082?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/2192613250905066082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=2192613250905066082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2192613250905066082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/2192613250905066082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/reencontrando-me.html' title='Reencontrando-me'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-5511391972573879230</id><published>2008-07-12T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:35:20.598-08:00</updated><title type='text'>Minha apoteose (Pura pretensão)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Jó era um cara legal. Alessandro nem tanto. Gustavo era paranóico. E Henrique, bem... o Henrique tinha lá seus distúrbios sexuais desenfreados. Vide o novilho que virou vítima em um desses campus rurais universitários para estudantes de veterinária(e o que virou na própria casa), zootecnia, entre outros cursos da área do campo. O que há de comum entre eles? Em caráter e personalidade, absolutamente nada. Mas todos foram encontrados pela dona Morte, que não teve misericórdia na hora de puxar cada um pelos cabelos. Jó era do tipo que não se importava em gastar seu dinheiro, se o bem comum fosse o objetivo. Recebia no primeiro dia útil do mês, e no segundo já estava sem um puto no bolso. O Gustavo tinha aquela velha mania de perseguição, coitado. Se ele soubesse o quão irrelevante para os outros era sua existência, estaria curado repentinamente. O Alessandro tinha aquele mau humor que lhe era peculiar. De manhã cedo já acendia um cigarro, fitava o céu, e por mais bonito que estivesse a frase imperativa era: - Que merda de dia. Lembro quando ele me contou que duas senhoras se aproximaram dele, dizendo:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;- Menino, desse jeito você vai morrer cedo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;- Não senhora, eu não tenho tanta sorte assim.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;- Ai Meu Deus, Dinorá, vamos sair daqui. Esse marginal me dá medo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Mal ele sabia que teria sorte, se assim ele o considera.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Bom, pelo menos desse episódio saiu um sorriso de Alessandro – só que claro, de puro escárnio –, porém ele estava só satisfação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Henrique era obcecado pelo sexo. Mulheres, animais, homens, plantas, tudo o que se movia era alvo de sua atenção. Claro que o destino dele não poderia ser qualquer outro diferente se não adquirir de forma súbita o vírus da imuno deficiência adquirida – AIDS ou vírus do HIV –, depois de presunto, quem se importa com a nomenclatura? Eu nunca fui amigo de nenhum deles, mas observava-os quando tinha chance. Estudar psicologia é o meu fardo e frustração por não ter capacidade de fazer o curso dos meus sonhos: Direito. E também sendo pobre que dá dó, não tive oportunidade de ingressar em qualquer faculdade particular, e olha que implorei por uma vaga de estágio para ser contemplado apenas pelo desconto, mas nada. Mas porque falar de mim, se temos quatro personagens muito mais interessantes do que eu? Bem, o fato é que esses quatro me instigaram. Fiz uma planilha com um roteiro, montei os dias, horários de cada um deles, para que eu pudesse observá-los melhor. Comecei com o Jó.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Jó, que na verdade é Joaquim, é descendente de portugueses. E como todo bom descendente de portugueses que moram no Brasil, é vascaíno, e como bom vascaíno e descendente de português, é filho de padeiros. Trabalha 9 horas por dia. Durante os sete dias da semana, e como seus pais são autônomos, não tem descanso ou remuneração especial. Ganha pouco, e gasta tudo com os amigos. Não poupa, não regula, não se cuida. Não compra roupas, não ajeita o visual, não tira o bigode, é sedentário, mas os outros o vêem como boa pessoa. Só que ultimamente comecei a vincular o termo “boa pessoa”, com “pessoa que gasta o seu dinheiro comigo”. Jó não era muito diferente dos outros que eu observava, mas era rodeado de amigos, de parentes, de colegas. Moscas que voam e caem sobre a carne podre de um peixe morto. O mais cômico é que o Jó ingressou na faculdade no curso de Antropologia, já deveria entender e compreender um pouco mais as relações com as pessoas. Morreu em uma dessas bebedeiras de final de semana, embriagado, pegou a camionete do pai, catou alguns amigos, capotou e morreu. Presunto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Depois que Jó morreu, perdeu um pouco a graça, pois tive que reinventar o meu itinerário. Passei a observar mais o Alessandro do que os outros. Até ali a paranóia do Gustavo não me interessava, e a obsessão sexual do Henrique, menos ainda. Mas o mau humor exacerbado de Alessandro, tinha algo chamativo. Um cara novo, com semblante baixo, olheiras, como se consumisse drogas, fumasse e bebesse o tempo todo. O que constatei depois, que não era bem verdade – fora o cigarro. Alessandro era pobre. Mais pobre do que eu. E mais do que o Jó. Acordava 05h30min da manhã, pra fazer baldeação e chegar ao trabalho 08h00min. Fitava o relógio o tempo inteiro, mesmo que seu atraso dependesse unicamente de ônibus, metrô e de outros meios de transporte, saberia que lhe custaria o emprego, chegar fora do tempo regulamentado pela empresa. Alessandro trabalhava na área financeira um banco particular, que agora me foge o nome. Era um cara que se dava bem com números, e que tinha reputação ilibada o suficiente pra andar pra cima e pra baixo com qualquer montante que lhe fosse aplicada a responsabilidade. O cigarro, o café, a má alimentação, causavam o seu stress fora do comum. As discussões dentro e fora da empresa (essas também pela empresa), o levaram a uma parada cardíaca fulminante. E as pessoas esqueceram fácil de Alessandro, ele mesmo costumava dizer que não era pago pra dar bom dia pra ninguém. E claro alguém assim quando morre, só é lembrado na festa em comemoração desse evento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Alguém está me seguindo. Eu vou morrer. Meu Deus, vou me esconder aqui dentro desse fosso.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;É, acreditar ou não nesse fato? Eis a questão. Seria até mais complicado se eu não tivesse observado com meus próprios olhos, que a terra há de comer um dia – espero que bem depois que esses quatro forem julgados –, mas há realidade nesse fato. Gustavo estava o tempo todo com uma maldita mania de perseguição. As pessoas já o tratavam como retardado mental, não deixavam ele fazer parte de qualquer grupo social dentro da faculdade, deixavam que encostasse-se à parte mais funda da sala, com 4 carteiras vazias, para só assim, se sentirem seguras. Houve alguns boatos de que certa vez, ele saiu gritando e pedindo socorro dizendo que alguém havia colocado a mão na sua perna e tentado arrancar sua cabeça por trás. Mas se ele era o último da fila, como isso seria possível? Daí surgiram os rumores de sua loucura, e pessoas brincando com ele, apelando, mentindo, fazendo com que ficasse mais perturbado ainda, fizeram com que trancasse o seu curso. Passou a vive enclausurado, num apartamento sem luz, com poucos móveis para não tropeçar nos momentos de medo. Com pouca louça para não machucar-se em seus delírios. Mas foi inevitável. Gustavo tropeçou nos próprios pés em um de seus ataques de alucinação, e bateu a cabeça na quina de sua própria cama. Como o apartamento era bem fechado, ninguém pode ouvir nada. Quando o acharam, ele já estava morto, coagulo de sangue no cérebro. Talvez Gustavo seja o único que eu ainda posso compreender. Ele não morreu por escolhas naturais, diferente de Jó e Alessandro. Ele era doente, e não havia ninguém por ele, assim como ele não estava aí pra ninguém.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Agora o caso mais “esquisito” e repugnante de todos, com certeza foi o de Henrique. Rico, ligeiramente inteligente e até sutil aos olhos de quem o via em público. Irreverente, bem humorado, sorriso de uma pessoa normal. Mas o Henrique tinha em sua cabeça doentia, prazeres sexuais completamente dissonantes do que se costuma a ver. Descobri em minhas observações, que todos os dias ele levava alguém, ou alguma coisa para o seu apartamento. Dentre elas: garotas de menoridade, homens de todos os tipos, e também enchia a casa de plantas e coqueiros. Conseguiu autorização da faculdade, para levar animais de pequenos portes para fazer pesquisas particulares em casa. Cachorros, gatos, aves de várias espécies. O mais incrível foi quando observei com um binóculo por uma enorme fresta em seu telhado – é às vezes é preciso ser habilidoso para descobrir as coisas da vida –, que fazia sexo com um novilho, era maldoso, batia no bicho, e beirava ou transbordava a um comportamento psicopata. Morreu 3 meses depois desse fato, havia adquirido o vírus da AIDS em uma dessas várias experiências sexuais, ficou marcado na vizinha e na faculdade como o Dr. Zoófilo Pedófilo. Claro que a sua família, não deve estar ostentando tanto orgulho agora, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;O pior de tudo é que me sinto tão doente quando todos eles. Eu observei todos eles durante muito tempo da minha vida. Seus vícios, virtudes, atitudes relevantes, irrelevâncias, exageros, coerências. E não usei de nada disso pra transformar minha vida em pontos ponderados de atitudes. Talvez eu seja um mesclado de cada um, mas eu me sinto até feliz por isso. Se eu sou tão doente quanto eles, e ainda estou vivo eu digo: - Viva a minha apoteose. Consagro-me um Deus diante de vós. Não preciso de homologação divina, e nem de aceitação mortal. Eu sei que sou melhor do que eles, do que vocês. Até porque eu sei que você está lendo o meu texto, as minhas experiências, e sabe que ninguém que tenha passado por isso tudo, é mero mortal. Quanta asneira estou dizendo, acho que fiquei louco, sádico, esquizofrênico e resmungão. Todos acordaram com a boca cheia de formiga pelos seus vícios, e doenças. Mas eu não sou doente. Nada pode infectar-me. À não ser o medo de não ser reconhecido. O medo do anonimato. E agora, o medo do escuro. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-5511391972573879230?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/5511391972573879230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=5511391972573879230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5511391972573879230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/5511391972573879230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/minha-apoteose-pura-pretenso.html' title='Minha apoteose (Pura pretensão)'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2427685645133365697.post-7056128210972912898</id><published>2008-07-12T06:48:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:36:38.149-08:00</updated><title type='text'>Escrever, escrever, escrever...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Bom, havia um bom tempo que não escrevia nada no meu outro blog. Trabalhando muito, estudando pra finalizar o semestre com notas regulares, amaldiçoado pela falta de tempo. Eis que me deu na telha criar um outro Blog, até porque o meu estava hospedado na conta do meu querido amigo Pedrouk, e não é justo eu sempre ter a senha dele, que afinal de contas é particular. Acho que agora de uma vez por todas vou poder voltar ao meu flerte com o teclado, com minhas idéias, com minha insegurança expressa por aqui mesmo. Não é verdade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Acho até que desaprendi a escrever – mas foda-se 80% da população brasileira é analfabeta ou semi -, tanto faz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Voltei ao meu divertimento, à minha satisfação. Mas infelizmente ando meio sem idéias, sem vontade, passei um tempo sem aprimorar qualquer coisa, sem germinar qualquer ideal. Aí o reflexo de estar escrevendo abobrinhas e fazendo rodeios sem chegar a lugar algum. Mas eu sou bom nisso. Por enquanto é isso. See ya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vinicius Canova Pires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2427685645133365697-7056128210972912898?l=viniciuscanovapires.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/feeds/7056128210972912898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2427685645133365697&amp;postID=7056128210972912898' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7056128210972912898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2427685645133365697/posts/default/7056128210972912898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viniciuscanovapires.blogspot.com/2008/07/escrever-escrever-escrever.html' title='Escrever, escrever, escrever...'/><author><name>Vinicius Canova;</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15694067801082579628</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
